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Quinta-feira, 6/3/2008
Comentários
Leitores

como a reportagem da Globo
É deveras impressionante perceber que tocando as mesmas músicas, fazendo "mais do mesmo", o Iron Maiden consegue sobreviver, se perpetuando como uma das maiores bandas de rock tanto para pais como para filhos. Como eu já dizia em outra ocasião, o fato de duas ou três gerações se reunirem para "celebrar" as músicas do Maiden faz justamente com que a banda não "pare no tempo", como sugeriu a reportagem da Globo e este artigo. Ao contrário, o Iron Maiden, fazendo o "mais do mesmo", se prolonga no tempo. É uma marcha mais lenta do que a da indústria do rock de hoje, que troca qualquer coisa razoável por uma novidade qualquer, fazendo com que as bandas sejam constantemente substituídas ao invés de "consagradas". Então, não é bem interessante como o Iron Maiden subverte toda essa lógica do tempo e da velocidade? Fui ao show no último domingo, me emocionei; e me alegra saber que poderei ir novamente a um outro show da Donzela aqui no Brasil.

[Sobre "Iron Maiden no Brasil. De novo"]

por Mariano de Azevedo
6/3/2008 às
11h34

vc conseguiu, meu caro amigo
Os 99% dos comentários estão totalmente certos. Nem vou fazer minha grande crítica contra vc. Mas vc tem muita coragem de falar isso sobre a banda. Se vc nao gosta da banda, então fique com isso só para vc. Se vc escreveu isso para ganhar ibope, vc conseguiu, meu caro amigo... parabéns!!!

[Sobre "Iron Maiden no Brasil. De novo"]

por Bruno
6/3/2008 às
11h14

Rock Star...
Você assistiu Rock Star, de novo?!?! Como você consegue ver um filme clássico desses, de novo!? Que absurdo.. Um filme bom desses, e você revendo ele... (tsctsc)

[Sobre "Iron Maiden no Brasil. De novo"]

por Kha Khalil
6/3/2008 às
11h11

para ficar uma eternidade
Vi a peça Avenida Dropsie e quase chorei de emoção. A partir de Will Eisner se produziu uma peça com criativide, emoção, ritmo, graça, uma história divina, emocionante, que jamais esquecerei. No Rio de Janeiro, a peça ficou pouquíssimo tempo, o que é uma lástima. Avenida Dropsie é peça para ficar uma eternidade e ser vista quantas vezes for possível. Fiquei muito triste quando a peça foi embora. Queria levar minha família toda. Queria que todos vissem e revissem. Socorro! Tragam de volta para o Rio de Janeiro, urgente! Peça, desse nível, é raridade que não aparece todos os dias!

[Sobre "My Favorite Things"]

por Marcia Algranti
6/3/2008 às
05h24

Um texto meio beat
Esse texto meio beat me lembrou Kerouac. A abordagem sobre amor e traição feita de maneira leve, mas profunda. Um confesso apaixonado. Muito bom mesmo.

[Sobre "Chamada a cobrar"]

por Adriana Godoy
5/3/2008 às
23h12

O difícil meio termo
Alguns artigos falam em trabalhos que sinalizam na direção de que pessoas que alimentam algum tipo de fé são, no geral, mais felizes e reagem melhor a doenças como o câncer. Gosto de acalentar a idéia de que prossigo, de alguma forma, após a morte do corpo. Mas o radicalismo, o desenvolvimento de sistemas de condutas e valores, advindos dos fanáticos (politicamente, históricamente bem ou mal intencionados) anula qualquer bem que "ter fé" possa trazer ao ser humano. Gosto da idéia da fé, mas ao apreciar a forma como o ser humano transformou uma boa idéia para a angústia da finitude, é preferível ser Ateu. Jardel, seu texto é uma síntese muito bem elaborada, parabéns.

[Sobre "Escrevo deus com letra minúscula"]

por Álvaro A. C. Lélis
5/3/2008 às
20h52

Tem gente vestindo a carapuça
Rafael, tem gente vestindo a carapuça gratuitamente, ou esses são "mestres" já conhecidos? Texto muito simples, direto, quase a visão de um fato. Gostei muito.

[Sobre "A literatura e seus efeitos"]

por Álvaro A. C. Lélis
5/3/2008 às
19h04

Só sei que foi assim
Eu só vim conhecer o China quando ele já estava como vocal da banda Del Rey, que eu acho o máximo. Adoro ele todo desmilingüido cantando os sucessos do tal Rei... Aí um dia, vi no jornal, "Show do China". Então eu fui, sem pretensão, sem nada... sem saber até do que se tratava. Fui pelo nome, não vou negar. Quando ele começou a cantar... eu terminei de fumar meu cigarro, e fui mais pra perto, pra dançar. É muito bom. Final do show fui lá e comprei o "Simulacro", cheguei em casa, ouvi antes de mandar para um amigo em Brasília. Foi assim. Abraço, valeu pela matéria, muito boa mesmo.

[Sobre "Dobradinha pernambucana"]

por dora nascimento
5/3/2008 às
18h55

Emoção e carinho
Infelizmente, como dito em outros artigos postados neste site, a vida é muito curta e a morte sem sentido. Ainda bem que há pessoas como a Tatiana Cavalcanti que ainda dão valor ao trabalho feito em vida por alguns mestres deconhecidos. Parabéns por sua homenagen a Jeff Healey. Em poucas palavras vc consegue transmitir emoção e carinho por esse grande músico.

[Sobre "Um brilhante guitarrista"]

por Mario José Da Silva
5/3/2008 às
18h39

Pessoas e cidades
Adorei seu texto, Elisa. Gostei muito do filme, mesmo quando perde um pouco do ritmo no final. A poesia e não-linearidade da linguagem presente no filme são seus grandes méritos. A história é quase uma poesia sobre São Paulo, sobre o modo como as pessoas amam e às vezes se desentendem com quem amam, sejam pessoas ou cidades.

[Sobre "A Via Láctea de Lina Chamie"]

por Bia Cardoso
5/3/2008 às
17h42

Julio Daio Borges
Editor

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