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Domingo, 3/2/2008
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Leitores

Rafael, o chato
Rafael é aquele cara chato que levanta no meio da festa e faz todo mundo chorar com seu discurso. Pô, eu tenho uma imagem a zelar, não me faça perder a fama de exemplo em virilidade que adquiri no longo dos anos me reduzindo a um velho babão com aguinha saindo do nariz. Seu, seu, inconveniente. =]

[Sobre "Minha segunda vez"]

por Eduardo
3/2/2008 às
22h51

Cronizar seu interior
A crônica não deveria se afastar de uma boa análise de manifestações que assolam o homem. Ela prende a atenção e se relaciona com casos históricos apimentando a si mesmo e o leitor, obtendo uma "contra-transferência". Nada se iguala a isso.

[Sobre "Onde moram as crônicas"]

por calypso escobar
3/2/2008 às
13h39

felicitaciones por su visión
felicitaciones Eduardo: por su visión.

[Sobre "Uma verdade incômoda"]

por jose luis
1/2/2008 às
23h49

É famoso, todo mundo assiste
O problema da Globo de utilizar Jô Soares e outros apresentadores como a Ana Maria Braga é a confiança da população nesses nomes: o programa pode ser de péssima qualidade, culturalmente falando, mas só por ter aquele apresentador que prestava em outra emissora ou que tem um nome conhecido, todo mundo assiste.

[Sobre "Anti-Jô Soares"]

por Thais Conde
1/2/2008 às
21h24

Por que será?
Uma série de reflexões bem consideradas. Mas, por que será que quem consegue ser considerado escritore, tende a querer desestimular quem escreve e não tem tal status ou está começando?

[Sobre "Cartas a um jovem escritor"]

por Edson B. de Camargo
1/2/2008 às
19h41

Quase todo mundo não é
Realmente, escrever poesia é fácil, difícil é escrever poesia de verdade. "Poeta" existe de monte por aí. Na verdade quase todo mundo se julga poeta, e... quase todo mundo não é.

[Sobre "Como escrever bem – parte 3"]

por João Batista dos San
1/2/2008 às
19h05

Falta o Rafa
Rafa, concordo com você em quase tudo (modestamente, discordo na parte que me toca...). Mas acho que você se esqueceu de incluir aí um certo Rafael Rodrigues, colunista de primeira linha do DC. Valeu mesmo, abraços!

[Sobre "Minha segunda vez"]

por Guga Schultze
1/2/2008 às
14h27

agradecimentos emocionados
obrigada, Rafa! pra variar, gentil! beijo nocê

[Sobre "Minha segunda vez"]

por ana elisa ribeiro
1/2/2008 às
12h07

gostei de suas indicações
Legal, Rafael, gostei de suas indicações. Acho que li todos os textos e é isso mesmo! O pessoal do DC está de parabéns! E vc, ainda mais, pelo seu trabalho. Abraço.

[Sobre "Minha segunda vez"]

por Adriana Godoy
1/2/2008 às
10h00

Bate-volta
"Vende-se um curso de datilografia": Eu também fiz. Era início da década de 1990. Dona Amélia era minha professora, dava aulas de datilografia e crochê. Fiz os dois cursos ao mesmo tempo. Formação profissional ou para ser uma dona de casa exemplar? Conflitos do mundo moderno. Ah, se a fita da máquina acabasse, a gente não podia trocar. Ela ia lá, puxava um pouquinho pra trás, pra economizar. Se ela ouvisse o barulhinho da fita voltando, podia saber: a bronca ia vir forte!!!; "Ambidestros": Sou canhota. Quer dizer, quando escrevo, faço isso com a mão direita. Mas a agulha de crochê e o mouse uso com a mão direita. Será que isso é culpa da Dona Amélia?; "Lateralidade": Papo de doido no trânsito: "Vira à direita". "Não, essa direita não, a outra!!!"; "Usos e costumes": Detesto carteira de canhoto. Não sei me sentar nesse troço.; "Meu lado": Mesmo sozinha, na cama king, durmo do mesmo lado: o lado da luminária!!!; "Notas e gráficos": Gente, nunca vi isso! Agora, me conta pelamordedeus, o que é "coro"?

[Sobre "Mínimas"]

por Ana Elisa Novais
1/2/2008 às
09h55

Julio Daio Borges
Editor

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