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Quinta-feira, 10/1/2008
Comentários
Leitores

Será que não é bom mesmo?
Percebo é que existe muito preconceito contra este tipo de literatura, porém, dentro de minha casa, convivo com um menino de 11 anos que tem a coleção completa dos livros de Harry Potter. Lembrando que meu filho Vinicius começou a gostar de ler os gibis de Mauricio de Souza e hoje lê mais de 700 páginas de aventuras, pois já li os livros de Harry, indicados pelo Vinicius. Ele se expressa muito bem, tem desenvoltura de linguagem e dá show quando explica alguma situação dos livros que lê com palavras que nem eu mesma conheço. Se ler Harry Potter não é bom, então o que é??? Esta literatura forçada pelos professores é desinteressante e sem graça prá eles. E confesso que até pra mim, que faço Letras e adoro ler...

[Sobre "Em defesa de Harry Potter"]

por Agda
10/1/2008 às
20h59

Sombra do vento?
Caríssimo Ricardo! Terminei de ler o livro: "A Sombra do Vento" e achei excelente. Fiquei curiosa em relação ao título. O que será que significa "A Sombra do Vento"?

[Sobre "A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón"]

por Selena Menezes
10/1/2008 às
20h58

Machado de Assis já dizia:
"... qualquer um pode notar com que largos intervalos aparecem as boas obras, e como são raras as publicações seladas por um talento verdadeiro. Quereis mudar esta situação aflitiva? Estabelecei a crítica, mas a crítica fecunda, e não a estéril, que nos aborrece e nos mata, que não reflete nem discute, que abate por capricho ou levanta por vaidade; estabelecei a crítica pensadora, sincera, perseverante, elevada, - será esse o meio de reerguer os ânimos, promover os estímulos, guiar os estreantes, corrigir os talentos feitos; condenai o ódio, a camaradagem e a indiferença, - essas três chagas da crítica de hoje, - pondo em lugar deles, a sinceridade, a solicitude e a justiça, - é só assim que teremos uma grande literatura." Machado de Assis, no texto "O Ideal do Crítico"

[Sobre "Novos escritores? Onde?"]

por Laucio Evaristo
10/1/2008 às
19h44

O Coringa.
Guga, esse texto ficou muito bom, tem umas partes até melodiosas. E concordo com você, o tropicalismo foi um movimento importante para o conhecimento da cultura da América Latina. E tudo que aqueles jovens, que vieram principalmente do Nordeste, talvez quisessem era apenas bagunçar o coreto, gritar que é possível ser livre e latino americano com muito orgulho. Gostei muito do texto, da retrospectiva curta que você fez, da representação de tantos nomes, a partir do parágrafo 9 o texto vira uma enciclopédia tentando abarcar tudo e todos que participaram. Mas o que mais gostei mesmo foi do desenho do Caetano Coringa, não dá para pensar que certamente ele estava no lugar certo, na hora certa.

[Sobre "Tropikaos"]

por Bia Cardoso
10/1/2008 às
09h34

Niemayer acertou em cheio
Oscar Niemeyer é tão excepcional que merece elogios e muitas críticas. Certamente o autor do texto não conhece o nosso pequeno e tão visitado "Mirante" da Ilha Porchart na cidade de São Vicente-SP. No topo da Ilha, majestoso, é o espetáculo que espia outro espetáculo: cidades e praias da Baixada Santista. A TV de Santos costuma ir até lá para dizer "estamos em Santos", quando na verdade estão na cidade acima citada. O artigo faz jus à fama do arquiteto, pois quanto ao nosso monumento ele acertou em cheio.

[Sobre "Niemeyer e a unanimidade"]

por Gelza Reis Cristo
9/1/2008 às
20h37

I had the time of live
A primeira vez que vi esse filme adorei. É um filme bom, mas o que eu mais gosto é a música "I had the time of live". Não me canso de ouvir essa música.

[Sobre "Dirty Dancing - Ritmo Quente"]

por Sílvia Margarida
9/1/2008 às
18h20

Meta para 2008
Tenho que aprender inglês, de verdade! Meta para 2008. Que merda! Entendi quase nada! Se fosse francês...

[Sobre "Previsões para 2008"]

por Adriana Godoy
9/1/2008 às
11h05

Gostei do cara
Muita sensibilidade e sabor neste texto. Andei passeando no blog do João (que nem sei quem é) e tem muita coisa boa por lá. Vale a pena dar uma conferida. Gostei do cara. Beijo. Dri

[Sobre "Esses foram dias felizes"]

por Adriana Godoy
9/1/2008 às
11h03

Respostas
Vamos por partes. Verônica e Cris, obrigado pelos comentários. Acho que vocês captaram bem meu ponto de vista. Raphael, você provavelmente não leu este trecho do texto: "Não enfoco minhas críticas no campo ideológico ou em planos de governo, mas, sim, na nossa máquina da corrupção, que, convenhamos, é apartidária". Eu leio todos os dias sobre politica há algum tempo. Me aprofundei nisso, pois faz parte do meu trabalho. Claro que busco distância e isenção nas análises pois não quero contaminar meu trabalho, mas seria no mínimo ingênuo não reconhecer que os politicos se equivalem no quesito ética. Ou falta de ética, melhor dizendo. Samuel, falta começar a inverter o processo. Na minha visão a única maneira de começar é: 1) acabar com a impunidade. 2) fazer com que o brasileiro se preocupe menos com o Big Brother e seja mais cético e vigilante. Falando assim até parece simples, mas serão algumas décadas até conseguir mudar essa realidade.

[Sobre "Preconceitos"]

por Diogo Salles
9/1/2008 às
10h04

Falta o que?
Adorei teu texto Diogo, bem articulado. Realmente concordo contigo. Porém as pessoas têm preconceito também daquilo que elas não conhecem, apesar de termos "ladrões à solta em Brasília", há um abismo muito grande entre povo brasileiro e a política brasileira; entendo que, para ambos, há falta de base (ou vergonha, melhor dizendo): do lado dos políticos, ninguém responsável para assumir os problemas nacionais e procurar revolvê-los; e, do outro, uma massa brasileira pouco crítica, não reflete sobre os assuntos nacionais e só querem ver pessoas se pegando no Big Brother... Agora lhe pergunto: o que falta para mudar tudo isto? Abraços.

[Sobre "Preconceitos"]

por Samuel Delgado
8/1/2008 às
23h37

Julio Daio Borges
Editor

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