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Sábado, 22/3/2008
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Leitores

De letras se vive e se perdura
Rodrigo, você acertou em cheio quando dá valor aos eventos literários. O autor tem que ir, o artista tem que estar onde o povo está. Quanto a se vale a pena todo este trabalho que o autor brasileiro tem que ter - para muitas vezes nem ser lido, para muitas vezes nem ter dinheiro para voltar de alguma feira em outro estado a qual ele tenha ido -, lhe digo, viver vale a pena e se nossa vida, a dos escritores, só vale a pena se transpirarmos literatura, tudo faz muito sentido. Nosso salário? Nossa recompensa? Penso que virá de nossa história, que um dia será contada e servirá de inspiração a muitos, a todos aqueles que acreditam ser a felicidade resultado de ter a coragem de viver um sonho. Um abração, Eliana.

[Sobre "Rodrigo Capella em turnê"]

por Eliana de Freitas
22/3/2008 às
13h42

Adaptando-se ao inadaptável
Valeu a lembrança de que não é a igreja que tem que se adaptar ao postulante a freqüentador e receptor de ungüentos espirituais conforme a sua colaboração dizimal. Isso é obrigação de quem se presta a isso. Até porque a Igreja, qualquer uma delas, é uma instituição como outra qualquer. Não difere nadica de nada. Crer ou não em Deus, já é um pressuposto pra levá-lo em conta. De chofre posso dizer que não creio nalgo voltado pra isso. E descreio muito mais ainda em qualquer igreja. Mas a função social dela, é... Bem, qual é mesmo? Bom, deve de ser aglomerar o maior número possível de possíveis ocupantes de tarefas vãs, como bebericadores contumazes, viciados em qualquer atividade ilícita e candidatos a terem seu tempo, estômago e mente ocupados pelo... ia dizer Diabo, mas aí já é assumir um dos lados da questão... Ocupados pelo ócio improdutivo (desculpa aí, De Masi)... No mais, um texto pra apimentar o assunto...

[Sobre "Razoavelmente desinteressante"]

por Pepê Mattos
21/3/2008 às
23h26

Pseudo-mago, pseudo-escritor
Que texto excelente! Não sabia tanto a respeito desse pseudo-mago, pseudo-escritor. Esse artigo só veio confirmar ainda mais a alma cafajeste desse indíviduo, dividida entre os prazeres da carne e do vil metal e a sua ligação com seu mentor bruxístico Crowley. Pobre Raulzito, que foi seduzido pela besta. Que sua alma descanse em paz. PS: Só li um livro de PC e foi o suficiente pra saber que não valia a pena. Quer sub-literatura? Leia-o.

[Sobre "Para entender Paulo Coelho"]

por Adriana Godoy
21/3/2008 às
17h26

Sábias palavras
Sábias as suas palavras. Se todas as escutassem, evitaríamos muita coisa ruim por aí. Abraço.

[Sobre "Sóbrio, discreto e cauto"]

por Adriana Godoy
21/3/2008 às
17h07

Fé e razão são dicotômicas
Sim, um texto bem fundamentado ao que se propõe. Porém, não alterou nem um pouco a minha visão a respeito. Talvez, tenha um pouco de inveja dos que crêem. Deve ser mais fácil. Mas a fé e razão são dicotômicas, do meu ponto de vista, e portanto, imcompatíveis. Infelizmente.

[Sobre "Sobre o Caminho e o Fim"]

por Adriana Godoy
21/3/2008 às
17h02

Parece uma boa pedida
Interessante. Não conheço o cara, nem o livro, mas pode ser uma boa pedida. Costumo confiar em suas indicações. Abraço.

[Sobre "As horas podres, de Jerônimo Teixeira"]

por Adriana Godoy
21/3/2008 às
16h53

Poesia nunca vendeu...
Entre falar e ser... há uma grande diferença. Todo mundo sabe que poesia nunca vendeu. É muito fácil dizer o que todos sabem, trazer algo de novo... é que são elas. Viva as confrarias e as panelinhas literárias!

[Sobre "Rodrigo Capella em turnê"]

por Cássio Amaral
21/3/2008 às
16h34

Poesia de graça!
Todos estão lá na feira: Fernando Pessoa, Eliot, Pound, Baudelaire, Drummond, Cabral, Lorca. E vão chegando: Manoel De Barros, Hilda Hilst, Camões, Dante Alighieri. Todos na feira. Juntam-se aos novos autores. "Literatura vai ser como Big Brother Brasil." E poesia, mesmo, eu pego de graça nas feiras de quarta, aqui pertinho de casa. Abrações do Mário!!!

[Sobre "Rodrigo Capella em turnê"]

por Mário G. Montaut
21/3/2008 às
13h57

Impossível de provar
Acho que você tem razão em várias abordagens... Mas acredito que também ser ateu implica em querer provar algo impossível de ser provado... A interpretação junguiana a respeito dos fenômenos religiosos é bem interessante. Li "O Homem e Seus Símbolos", um livro para leigos, do Jung, e fiquei bem impressionado. Recomendo. Parabéns pelo texto!

[Sobre "Escrevo deus com letra minúscula"]

por Mateus
21/3/2008 às
12h08

Millôr, o engraçado
Considero que Millôr Fernandes escreve muito bem, porque fala de assuntos "cabeludos" de forma engraçada. [Tereseina/Piauí]

[Sobre "Promoção Escrever Bem"]

por Alyssandria Laudier
21/3/2008 às
11h28

Julio Daio Borges
Editor

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