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Segunda-feira, 2/5/2011
Comentários
Leitores

A música era melhor mesmo
Gostei do seu texto! Também sou fã da música dos anos 60/70, apesar de procurar conhecer mais as músicas da minha época, pois concordo com o seu "E nostalgia de um tempo que não se viveu, é uma coisa bem idiota." É verdade. Mas a música era melhor mesmo, e isso porque a música reflete o momento social da época. Nos anos 60/70, o mundo estava mudando, e os artistas acompanhavam essa mudança na sua arte. Hoje, o mundo ainda está mudando, mas de outra forma. Não são grandes mudanças sociais, políticas, ideológicas. Hoje, a mudança do mundo é na informação, na tecnologia, na velocidade com que tudo acontece. E a música acompanha. A música hoje é produzida e consumida rapidamente, perdendo, assim, na sua qualidade. Se você procurar, ainda vai encontrar bons músicos à moda antiga, mas infelizmente não dá pra esperar que a música volte a ser como antes. Infelizmente, ou não. Abs!

[Sobre "O negócio (ainda) é rocão antigo"]

por paula
2/5/2011 às
18h25

Uma ministra despreparada
Muito boa a tua perspectiva acerca do tema. Realmente esse projeto é vergonhoso! Apenas um detalhe: Vale lembrar que o problema aqui não é da dita "Era Lula", pois nos últimos oito anos o investimento principal foi na democratização do acesso aos bens culturais, havendo uma descentralização da aplicação dos recursos, e a valorização de artistas locais. Não esqueço da vergonha do Cirque du Soleil, mas de um modo geral a política cultural, inexistente na época do PSDB, melhorou muito com o governo do PT. O que acontece, agora, é que temos uma presidente mais preocupada com o desenvolvimentismo, e menos ligada aos aspectos culturais, e que colocou na direção do ministério de cultura uma pessoa despreparada, com um histórico mais do que discutível na área cultural, associada desde sempre aos grandes interesses. O problema, então, foi o afastamento do atual governo das antigas diretrizes adotadas pelo ministério nos últimos anos, e não a continuidade.

[Sobre "O escandaloso blog de poesia de Maria Bethânia"]

por Daniel
2/5/2011 às
11h22

Quadrante e Devaneio
Parabéns Julio, pelo tema, pelo texto e pela coragem de explicitar tua posição. Ao preço dessa pronúncia eu não gostaria de macular o lirismo e o despojamento da minha poesia. Saudades do "Quadrante" do Paulo Autran e parabéns ao "Devaneio" de Juca de Oliveira.

[Sobre "O escandaloso blog de poesia de Maria Bethânia"]

por Manoel de Andrade
1/5/2011 às
08h45

Nem um milhãozinho?
Pois é, pois é, pois é! Para nós, que batalhamos há mais de quatro anos com blog de cultura (escrevemos contos), não sobrou nem um milhãozinho? Foi mesmo uma piada de muito "mau gosto".

[Sobre "O escandaloso blog de poesia de Maria Bethânia"]

por Manoel Amaral
29/4/2011 às
21h34

Um pouco esperançosa
Meu Deus, ainda existem homens românticos... depois de ler esse texto maravilhoso, até me senti um pouco esperançosa. Porque, para mim, não basta viver, tenho que amar. Amar é fácil como respirar, mas, após perder um amor, a respiração se torna difícil. Nada mais faz sentido, é melhor fugir... não é?

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Nathália
28/4/2011 às
21h40

Fazendo um tipo
É o retrato da hipocrisia, dos que se dizem cultos e bem informados, mas que só querem mesmo é "fazer um tipo". Perfeito!

[Sobre "Bar ruim é lindo, bicho"]

por Ana Luiza
28/4/2011 às
13h29

Sensacional!!!!
Sensacional!!!!

[Sobre "Bar ruim é lindo, bicho"]

por Tania Aires
28/4/2011 às
11h16

Uma criticazinha
Só eu que achei que ele está sendo irônico nesse texto? Uma criticazinha aos "meio intelectuais, meio de esquerda"?!

[Sobre "Bar ruim é lindo, bicho"]

por Zuza
28/4/2011 às
10h03

Uma precariedade
Abolir a língua estrangeira iria retardatar "ainda mais", porque o inglês está sendo uma língua universal. Convenhamos que, no Brasil, existe uma precariedade.

[Sobre "Estrangeirismos, empréstimos ou neocolonialismo?"]

por Natasha de Oliveira
27/4/2011 às
17h53

Congressos científicos?
Os congressos científicos no Brasil se transformou em uma indústria. Pra começar, os organizadores não lembram que a maioria dos participantes são pessoas de pouca renda: desprezam as instalações das universidades e promovem os congressos ou em hotéis 5 estrelas ou em centros de convenções luxuosos e na parte mais cara da cidade. Um almoço não sai por menos de R$50 e, dependendo do local, não dá pra ir de ônibus e é preciso pegar táxi. Somando as despesas todas, hotel, passagens, ir a um congresso sai por mais de R$1.000. E detalhe: muitos participantes não contam com o auxílio de instituições de ensino ou de fomento à pesquisa. E lá vão os coitados pagar as despesas do próprio bolso.

[Sobre "Quanto custa rechear seu Currículo Lattes"]

por Teresa Silva
27/4/2011 à
01h44

Julio Daio Borges
Editor

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