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Domingo, 2/12/2007
Comentários
Leitores

Sem pressa
Que bom te ler. Espero que nunca atinjas a concisão, não que eu não goste dela, mas a tua prosa sem pressa já é tua marca registrada. Concordo, como sempre, com tudo o que escrevestes, fã é mesmo parcial. Saudades.

[Sobre "Armadilhas da criação literária"]

por Andréa Trompczynski
2/12/2007 às
20h36

entrevistado deixa a desejar
Parabéns pela entrevista! Mas só para a entrevista. Já o entrevistado deixa a desejar... É nítida a oposição de qualidade entre as perguntas e as respostas. Perguntas inteligentes e bem preparadas e contraste com respostas medíocres e deselegantes. Quanto à literatura ser coisa de "desocupados e parasitas", eu fico só pensando em Machado de Assis, em Guimarães Rosa: seriam eles enquadrados nessa categoria? Ainda bem que Mainardi abandonou a literatura. Ufa!

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por Lúcia do Vale
2/12/2007 às
18h19

A fábula do amor ou da vida?
Que prazer ir lendo "pela estrada a fora", sem saber que tipo de lobo será encontrado nessa versão da história. Chapeuzinho Vermelho encontrou ou foi encontrada pelo lobo? Boa pergunta. O amor acontece, segundo a fábula, de acordo com as crenças, mas acontece de amarmos qualquer pessoa? Será que não se escolhe o amor, como dizem? Não se escolhe a pessoa amada, ou não se escolhe o cultivo do sentimento amor? Não é preciso fazer nada para amar, essa situação não requer nada de nós, não nos exige absolutamente nada além de estarmos no local e no momento marcado pelo destino para o possível encontro? E uma vez perdida a possibilidade, não haverá outra? Ah, sim, haverá, a floresta está cheia de lobos, famintos, querendo comer a Chapeuzinho... Além de que o mesmo lobo pode ser encontrado na ida pra casa da vovó ou na volta pra casa da mãe, a floresta é a mesma, não há outro caminho, o que não percebemos em um momento podemos perceber em outro, se um caçador não matar antes o nosso lobo!...

[Sobre "Pela estrada afora"]

por Cristina Sampaio
2/12/2007 às
15h44

Tem regra que nada impõe
Já há uma língua formal, culta, e outra coloquial, popular, isso em nada mudaria com a reforma; as pessoas permaneceriam falando do mesmo jeito que falam, com seus vícios e sotaques, que não fazem mal a ninguém, nem mesmo à própria língua. Também não traria nenhum prejuízo à nossa literatura, pois a vivacidade e inovação nessa área dependem da criatividade e do preparo dos escritores, não das regras gramaticais e modelos de escrita, que servem apenas como base, não como lei, aos grandes autores. Quanto aos possíveis prejuízos aos estudantes e intelectuais, independente de mudanças, todos temos algum tipo de dificuldade com a língua oficial, ela nunca é dominada totalmente por aqueles que não se dedicam ao estudo da gramática; os erros não aumentariam tanto após a reforma, já erramos muito, então não há por que temê-la enquanto acordo, algo que possa diminuir determinadas burocracias. Talvez seja mais perigoso o domínio da língua inglesa em nosso país.

[Sobre "Por que Faraco é a favor da mudança ortográfica"]

por Cristina Sampaio
2/12/2007 às
14h31

Concordo integralmente
Poucas palavras, mas intensas e verdadeiras. Ótimo.

[Sobre "Poesia e inspiração"]

por Adriana
2/12/2007 às
12h15

você perdeu seu tempo
Pena que você perdeu seu tempo com o DM. As suas perguntas são bem mais interessantes que as respostas que ele deu. Parece que DM se limitou a responder superficialmente, sem se preocupar com o a amplitude de suas questões. Acho que perdi meu tempo também. Abraço. Dri

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por adriana godoy
2/12/2007 às
12h12

Se é para gastar latim...
"Vanitas vanitatum et omnia vanitas". Se é para gastar latim, deixa eu gastar o meu: acho o Diogo vaidoso, pretensioso e preconceituoso. Mas isso é só a minha opinião...

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por Carlos Santanna
2/12/2007 às
11h10

bonitinho mas ordinário
Lembra muito o Pepe Escobar no auge, quando deu uma entrevista para uma revista brasileira, o cara se achava a única Coca-cola do deserto. É um imitador barato de Paulo Francis até em desprezar Lula. Paulo Francis disse várias vezes que detestava o Nordeste. Diogo é, em suma, bonitinho mas ordinário.

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por Ailton Medeiros
1/12/2007 às
21h51

a empáfia de sempre
Boa entrevista, porém o Diogo continua com a empáfia de sempre e uma inveja freudiana do poder. Sorry. É uma pena pois o Diogo poderia aproveitar melhor o potencial que Deus lhe deu. É um burguês enrustido em outra pele.

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por Adauto
1/12/2007 às
16h39

Haverá inocência?
Tropa de elite confronta o estado crítico da nossa sociedade com seus valores, propõe no antagonismo de sua força legal a perda da essência que defende. A forma como o conflito é estruturado revela em seus silêncios muito mais do que todos os diálogos que foram registrados no seu roteiro. O cenário das ações é um gueto esquecido por Deus e por toda a sociedade, por assim dizer. Os valores que predominam são valores de resistência e instinto. A sociedade organizada chega como colonizadora, lei e ordem e nenhum envolvimento na trama sufoca os nativos da região. Quanta riqueza... Quantas leituras possíveis diante de uma realidade surreal. Vivemos uma luta de classes que beira o genocídio, assistimos a uma mortandade de jovens por relações com o tráfico e as drogas que faz a guerra do Iraque parecer um conflito menor. Quando nos enxergaremos no espelho? Afinal, onde estão os heróis? Quem serão os mocinhos?

[Sobre "Tropa de Elite, de José Padilha"]

por Carlos E. Oliveira
1/12/2007 às
03h56

Julio Daio Borges
Editor

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