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Sexta-feira, 15/2/2008
Comentários
Leitores

Escrever bem é uma arte
Escrever bem é uma arte, não é para qualquer um. Vou escrever um livro, mas estou nos ensaios ainda. Tem que ser algo que tenha algum valor, e que, acima de tudo, me dê prazer...

[Sobre "Como escrever bem – parte 3"]

por Luiz
15/2/2008 às
15h12

o Geringer, na CBN
"Como se estivéssemos, ainda, a caminho da profissionalização". Hoje mesmo eu ouvi o Geringer, na CBN, narrando uma fábula para negócios, cuja moral deve ser contemporânea da primeira ação capitalista da Era Moderna. Sem dúvida, ele é profissional. Bem profissional. Mas parece que vivemos na eterna profissionalização - a partir do que ele ensina. Deve haver uma razão pra isso. Talvez estejamos, mesmo, ainda no processo. Menos o Max, ele é profissional. É interessante a perenidade do mestre profissional sobre os eternos alunos.

[Sobre "The Engaging Brand, de Anna Farmery"]

por Guilherme Montana
15/2/2008 às
15h11

Papo comigo
Caro Julio, A entrevista ficou muito boa. Obrigado a você e à comunidade literária. Estou recebendo muitos elogios por e-mail, graças à dvulgação que está sendo feita no Digestivo Cultural... Abraços e muito obrigado mais uma vez!

[Sobre "Papo com Valdeck A. de Jesus"]

por Valdeck Almeida de J
15/2/2008 às
13h21

Verve, atitude e dignidade
A Confraria do Vento é um ponto luminoso nesse mar de m... cercado de açougues metafísicos e departamentos pessoais de marketing literário confundidos por muitos com literatura, o Márcio possui verve, dignidade e projeto (no sentido taoísta do termo). Ele, o Victor, a Karinna e o Flávio Viegas estão a anos luz de toda essa m... (que é inclusive citada por Flaubert em suas cartas, ela é mais do que um sintoma, é a anti-poesia). O meu nome-gaiola é citado na entrevista, sou apenas mais um martelinho tentando furar a geleira... A Confraria é um machado.

[Sobre "Márcio-André"]

por Marcelo Ariel
15/2/2008 às
13h18

apesar dos políticos...
Muito bom conhecer pessoas como o Valdeck Almeida. A entrevista é um exemplo de que nós, brasileiros, podemos, sim, lutar e vencer na vida, apesar de todos os problemas que os políticos nos causam. Estudar ainda é uma saída muito importante, e exemplos como o do escritor entrevistado merecem ser seguidos. Pena que nossa sociedade nem sempre apóie iniciativas de verdadeira inclusão social. É muito fácil ficar reclamando da sorte, colocando a culpa da derrota nos outros, sem sair do lugar confortável para lutar, lutar e lutar. Parabéns ao Julio pela brilhante condução da entrevista.

[Sobre "Papo com Valdeck A. de Jesus"]

por Roberto Passos Alenc
15/2/2008 às
13h18

Nova utopia, já!
"O pós-modernismo cansou" é uma grande frase, Julio. A pós-modernidade prometeu muito mas está oferecendo muito pouco. Ou realmente "voltamos" ao moderno, como vc propõe no seu texto, acho que até ironicamente, ou teremos que inventar uma nova plataforma de sobrevivência com a máxima urgência. Porisso resolvi publicar o meu livro sobre o movimento hippie (o "Albatroz") logo agora: para lembrar que precisamos de uma utopia que nos liberte dessa pós-modernidade vazia - precisamos de uma nova utopia para caminhar.

[Sobre "Mário de Andrade pela Agir"]

por Joel Macedo
15/2/2008 às
12h59

O Deus que não vemos
Infelizmente somos influenciados pelo nossos País e pelo fundamentalismo que nos rodeia, concordando com o sr. Almir. Por que acreditar em um Ser que não vemos? Por que atribuir nossa essência a este Ser? Quando será que o sólido se volatizará, o sagrado será profanado e os homens, finalmente, serão obrigados a encarar com sobriedade, e sem ilusões, sua vida na Terra?

[Sobre "Deus, um delírio, de Richard Dawkins"]

por Ademar Costa Neves
15/2/2008 às
12h04

Poizé
Machado de Assis nunca saiu do Rio...

[Sobre "Se um dia, uma culta viajante..."]

por Ana Elisa Novais
15/2/2008 às
11h33

Márioswald 2008
A propósito, Oswald de Andrade também teve sua biografia relançada (por Maria Augusta Fonseca) e saiu também outra edição do volume de crônicas Telefonema, aumentado. Por curiosidade, Oswald usou nas crônicas a frase "não li e não gostei", atribuída hoje ao estilo de Paulo Francis. Sobre o filme de Joaquim Pedro (que resgatou a chanchada, misturou-a com crítica social e fez Glauber dizer que o cinema novo morreu), vale a pena lembrar que o filme saiu recentemente em DVD comemorativo luxuoso, com um extra e muitos comentários, incluindo Carlos Drummond de Andrade (que fica feliz por ter vivido para vê-lo) e Heloísa Buarque de Holanda (que fez uma ponta no filme).

[Sobre "Mário de Andrade pela Agir"]

por Lúcio Jr
15/2/2008 às
10h04

Meus Anos Incríveis
Que legal poder escrever aqui um comentário sobre esta série maravilhosa que marcou a vida de todos nós. Assisti a série (infelizmente não todos os capítulos) por duas vezes na TV Cultura. Sempre me identifiquei muito com o Kevin e hoje, com meus 32 anos de idade, eu também faço como ele, olhando o passado e recordando os meus próprios anos incríveis. O Colégio Estadual em que estudei aqui lembrava muito o Ginásio Robert F. Kennedy, e tive também a minha Winnie, o melhor amigo, as festas da escola, etc. Um episódio que me marcou muito foi "O Professor de Matemática", em que ele vem a falecer. Tive aqui também, no Ginasial e no Colegial, duas professoras, de Inglês e Biologia, que infelizmente faleceram e isso marcou muito. Há aqui na cidade um bairro residencial no estilo subúrbio americano e gosto de passear lá pois me faz lembrar do bairro da família Arnold. Enfim, uma série pra não se esquecer jamais. O meu sonho é ainda obtê-la completa em DVD, um verdadeiro legado para o futuro.

[Sobre "Anos Incríveis"]

por Ricardo
15/2/2008 às
09h58

Julio Daio Borges
Editor

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