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Segunda-feira, 3/3/2008
Comentários
Leitores

Resposta
Por sinal, li um texto de Fabio Silvestre Cardoso na "Piauí" que era inesquecível. Só não me lembro do que tratava...

[Sobre "Daniel Piza na Imprensa"]

por Daniel Piza
3/3/2008 às
19h00

Grudado nos seus escritos
Pilar, nunca (palavra inenusável) ri tanto e desejei ter escrito tudo que li, você é fenomenal. A partir de hoje vou grudar-me ao seus escritos. Aplausos de calypso

[Sobre "Pagã or not pagã, that's the qüestã"]

por calypso escobar
3/3/2008 às
15h32

escravidão intelectual
O Guga, quando escreve, deixa resquícios do seu pensamento por bastante tempo. Estou comentando um texto seu de janeiro recém-passado. É que esse assunto me interessa muito, gosto disso, até escrevi um livro, ainda não publicado, como sempre, sobre a intrigante dúvida humana. Penso que religião, política, sexo e outros temas que são feitos tabus, devem sim ser discutidos, analisados e se possível renovados e melhorados. Caso contrário, seremos sempre os acomodados. O Richard Dawkins escreveu um livro bom, apesar de muito longo; outros já falaram sobre isso e estão corretos, precisamos alertar para os grilhões religiosos que nos prendem e nos escravizam, como faz a política. Política e religião são os maiores responsáveis pela escravidão intelectual dos humanos. Em tudo há essas amarras! Acredito, juro, que a Bíblia deveria ser reescrita, tirando o ranço dos ensinamentos errôneos e brutos ditados pelos escritores religiosos, antigos e ignorantes, até pelo tempo em que viveram...

[Sobre "Ciclones sobre a cruz"]

por I. Boris Vinha
3/3/2008 às
11h24

Não existe um melhor jornal
Os melhores jornais do Brasil são aqueles que dão ao público o que ele quer ler. Como gosto de esportes, para mim o melhor jornal é o Lance!, que chega todos os dias a minha casa e me traz as informações das quais preciso. Para quem gosta de economia, o melhor jornal será o Valor ou o Estado de S. Paulo. Não existe um melhor jornal, existe um gosto diferente pela leitura. [São Paulo/SP]

[Sobre "Promoção Os Melhores Jornais do Mundo"]

por Letí­cia C. Mendes
3/3/2008 às
10h26

Vejam, o Mestre Iluminado!
Quer dizer que ás vezes sou um chato intrometido e ninguém me quer ouvir?? Buaaaaaaaaaaaa! E eu que pensei que todos gostavam tanto de minha sabedoria... e que era por isso que se calavam todos... para me escutar :) Afinal, estavam a rogar pragas para eu ir embora... Não quero ser Mestre assim! Ficarei em meu canto/blog com minha sabedoria e quem necessitar dela que venha até mim. Ser intrometido não está com nada, mas todos têm direito a sua opinião seja ela formada em que bases for e tem todo direito em exprimir sua visão do assunto. Agora a imposição vale para este senhor tb que escreve este artigo e tenta calar as vozes que o irritam fazendo o mesmo que aqueles que acusa, ou seja, é tão arrogante que parece ter toda sabedoria. A palavra Mestre refere-se a Rafael autor do artigo pois falou como um mestre iluminado! Abracinho literário! Denis

[Sobre "A literatura e seus efeitos"]

por Denis
3/3/2008 às
06h55

Parcialidade mal empregada
Apesar da redundância da análise ela não deixa de ser pertinente. Deixando a lucidez falar - e sendo concomitantemente uma fiel apreciadora do Maiden - concordo. A banda vem, sim, repetindo suas fórmulas. E, sim, isso é um fenômeno mercadológico. Quantificando o ph: a acidez utilizada em demasia (como no início, na referência às três guitarras e no final, na analogia à Roberto Carlos) isenta, em parte, o texto de credibilidade - ruindo os alicerces argumentativos com parcialidade mal empregada.

[Sobre "Iron Maiden no Brasil. De novo"]

por Luiza Amorim
2/3/2008 às
20h56

Sentimentos ambíguos
A descrição da crônica me pareceu expor sentimentos ambíguos em relação à França, mas foi apurada e bela.

[Sobre "No chão em que você pisa com seu salto agulha"]

por Luiza Amorim
2/3/2008 às
20h20

forma concisa e abrangente
Engraçado como as pessoas que estão por trás da indústria cultural utilizam-se de referências eruditas para criação de produtos destinados às massas... A temática do filme foi abordada ao mesmo tempo de forma concisa e abrangente. Entretanto, achei o tom da conclusão demasiado sensacionalista - mesmo pressupondo sua função especulativa para o desfecho.

[Sobre "Nós estamos de olho em você!"]

por Luiza Amorim
2/3/2008 às
19h55

Viver só é relativo...
Achei o texto muito bom, porém muito pessoal. A minha opinião é a seguinte: viver só é relativo. Ninguém vive só! Quando Tom Jobim indaga que é impossivel ser feliz sozinho não é exatamente viver um relacionamento de casamento. Você, como diz o texto, convive com vizinhos, funcionários de banco, açogueiro, amigos, pai, mãe. Será que vivemos totalmente sós? Não. Na realidade, podemos não optar pelo casamento, mas só estaremos sós quando morrermos! Pense nisso.

[Sobre "Sim, é possível ser feliz sozinho"]

por Sergio Aurelio
2/3/2008 às
17h22

A religião não é grande
Uma questão mui instigante. Muitos preferem não discuti-la: aceitam e pronto. Isso de entender a religião é com os pastores, os padres, o bispo, o papa. A estes, se errarem, o perdão, a recondução ao cargo, um tapinha nas costas. Àqueles, o inferno, o purgatório, o cão em pessoa. Dawkins acerta o alvo quando logo no início diz a que veio: quero te converter ao agnosticismo puro: não creia. Hitchens está na vez. Valeu pela referência a Bertrand, a Hesse, ao Dalmy Gama e ao Franz Griese e, também, a Michel Onfray (valeu, Daniel).

[Sobre "Ciclones sobre a cruz"]

por Pepê Mattos
2/3/2008 às
15h26

Julio Daio Borges
Editor

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