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Segunda-feira, 1/10/2007
Comentários
Leitores

Serviço de Aporrinhamento
Spam. Telemarketing é spam via telefone. Alguns países já têm uma legislação que condena essa atividade e mmuitos multam essas empresas. A gente devia pressionar o Congresso para que se vote uma lei assim. Aprendi a ser mal educada ao telefone com os atendentes de telemarketing. E jurei para mim mesma jamais comprar qualquer coisa que seja por telefone, nunca, never. Quando alguém me liga e pergunta por Sra Léa, desligo imediatamente. Não vale a pena perder mais tempo do que isso com essas ligações. Quando tenho que ligar para um desses SACs (Serviços de Aporrinhamento do Consumidor) pego sempre um número de protocolo para, se for o caso, ir ao Procom com todos esses números. O gerundismo é uma tristeza, é tudo ruim nessa área!

[Sobre "Telemarketing, o anti-marketing dos idiotas"]

por Lea Freire
1/10/2007 às
10h57

A falta que elas me fazem
Senti falta de Capitu e Madame Bovary!

[Sobre "13 musas da literatura"]

por Rodolfo
1/10/2007 às
09h12

Meirelles
Os portugueses estão muito confiantes de que Meirelles irá fazer uma grande adaptação desse "infilmável" romance. Tive dando uma olhada no seu blog e aposto todas as fichas nele. Meirelles está provando cada vez mais ser um dos melhores diretores do mundo.

[Sobre "O blog do Fernando Meirelles"]

por wellington
1/10/2007 às
08h46

Por uma bela nostalgia
Sua bela e envolvente resenha me fez recordar de forma comovente a leitura desse maravilhoso e enfático trabalho. Parabéns!

[Sobre "Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída..."]

por Regina Ribeiro
1/10/2007 às
08h12

Baques do mercado II
Fazer pós em foto, num país onde fotografia ou é sinônimo de publicidade ou, pior, de casamento, comunhão e aniversário, não deixa de ser um suicídio financeiro. Querer atuar academicamente nisto, ainda mais; pode parecer coisa de idiota... Qualquer amigo que foi para a área de automóveis, vendas, aluguéis ou administração, certamente gargalharia na minha cara. Mas, enfim, a gente quer sonhar, quer encontrar uma luz no túnel que não passe, necessariamente, por certas engrenagens do mercado... mesmo sabendo das conseqüências. Com quem atua na academia, acaba acontecendo o mesmo. O ranço para com "o mundo lá fora", às vezes, é mais uma necessidade de carapaça, de se saber protegido, porque se conhece as dificuldades... E o fato é que conhecer, num sentido amplo, não faz viver melhor (às vezes, conduz ao fundo do poço). É mais uma questão de "esperteza", malícia, sorte e outras coisas indomáveis...

[Sobre "A Poli... - 10 anos (e algumas reflexões) depois"]

por Rogério Kreidlow
1/10/2007 às
03h26

Baques do mercado I
Julio, parabéns pelo texto. Traduz muita coisa a muita gente. Eu entrei no Jornalismo como opção de última hora, mas gostei desde o início. Aprendi muito, fiz amigos que mantenho até hoje, aproveitei biblioteca, recursos, laboratórios, expandi horizontes. O baque veio com a entrada no mercado, feito de falhas, de erros grosseiros, de gente despreparada (e que se acha preparada), de salário baixo (o maior motivo de desânimo). Tanto que tem gente que tá se agarrando, como pode, à universidade, tentando ser docente, porque é ainda uma das melhores remunerações (e uma vida mais tranqüila). Redação é coisa pra recém formado, disposto a se esgotar em dois anos. Depois passa pra assessoria. Até tentar um negócio próprio, migrar de ramo, virar vendedor, enfim. Atualmente curso pós em Fotografia, com foco na docência e pesquisa, por interesse e gosto, embora o caminho das pedras seja longo e dolorido (passa por indicações, puxa-saquismos, etc., a gente sabe)...

[Sobre "A Poli... - 10 anos (e algumas reflexões) depois"]

por Rogério Kreidlow
1/10/2007 às
02h54

Yuppies, filhos de Friedman
Se não me engano (li em algum lugar, há algum tempo) essa "onda" já começou com o criador do Universo, um cara chamado Milton Friedman, da Escola de Chicago (o pai desse tal de Neoliberalismo). Dizem que lá, quando a História já tinha acabado (Fukuyama), nos idos de 1990, já se distribuía fitas cassetes (tipo Shoptime, essas coisas) com programas completos para executivos e governos "enxugarem" suas máquinas — coisa garantida. Tem um outro termo para essa turminha também, os Yuppies. São eles os responsáveis pela "revolução" que estamos vivendo, segundo os próprios. É um mundinho de face sorridente e boboca, mas cheio de caninos raivosos por trás... O pior é que esse linguajar de "executivo" tem contaminado diversas áreas — e a minha área (o jornalismo) é uma das que caiu nessa, com esse mundinho assessoria de imprensa. Tem um autor, o Baumann (O Amor Líquido), que mostra como usamos isso até nos relacionamentos. Dizemos: estou "investindo" nessa pessoa. Dia desses, em vez de namorar, compramos...

[Sobre "Curso superior de auto-ajuda empresarial"]

por Rogério Kreidlow
1/10/2007 às
02h16

Comodismo
Vivemos os dois extremos. De um lado as faculdades particulares, oferecendo algo de qualidade duvidosa. Do outro, as universidades "públicas", que vivem num mundinho à parte, distantes da realidade. Infelizmente, é muito cômodo para todos que tudo fique como está.

[Sobre "Curso superior de auto-ajuda empresarial"]

por Paulo Sérgio Vieira
30/9/2007 às
23h45

Internetês
Sou professor aqui no sul e posso dizer que os alunos que escrevem na internet não conseguem escrever corretamente. Mesmo quando explico que há várias formas de se expressar e que o "internetês" é correto só na web, eles teimam em escrever "q", "ñ", "pq" etc, e não sabem desenvolver uma idéia, apenas reproduzir...

[Sobre "Literatura e internet"]

por Cassionei Petry
30/9/2007 às
21h19

Internet pode ser aliada
O meio impresso ainda é a maneira mais segura e eficaz de transmitir, organizar e armazenar conhecimento e informação. Concordo plenamente contigo, Rafael. Mas acho apenas que tu subestimas por demais o online. Uma coisa não é excludente da outra. Por exemplo: a internet pode ser uma grande aliada dos veículos impressos, pois nela não existe limite de laudas. Um jornalista de veículo impresso dispõe de um espaço deveras limitado. E na internet, ele tem a oportunidade de expandir a matéria, sugerir leituras complementares etc.

[Sobre "O bom e velho jornalismo de sempre"]

por João Barreto
30/9/2007 às
13h09

Julio Daio Borges
Editor

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