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Quinta-feira, 17/3/2011
Comentários
Leitores

Investir em blog de poesia?
qualquer cidadão pode entrar com projeto na Lei Rouanet, mas não é qualquer cidadão que terá seu projeto aprovado. Simples, assim. Se é carésimo fazer um audiovisual, se a câmera custa os olhos da cara, se a diária de cicrano é uma fábula, então, meu Deus, por que gastar dinheiro com isso, por que contratar fulano, em vez de outro nome não tão famoso? Investir em blog de poesia? Francamente. Eu queria saber se aprovariam um projeto meu sobre poesia. Nesse país, nem livro sobre poesia é aceito.

[Sobre "Blog da Bethânia, o projeto"]

por Vito
17/3/2011 às
15h13

Nassif: mais que a Bethânia
O Nassif ganha bem mais que isso e a blogosfera reclama menos.

[Sobre "Blog da Bethânia, o projeto"]

por Felipe Pait
17/3/2011 às
14h42

Caso Maitê Proença
Essas brechas nas leis precisam ser revistas... Caso Maitê Proença que o diga.

[Sobre "Blog da Bethânia, o projeto"]

por @luabr
17/3/2011 às
12h16

Continuo com o livro de papel
Na verdade, o preço do livro de papel só é alto por causa da ganância. Essa desculpa de custos de papel, divulgação, distribuição não resiste a uma simples análise: p. ex. a Record - ela faz divulgação própria, enviando impressos aos leitores; para os que fazem pedidos pelo cupom que vem nesses folhetos de divulgação, a distribuição é direta. Mas o preço pago é o mesmo que você pagaria se comprasse o livro numa loja. Os e-books seguem o mesmo caminho: ganância. Vivemos no país e na época da exploração, da roubalheira. Eu não pretendo gastar uma pequena fortuna com um Kindle, porque o troço é horroroso, continuo com o livro de papel, que pelo menos cheira bem quando novo.

[Sobre "O incompreensível mercado dos e-books"]

por Gil Cleber
16/3/2011 às
18h29

Você está de parabéns
Impressionante! Tenho que comentar. Você está de parabéns, tanto pela desenvoltura como pela ideia do texto em si. A gente só precisa de uma mente aberta, mas que os demais não me entendam mal, a mente aberta que falo é aquela que aprende a analisar e tirar o melhor dessa gama de informação e cultura que nos rodeia.

[Sobre "Eu nunca fui nerd"]

por Giovanna Duarte
15/3/2011 às
15h16

Foge foge mulher maravilha
É bem verdade tudo que aqui foi dito. Creio que o problema não está na música ruim que faz sucesso... Mas sim nas pessoas que têm tempo e dinheiro para dispor dela. Música boa para mim é o que soa bem aos ouvidos. É certo que não vai surgir uma Elis Regina do nada fazendo sucesso E coisa e tal... Mas coisas como "Foge foge Mulher Maravilha" e "Meteoro da paixão" não merecem nem música como classificação.

[Sobre "As letras de música de hoje"]

por Giovanna Duarte
15/3/2011 às
13h16

O sorriso do filho
Melhor do que as atribulações dos dentes, o sorriso do filho deve ser a escolha para essa mãe, escritora com imagens felizes, apesar das cáries dela, a vida. E que os dentes, depois de caídos, tenham sido portadores de sorrisos felizes, com ou sem fada. Ana, abraços!

[Sobre "Meu dente (quase) caiu"]

por Cilas Medi
15/3/2011 às
11h51

Modismo importado
Elisa, querida, entro no grupo daqueles que se decepcionaram com os cupcakes... também não vejo graça. Tudo modismo importado. Beijos e continue me enviando links de seus deliciosos textos.

[Sobre "Triste fim de meu cupcake"]

por Flávia Albuquerque
14/3/2011 às
22h14

Posso ser interessante?!
Eu não conheço metade do que você citou no texto. Mas o li até o fim. E concordei bastante. E eu também vou contra a maioria de vez em quando, não escuto só rádio, nem assisto só o que faz sucesso. Posso ser interessante?!

[Sobre "Eu nunca fui nerd"]

por Ana Carla
14/3/2011 às
17h05

Novas experiências
Texto genial... Viva a diversidade, viva a pluralidade. Isso me lembra o que um professor meu na faculdade sempre dizia: não existe cultura inútil, inútil é você fechar as portas para alguma experiência nova.

[Sobre "Eu nunca fui nerd"]

por Daniel Babalin
14/3/2011 às
16h38

Julio Daio Borges
Editor

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