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Domingo, 23/3/2008
Comentários
Leitores

quem comeu os brioches?
a autoria da frase "que comam brioches" pode ser encontrada na biografia sobre Maria Antonieta que foi citada. realmente, ela nunca disse tal.

[Sobre "Maria Antonieta, a última rainha da França"]

por antonio carlos meira
23/3/2008 às
12h59

Linda dança cósmica com Shiva
Tema sério que o Guga aborda com antenas poderosas captando os movimentos cósmicos: vai mais do que tempo para permitir que Shiva dance com toda a energia cósmica, poder e sabedoria, em todos os espaços humanos ou dévicos. Beijo ;-))

[Sobre "Dançando com Shiva"]

por Gisele Lemper
22/3/2008 às
21h19

Um artista exótico
Muito bom! Que o exótico/risível possa sempre abrigar relações mais complexas com o inevitavelmente alheio/estranho.

[Sobre "Uma caixa grande demais"]

por bernardo
22/3/2008 às
19h42

Deixemos o mundo ser o que for
É que a gente não consegue simplesmente não ter uma explicação. Seria muito mais interessante se admitíssemos que não temos capacidade de entender ou de explicar o porquê de estarmos aqui, e o porquê de tudo o que vemos estar aqui. As teorias serão sempre falhas, pois partem de conceitos criados por nós, ou seja, sempre seremos tendenciosos a enquadrar os resultados naquilo que conhecemos. Toda religião serve para tentar dar algum sentido à vida, e toda ciência também. Prefiro admirar tudo o que acontece nesse nosso insignificante planeta, que de insignificante não tem nada. Ótimo texto, Guga!!

[Sobre "Dançando com Shiva"]

por Tiago Sgarbi
22/3/2008 às
17h33

Um livrinho muito mal-escrito
Independente de onde se adora as divindades, a questão que fica é: por que adorá-las? O que se subleva de uma adoração ou crença em qualquer coisa advém não de uma espontaneidade ou de um gesto pessoal, mas daquilo que resulta do meio cultural em que se nasce. Por que adorá-las? No seio da sociedade em que crescemos primeiro somos levados a adorar um Deus monoteísta que se subdivide em 3, mas cuja subordinação está amarrada a um Ser (mais) Superior que essa própria trindade. Na escola, o contato com a Ciência, a Geografia, a História e a Matemática (essa nos deixa doido tentando entender com nossa cabecinha a tal trindade que é um só ser subdividido), nos mostra que a bíblia é um livrinho complicado e muito mal escrito. Quando pensamos que já podemos escolher para que time torcer (Criacionistas X Evolucionistas) lá vem a sociedade (um feixe aberto onde entram os amigos - na maioria religiosos - os parentes) nos dizer que temos que ter uma religião. Guga, mais um belo texto.

[Sobre "Dançando com Shiva"]

por Pepê Mattos
22/3/2008 às
15h42

Religião Esporte Clube
Sou do tipo que vê em artigos que descambam para a religião algo extremamente divertido. Não, não tenho a resposta pra tudo. Portanto, não me endeusem! Sou mais do time dos descridos, parentes próximos dos descrentes, que se desencantaram com alguma religião. Já Deus, com letra maiúscula e com minúscula, tudo é a mesma coisa. Ou coisa nenhuma. Me irrita alguém me dizendo: "respeita Deus!" Putz! Nem respeito, nem desrespeito. O ponho no mesmo lugar das coisas que falo todos os dias. A referência à confusão que nos acomete quando saímos da leitura da bíblia ilustrada para as disciplinas escolares é real. Depois querem que saiamos incólumes disso. Felizes os que saem. Seus cérebros devem estar programados pra trabalhar com baixa rotação, tipo aquela que acomete nossas apresentadoras de programas de família. Gian, religião é torcida de futebol pra lá de fanática. Com direito a animosidades, xingamentos e fraturas expostas...

[Sobre "Pagã or not pagã, that's the qüestã"]

por Pepê Mattos
22/3/2008 às
15h18

Hoje e sempre, a Rádio Rock?
Bem pessoal, isso tem um nome: desrespeito; para com o público rock. Lembro de ouvir a seguinte frase na 89: "Hoje e sempre, a Rádio Rock". Falta de ouvintes? Não lembro da Kiss FM ter tido milhões de ouvintes e está até hoje tocando Rock. Acho que a coisa acaba quando acaba-se o amor pelo que se toca e começa a ambição pelo dinheiro. Estou muito decepcionado com a 89fm, espero que um dia haja consideração pelos ouvintes nas emissoras de rádio fm. Abraços Ricardo Gomes

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por Ricardo Gomes
22/3/2008 às
13h50

De letras se vive e se perdura
Rodrigo, você acertou em cheio quando dá valor aos eventos literários. O autor tem que ir, o artista tem que estar onde o povo está. Quanto a se vale a pena todo este trabalho que o autor brasileiro tem que ter - para muitas vezes nem ser lido, para muitas vezes nem ter dinheiro para voltar de alguma feira em outro estado a qual ele tenha ido -, lhe digo, viver vale a pena e se nossa vida, a dos escritores, só vale a pena se transpirarmos literatura, tudo faz muito sentido. Nosso salário? Nossa recompensa? Penso que virá de nossa história, que um dia será contada e servirá de inspiração a muitos, a todos aqueles que acreditam ser a felicidade resultado de ter a coragem de viver um sonho. Um abração, Eliana.

[Sobre "Rodrigo Capella em turnê"]

por Eliana de Freitas
22/3/2008 às
13h42

Adaptando-se ao inadaptável
Valeu a lembrança de que não é a igreja que tem que se adaptar ao postulante a freqüentador e receptor de ungüentos espirituais conforme a sua colaboração dizimal. Isso é obrigação de quem se presta a isso. Até porque a Igreja, qualquer uma delas, é uma instituição como outra qualquer. Não difere nadica de nada. Crer ou não em Deus, já é um pressuposto pra levá-lo em conta. De chofre posso dizer que não creio nalgo voltado pra isso. E descreio muito mais ainda em qualquer igreja. Mas a função social dela, é... Bem, qual é mesmo? Bom, deve de ser aglomerar o maior número possível de possíveis ocupantes de tarefas vãs, como bebericadores contumazes, viciados em qualquer atividade ilícita e candidatos a terem seu tempo, estômago e mente ocupados pelo... ia dizer Diabo, mas aí já é assumir um dos lados da questão... Ocupados pelo ócio improdutivo (desculpa aí, De Masi)... No mais, um texto pra apimentar o assunto...

[Sobre "Razoavelmente desinteressante"]

por Pepê Mattos
21/3/2008 às
23h26

Pseudo-mago, pseudo-escritor
Que texto excelente! Não sabia tanto a respeito desse pseudo-mago, pseudo-escritor. Esse artigo só veio confirmar ainda mais a alma cafajeste desse indíviduo, dividida entre os prazeres da carne e do vil metal e a sua ligação com seu mentor bruxístico Crowley. Pobre Raulzito, que foi seduzido pela besta. Que sua alma descanse em paz. PS: Só li um livro de PC e foi o suficiente pra saber que não valia a pena. Quer sub-literatura? Leia-o.

[Sobre "Para entender Paulo Coelho"]

por Adriana Godoy
21/3/2008 às
17h26

Julio Daio Borges
Editor

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