busca | avançada
52947 visitas/dia
2,0 milhão/mês
Terça-feira, 1/3/2011
Comentários
Leitores

Sei que não sou nada
Minha vó sempre dizia que eu era um santinho, mas vendo o Francisco, sei que não sou nada...

[Sobre "O santo relutante"]

por Júnior
1/3/2011 às
22h50

Amanhã já não sei mais
Cansei de aprender, hoje eu ensino. Amanhã vou cansar de ensinar, aí vou aprender um pouco mais; agora, depois de amanhã, já não sei mais... são outros quinhentos...

[Sobre "Como você aprende?"]

por Júnior
1/3/2011 às
22h48

Dói, mas é melhor
Tocante, bonito, comovente e triste... Meu Deus, pintar o amor dessa forma, por simplesmente ter acabado, é comum. Principalmente quando você ainda pensa na pessoa. Tirando toda a beleza e qualidade do texto, e me baseando em comentários aqui feitos, tenho apenas uma coisa para dizer: Dói, mas é melhor. É melhor por várias razões: um relacionamento não pode se manter quando só faz bem a uma das partes. É duro abrir mão de sonhos e planos que fizemos juntos, mas às vezes é necessário. Como o amor dele ou dela foi acabar? Da mesma forma que as outras coisas: por desgaste. Quando já não há mais admiração de ambas as partes, não há mais amor. E, quando um não quer, dois não se amam. Boa semana ;)

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Mariana
1/3/2011 às
17h06

A reação de Dom Fiuza
Nossa, fiquei com uma péssima impressão do Guilherme Fiuza. Nota-se, pelo texto, que o entrevistador leu as obras de Fiuza, se aprofundou a respeito daquele que seria o objeto da sua entrevista. E Fiuza é lacônico, seco em suas respostas. Tudo o que jornalista nenhum gosta - afinal, melhor editar muita informação do que não ter informação. Gostaria de saber qual teria sido a reação do Dom Fiuza se suas fontes de pesquisa para os livros agissem como ele agiu...

[Sobre "Guilherme Fiuza"]

por Marla
1/3/2011 às
11h59

Um beatle diferenciado
Anteriormente li outras biografias dos Beatles e também do John Lennon. O que o difere dos demais é o seu protagonismo, a sua atuação enquanto sujeito político, mesmo estando, algumas vezes, equivocado. Contudo, sua participação nas causas do seu tempo fez dele um beatle diferenciado. Enquanto Paul sempre conservou a imagem ensimesmada de bom mocinho, Lennon contrariou e, no seu arraigado criticismo, demarcou um digno lugar na história.

[Sobre "John Lennon, o homem"]

por Antonio P. Andrade
28/2/2011 às
07h24

Aprender e querer aprender
Mas aí é que entra a diferença entre um aprendizado desejado pela pessoa que vai aprender. Depois de querer aprender e de aprender a aprender, o indivíduo vai correr atrás de superar suas deficiências. No entanto, quando o mestre é quem quer ensinar algo que o indivíduo não está nem aí, precisa, sim, conseguir transpor as questões de percepção, atenção e memória seletiva - entre outras coisas. Transformar as bases "inatas" pela aquisição da cultura acontece quando o maior interessado é o próprio aprendiz. E isso pode acontecer se ele foi antes atraído por uma experiência, ou por algo que viu ou ouviu. Certo?

[Sobre "Como você aprende?"]

por Débora Carvalho
27/2/2011 às
18h11

Agora posso dormir em paz
Aha... Outro dia meu marido veio com um papo estranho: "Apesar de tudo, eu me casaria com você de novo!" Como assim? - Perguntei, intrigada. "Porque, apesar de tudo, valeu a pena eu ter me casado com você, então se eu tivesse que escolher de novo, ou voltar atrás, eu me casaria com você outra vez". O que será que ele realmente quer dizer com isso?, pensei. Daí me perguntou se eu me casaria com ele de novo. Fiquei muda. E ele: "Seu silêncio já respondeu. Você não se casaria comigo de novo. Tudo bem. Eu posso conviver com isso. Mas se não fosse comigo, seria com quem?" - Até ler esse texto eu estava intrigada com a tal conversa do meu marido. Agora posso dormir em paz. Rs...

[Sobre "Você viveria sua vida de novo?"]

por Débora Carvalho
27/2/2011 às
18h01

Progresso e conhecimento
Ainda bem que o vegetarianismo é uma doutrina recente, pois senão estaríamos ainda na barbárie. O importante é saber que o que determina o progresso é o conhecimento, independente da plataforma em que isso se dá.

[Sobre "História da leitura (I): as tábuas da lei e o rolo"]

por Edson B de Camargo
26/2/2011 às
19h52

Sincero, catártico, modesto
"All Things Must Pass" é mesmo uma proeza - sincero, catártico, modesto. É uma experiência religiosa para mim, e olha que eu sou ateu. De certa forma, é meu disco predileto de toda a carreira dos Beatles, solo ou não. Mas que "Apple Jam" é um saco, é. hahaha

[Sobre "O beatle George"]

por Junior Martuchelli
26/2/2011 às
14h20

Não minimizo George
Apesar de composto de regravações, "New York City", de John Lennon, foi brilhante, e "Band on the Run", na minha opinião, perfeito. Talvez eu diga isso por "fui" contra a maré. Conheci primeiro os Beatles separados, para descobrir, ainda criança, vendo "Help" na antiga TV-E, hoje TV Brasil, que Lennon & McCartney eram os gênios de Liverpool. Não, não minimizo George. Penso que ele e Ringo eram o contraponto, os "garçons" que serviam não somente a segunda guitarra e a bateria. Mas nenhuma é ou foi perfeita. Por outro lado, nenhuma outra esteve tão perto da perfeição.

[Sobre "O beatle George"]

por Claudio Pereira
26/2/2011 às
12h09

Julio Daio Borges
Editor

busca | avançada
52947 visitas/dia
2,0 milhão/mês