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Quinta-feira, 6/12/2007
Comentários
Leitores

Diálogo
Uma análise serena e correta. Chamar a atenção dos novos escritores para o aspecto do acréscimo de algo à sabedoria acumulada é - senão - inédito, muito raro hoje. As letras hoje estão inchadas de emoção e pressa. Esquecemos dos nossos antepassados, esquecemos da herança e principalmente do diálogo. Ele fica estagnado sem o passado. Pobre e no mais das vezes infeliz. Grande lembrança da arte do diálogo através da literatura. Parabéns.

[Sobre "Ensaios de Literatura Ocidental, de Erich Auerbach"]

por Djabal
6/12/2007 às
11h58

a responsabilidade do Diogo
Acho que todos os problemas dessa entrevista, e que a fizeram tão diferente das entrevistas feitas anteriormente, são de responsabilidade do Diogo e não do Julio, pois JDB mostrou-se bem informado, ético e instigante em todos os momentos (o que raro no jornalismo, onde até Jô Soares comete seus deslizes narcisistas).

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por Lúcio Jr
5/12/2007 às
19h20

Banho de água gelada
LEM, sinceramente, o que dá pra perceber é que essas tais "regras" só preocupam o mercado editorial, ou seja, a maioria das editoras, quando se trata de autores iniciantes, pois quando se trata de alguém famoso ou “indicado”, publica-se qualquer tranqueira. Por isso também concordo que há uma necessidade do autor usar de autocrítica antes de se aventurar pela literatura, pois isso é óbvio; entretanto, quando se trata de autor iniciante/desconhecido, as editoras dão um jeito de jogar um banho de água gelada em qualquer esperança de publicação, mesmo que a obra seja de boa ou de ótima qualidade. Abs

[Sobre "Armadilhas da criação literária"]

por Janethe Fontes
5/12/2007 às
14h18

Chumbo neles
Padilha, faz outro filme legal como esse. Precisamos de mais heróis no Brasil. Bandidos e comprador de droga é tudo a mesma coisa.

[Sobre "Tropa de Elite, de José Padilha"]

por Andre
5/12/2007 às
12h59

Guerra civil
"Para declarar enfim a guerra civil". Esta declaração não passaria de uma simples formalidade burocrática. O Rio já está em guerra faz anos. Só faltava o governo encará-la como tal.

[Sobre "Tropa de Elite, de José Padilha"]

por Bruno Larragoit
4/12/2007 às
16h03

Sobre o 11 de Setembro
O 11 de Setembro teve conseqüências fortes na sociedade em que vivemos? Esta é uma pergunta extremamente interessante na qual deveríamos pensar. Afinal, o 11 de Setembro desencadeou duas invasões (uma delas sem o aval da ONU) e um sentimento de paranóia que pode ser a fonte de várias perdas de liberdades individuais (a cidade de Londres, repleta de câmeras nas ruas, ou o fichamento de quem entra ou sai de certos países é uma prova disso), entre outras conseqüências, perceptíveis ou não. Mais do que se interrogar sobre a catastrofe, seria interessante se nos interogássemos sobre as conseqüências deste fatídico dia sobre a sociedade e seu modo de pensar, assim como escritores como Semprun ou Antelme tentaram elucidar os efeitos que tiveram os campos de concentração sobre os homens, não só fisicamente, como também psicologicamente e intelectualmente. Um livro assim seria, na minha opinião, extremamente interessante e marcante.

[Sobre "Homem em Queda, de Don DeLillo"]

por Bruno Larragoiti
4/12/2007 às
15h21

Aversão à tortura
Concordo com o Guga. Esse é um livro que não leria, mesmo que perpasse pelo enredo um ar de protesto velado. Deve ser interessante, mas a minha aversão à tortura e à crueldade é mais forte que a curiosidade. Basta o que vivemos e ainda estamos por viver. Constatar o que o ser humano é capaz em relação à crueldade ainda me assusta e muito. Mas não deixa de ser uma resenha muito bem escrita.

[Sobre "Romance quebrado de uma era fraturada"]

por Adriana
4/12/2007 às
10h51

sim, eu me lembro dele
Julio, parabéns pelo inteligente monólogo. Diogo foi uma das grandes promessas seguidas de frustração da literatura brasileira: sim, eu me lembro dele na Istoé Senhor do início dos anos 90 (Istoé do Mino Carta que o atacou, posteriormente, da mesma maneira cruel que ele ataca as pessoas).

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por Lúcio Jr
4/12/2007 às
07h31

Vandré...
Alma, primeiro termo que me lembro ao ouvir "De América"... Alma reside em pessoas, nunca em músicas. Essa música conseguiu incorporar a alma de seu próprio produtor, exalando não suas conquistas, muito menos protestos ou ideais, mas sim o que sempre quis ele passar, a essência que os bons ouvintes precisam para caminhar afrente... No entanto, se prestarem mais atenção na música, poderão perceber leves protestos, contradizendo o que disse acima. Se trata do âmbar de sua vida, seu protesto é sua alma, a vontade de voltar a pátria, a dor do patriota, ao saber que pega fogo lá, que arde belas florestas e corações vis... Poderemos sentir, a dor de existir, a dor da saudade, o pessimismo, o ideal de toda uma vida.... Uma música com vida!!! Para finalizar, Vandré triplica a emoção e coloca não só uma, mas três vozes com alma na música, triplicando a emoção e alma e tornando talvez a melhor música do mundo, aquela que mescla cultura nordestina, ideais, vida, emoção, simplicidade... Fé

[Sobre "Geraldo Vandré, 70 anos"]

por Rodolpho - Goiânia
4/12/2007 à
01h07

Ostracismo pra ele
Ele tem razão: só tem notoriedade por que escreve na Veja, se escreve-se num blog estaria no ostracismo. Limitado a visitas ocasionais de desavisados que não tornariam a visitá-lo.

[Sobre "Diogo Mainardi"]

por Juca Almeida
3/12/2007 às
18h00

Julio Daio Borges
Editor

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