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Sexta-feira, 15/2/2008
Comentários
Leitores

Meus Anos Incríveis
Que legal poder escrever aqui um comentário sobre esta série maravilhosa que marcou a vida de todos nós. Assisti a série (infelizmente não todos os capítulos) por duas vezes na TV Cultura. Sempre me identifiquei muito com o Kevin e hoje, com meus 32 anos de idade, eu também faço como ele, olhando o passado e recordando os meus próprios anos incríveis. O Colégio Estadual em que estudei aqui lembrava muito o Ginásio Robert F. Kennedy, e tive também a minha Winnie, o melhor amigo, as festas da escola, etc. Um episódio que me marcou muito foi "O Professor de Matemática", em que ele vem a falecer. Tive aqui também, no Ginasial e no Colegial, duas professoras, de Inglês e Biologia, que infelizmente faleceram e isso marcou muito. Há aqui na cidade um bairro residencial no estilo subúrbio americano e gosto de passear lá pois me faz lembrar do bairro da família Arnold. Enfim, uma série pra não se esquecer jamais. O meu sonho é ainda obtê-la completa em DVD, um verdadeiro legado para o futuro.

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Ricardo
15/2/2008 às
09h58

Saudades do Grande Amor
Me identifiquei muito com esse texto, por incrível que pareça estava com todos os meus sonhos acabados, devido à perda de um grande amor... Depois de ler esse texto, percebi que as coisas e os nossos sentimentos muitas vezes podem nos fazer sofrer... Mas amor que é amor não nos faz sofrer... Podemos sim encontrar outro amor, por que não? Eu jamais esqueci e esquecerei o meu grande amor, por mais que eu sofra, é ele que eu amo e será sempre ele o meu Grande Amor... Ouvi uma frase e acho que ela se encaixa muito nisso: "O nosso 1º e grande amor será sempre o último!". Não adianta: pode passar o tempo que for, sempre nos lembraremos daquela pessoa que, por alguns instantes, nos fez sentir a pessoa mais feliz, e importante, do mundo.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Kah Art
15/2/2008 às
08h44

Em defesa do velho Orkut
Concordo que as pessoas utilizem o orkut pra "fuçar" na vida dos outros, mas é plenamente aceitável q vc tenha um perfil debilmente cadastrado, principalmente pra poder se comunicar com o mundo, e assim conhecer pessoas que estão distantes de vc, ampliando horizontes, e conhecendo o desconhecido. Ingênuo é aquele que entra no orkut achando que vai ficar no anonimato. Ninguém disse que os sites de relacionamentos são privados... não que eu me lembre. Se quer privacidade, leve seus amigos pra casa e feche as portas. O que as pessoas vêem no meu orkut é o que qualquer pessoa pode saber. Não sou viciado em Orkut e já o tenho há mais de 3 anos. Entro lá, vejo os recados dos amigos, respondo, deleto... e, depois, a vida continua. Se não consegue dominar a si mesmo... aí qualquer coisa que vc fizer será um problema. Abraço a todos

[Sobre "Adeus, Orkut"]

por Benicio
15/2/2008 às
08h29

desenho
Alta sensibilidade e a possibilidade de comunicação em diversas redes, eis um desenho que nasce da inspiração.

[Sobre "Desenhos de Reunião"]

por manoel messias perei
15/2/2008 às
04h57

O sorriso dos vilões
Guga, sempre vi este maniqueísmo como uma forma de conferir importância ao ordinário. Circunstâncias transformam o bom do predador no mau das feras, na maioria dos casos é uma situação empática. As virtudes do herói são os desejos do homem comum com um pouco menos de coragem. O herói é o alter ego do homem comum confinado na sua realidade monótona e ordinária. O herói é tão chato e previsível que muita gente já percebeu que sua porção verossímil se encontra no vilão. Rir é sobretudo esgarçar a cena até que não haja sentido, provocar o desequilíbrio do razoável. Rir é rir de si, na porção atingida por aquela ruptura da ordem montada, do inusitado, do exagero, tolos que somos... Os vilões como metáfora da própria gênesis ri de nós.

[Sobre "É, não ser vil, que pena"]

por Carlos E. F. Oliveir
15/2/2008 à
00h50

Vandré, aquele abraço!
Desde garoto ouvia falar de Geraldo Vandré. Quando ouvi sua canção "Disparada", fiquei impressionado com a linda letra e música. Conheço outras canções de sua autoria e espero ver, quem sabe, um dia, Vandré retornar ao mundo artístico. Um abraço de seu admirador. Élcio

[Sobre "Geraldo Vandré, 70 anos"]

por Élcio Luiz Mansur
15/2/2008 à
00h01

Nem morrendo...
Vim parar aqui por indicação depois de minha irmã ler uma postagem minha onde digo que dou meu reino por um instante de silêncio. Ahn... Gosto não se discute, lamenta-se, né?! Em muitas vezes, eu acho que sim. Porque certas coisas são ruins, e ponto. Sobre simplificar as partituras, tô caminhando pra isso... Se certos "músicos" desaparecessem eu já ficaria contente... Ish, mas o estrago feito eles não levariam embora, humpf... Nem morrendo os sacanas dariam sossego, aff...

[Sobre "Algumas notas dissonantes"]

por Gabriela Galvão
14/2/2008 às
17h33

bela e maduramente
Sou citado por Márcio-André nessa entrevista que ele responde bela e maduramente, chegando a reformular as próprias perguntas quando seus pressupostos de reflexão se mostram radicalmente distintos - tal reformulação é digna e ética, posto que não evita, senão adentra, as questões propostas.

[Sobre "Márcio-André"]

por Ronaldo Ferrito
14/2/2008 às
15h44

Não convidados
Diria: todos os não convidados fossem tão bem comportados.

[Sobre "Baratas"]

por Elen
14/2/2008 às
12h35

um dos melhores textos do País
Maravilhosa entrevista esta com o Ruy Castro, que considero um dos melhores textos do Brasil, para usar um jargão jornalístico e uma pessoa, sem conhecer pessoalmente, que transparece simpatia e elegância... Seu texto é fluido e uma delicia de ler... Quero também, como os outros comentaristas acima, ler Era no Tempo do Rei... Imagino que deva ser coisa finissima como tudo que ele faz.

[Sobre "Bate-papo com Ruy Castro"]

por Ana L.Vasconcelos
14/2/2008 às
12h23

Julio Daio Borges
Editor

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