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Sexta-feira, 4/3/2011
Comentários
Leitores

Fiquei até com inveja
Achei essa relação vó-neto espetacular, fiquei até com inveja. Seu filho terá algo especial para lembrar por toda a vida. Minhas avós tinham muitos filhos, muitos netos, não puderam manter uma relação tão próxima com eles. Mas sinto falta no seu texto do pai e do avô. Cadê os homens?

[Sobre "Meu filho e minha mãe"]

por José Frid
4/3/2011 às
15h13

Coitado de quem quer aprender
Cara, concordo com 95% do que você disse. Aprendi a ler, a escrever e a fazer contas... em casa. E tudo o que aprendi, além disso, aprendi com a minha curiosidade. Não aprendi praticamente nada na escola. Tentaram inclusive me ensinar errado! (É uma história que pretendo contar algum dia.) Ruim na escola é que o professor é obrigado a andar a 1 quilômetro por hora, para que os alunos lerdos não percam o fio da meada. Ou então, quando você perde uma aula, adeus. Ninguém explica a aula anterior. Além disso, a luz refletida na lousa impede a leitura e dá sono. E os colegas... odeiam que você aprenda alguma coisa. Coitado de quem quer aprender: é hostilizado pela maioria burra.

[Sobre "Chega de Escola"]

por Roberto Valderramos
4/3/2011 às
11h46

Com medo dos e-books
As editoras convencionais, as que publicam em papel, quer dizer em "árvores" (não importa se com papel reciclado, ou não), se "arvoram" com medo dos e-books. Muitas assumem o temor e já aceitam os "leitores digitais", contratam a Amazon, o Google, e outros. E estão certinhas, porque as próximas gerações e muitos da atual já leem somente digitalmente... Livros de papel, infelizmente, mesmo sendo "românticos no sentido de nostalgia", estão com os dias contados, salvo alguns de arte, fotos, coisas assim. Tenho um livro publicado em papel que custa nas livrarias R$ 29,00; o mesmo livro, na Amazon, está a venda por US$ 10. E ganho 35% do preço da capa, mas isso pode chegar a 70%. Na editora convencional, a de papel, me pagam 6% do preço da capa, e com muito custo. Na verdade, quem ganha são as livrarias e as editoras, o autor vê navios e realiza o sonho de publicar, só isso! Mil livros em cada Kindle, uma biblioteca toda em sua viagem!

[Sobre "O incompreensível mercado dos e-books"]

por I. Boris Vinha
4/3/2011 às
10h47

Clássico e old school
Muito bom! Principalmente sobre a parte que diz das "colherinhas" do garçom pegando o arroz... isso sim é clássico e old school!

[Sobre "Manifesto da culinária ogra"]

por Suely
4/3/2011 às
09h09

Bom poder reler
Quando li pela vez primeira a história de Ganesha, me impressionou. E como a literatura é umas das coisas de que mais gosto, cheguei a adquirir um esculpido em pedra. A figura de Ganesha tenho junto a meus livros. Bom poder reler esta história. Aliás, bom ler e reler os textos postados no Digestivo.

[Sobre "História do Ganesha"]

por maura soares
4/3/2011 às
09h04

Escolas sobrecarregadas
Além disso, nem todos os filhos têm a sorte de aprender a ler, escrever e fazer as quatro operações com suas mães. Algumas nem sabem, outras empurram a responsabilidade de educar seus filhos para a escola que você tanto repudia.

[Sobre "Chega de Escola"]

por Daniele Souza
4/3/2011 às
08h05

A escola reflete a sociedade
André, é cabível você dizer que não gosta da escola, falar de alguns professores que você não gostou (da sua época) e mostrar um pouco da realidade escolar, que, aliás, não é muito boa, concordo. Mas sua ironia me enoja: "Nada contra praticamente nenhum professor" e compara-os a carcereiros. "Existem escolas diferentes" mas todas esmagam os alunos e tiram seu precioso tempo; devo lembrar-lhe que "trancam a molecada nas salas de aula" por quarto horas ao dia, e o resto? Sinceramente, se você quer colocar a culpa de sua frustação e da situação de violência e desinformação atual não cite somente a escola. A escola é um reflexo da sociedade. Haja estômago para ler isso, melhoras para o Digestivo Cultural...

[Sobre "Chega de Escola"]

por Daniele Souza
4/3/2011 às
07h54

Para os tarados, não importa
Não querendo defender os velhos tarados, mas para eles tanto faz se as mulheres estão de saias ou calças, importa que são mulheres, e eles, homens. O resto é a atávica necessidade de demonstrar que estão vivos!

[Sobre "Por que as curitibanas não usam saia?"]

por José Frid
3/3/2011 às
17h54

Me indique outros livros
Terminei de ler o livro "A sombra do vento", e a cada página que eu lia me dava mais e mais vontade de ler e nunca parar. Este livro é muito emocionante, e uma misteriosa e deliciosa história. Gostaria muito que me indicasse outros livros com tantos ocorridos e emoções como tal. "A sombra do vento" é excepcional...

[Sobre "A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón"]

por Rosilene
2/3/2011 às
14h53

Filho do Brasil?
Realmente, não sei se ainda sabemos fazer cinema de verdade. O "Filho do Brasil" jamais será o filho da sétima arte.

[Sobre "O segredo de seus olhos, de Juan José Campanella, com Ricardo Darín"]

por jardel
2/3/2011 à
00h15

Julio Daio Borges
Editor

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