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Segunda-feira, 20/6/2011
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Leitores

O ápice intelectual
Nota interessante e relevante acerca do tema do artigo. Porém não vejo mal algum em desejar conhecer filosfia, literatura, música e teatro. Não é nessessário ficar 4 horas por dia lendo uma página filosófica, a não ser que se tenha muito tempo disponível para fazê-lo. Esse texto faz uma crítica correta aos que buscam falsamente o ápice intelectual, porém gera um entrave investigatório e curioso de jovens que amam o conhecimento. Parabéns pelo artigo.

[Sobre "Como parecer culto"]

por Alexandre alves trin
20/6/2011 à
01h14

Gostei demais!
Que idéia inteligente! Parabéns! Gostei demais!

[Sobre "Camuflagem para e-readers"]

por Ciça
19/6/2011 às
18h02

Uma outra lógica
Discordo também da crítica. Adorei o filme. E filme é filme.... funciona dentro de uma outra lógica. No caso específico de Bastardos Inglórios o diretor subverte a história mostrando que poderia ter sido diferente. Rita

[Sobre "Inglourious Basterds, de Quentin Tarantino"]

por Rita Guimarães
19/6/2011 às
12h29

Um texto eterno
Um texto eterno, de compreensão e incentivo. E de alívio, para aqueles que querem mudar e tem coragem para fazer o que gostam. Parabéns!

[Sobre "Como começar uma carreira em qualquer coisa"]

por Cilas Medi
18/6/2011 às
18h04

Bolsonaro é minoria
O curioso é que isso tudo acontece num país que tem a maior Parada Gay do mundo (São Paulo, com mais de 2 milhões de participantes), realizada com todo apoio governamental, além de existirem outras Paradas Gays nas maiores cidades do país. Essas manifestações são realizadas sem conflito com a sociedade, demonstrando que esta está madura para a questão. Que mal faria um beijo homossexual? Bolsonaro é representante de uma parcela da sociedade e não deve ser calado, mas apenas dimensionado como representante de uma pequena minoria.

[Sobre "Maurice"]

por José Frid
18/6/2011 às
17h02

Viver de acertos
Ter a ferramenta "desfazer" é o desejo de todos. Entretanto, como saber o momento certo de acioná-la? Que caminhos, decisões escolher depois de acionado o "desfazer"? Continuaríamos precisando viver de acertos. Precisaríamos ter também o "refazer", isto é, voltar ao ponto atual. Mas nessas idas e vindas a vida não ficaria parada? E essa paralização seria um acerto ou um erro?

[Sobre "Pressione desfazer para viver"]

por José Frid
18/6/2011 às
12h56

Os objetos do pecado
Acredito que vale a pena se tornar um pecador. Um pecadinho desses é passível de perdão. No entanto devemos observar que enquanto um objeto real que terá suas páginas amareladas, com o tempo somente será apreciado por um verdadeiro devoto da literatura. Um falso leitor jamais gastará seus reais para encher uma estante de objetos recheados de palavras. Agora com os objetos do pecado, será possível carregar dezenas, centenas e quem sabe milhares de obras. Uma coisa é fato, a literatura é uma arte que poucos sabem como apreciar. Aqueles que sabem, independente do meio, jamais deixarão de estimá-la. Agora quem não sabe, não é preciso dizer nada!

[Sobre "Cheiro de papel podre"]

por Vanderley Matias
17/6/2011 às
20h36

Reconstituição histórica?
Discordo desta crítica. O universo de Tarantino é composto exatamente pelos pontos supostamente negativos de Bastardos Inglórios. A formação pop do diretor é a matéria prima do seu trabalho. Ninguém nunca quis aprender História com seus filmes, e cobrar isto de um filme cuja proposta é subvertê-la (Hitler é assassinado!), é pedir algo incoerente. Representar personagens como HQs da Marvel também é algo totalmente aceitável de quem fez isso em todos os seus filmes. Não há profundidade em nenhum personagem de seus filmes anteriores. Há assassinos que declamam trechos inexistentes da Bíblia, ou biografias contadas em animações "mangá", ou mesmo um filme que se inspira em literatura "pulp". Ou um fabricante oriental de espadas retirado de uma série de TV! Complexidade psicológica é para Bergman, não para Quentin Tarantino. Reconstituição histórica? Num filme onde Hitler e a cúpula nazista são assassinados num incêndio de cinema? Não, não iremos aprender História com Tarantino.

[Sobre "Inglourious Basterds, de Quentin Tarantino"]

por Juca Azevedo
14/6/2011 às
14h21

Argumentos interessantes
Muito bacana, Diogo! Apesar de essa estar longe de ser a minha lista, seus argumentos são interessantes, e bem explicados! Abração!

[Sobre "6 pedras preciosas do rock"]

por Francisco Del Rio
13/6/2011 às
16h24

Acho esporte uma babaquice
Minha discordância do autor está em uns poucos pontos: 1) Eu pratico Taekwon-do por necessidade de manter o corpo em forma, e por gostar de lutas; 2) Gosto de xadrez porque é um jogo de raciocínio puro, e não apenas jogo, mas uma ciência exata. No mais, acho esportes uma babaquice, torcer para um time e ficar discutindo quem fez o gol ou quem vai para a final é um sinônimo de burrice e o conceito de que "esporte é saúde" tem de ser revisto: já ficou provado por médicos americanos que esforços excessivos são prejudiciais ao coração. Minha terceira discordância: por época da copa e das olimpíadas estarei em casa estudando ou pintando, e torcendo CONTRA o Brasil em todas as provas.

[Sobre "A Empulhação Esportiva"]

por Gil Cleber
13/6/2011 às
14h11

Julio Daio Borges
Editor

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