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Sexta-feira, 18/11/2011
Comentários
Leitores

É a evolução chegando
Graaande Diogo, muito bom o texto, inclusive eu me enquadrei um pouco nele (lembra da época de colégio???) porém tomei alguns atalhos devido a veia de baterista e fui direto para o Jazz....rs. Acabei perdendo um pouco essa ponte entre os artistas, mas sempre é tempo. Aliás hoje adoro, adoro mesmo o programa Instrumental SESC que passa nesse mesmo canal com artistas brasileiros FANTÁSTICOS !!! Sempre gostei mais de ver e ouvir do que somente ouvir. É a evolução chegando. Abraços Luiz

[Sobre "Conceitos musicais: blues, fusion, jazz, soul, R&B"]

por Luiz Schneider
18/11/2011 às
13h22

Mulher, mandou bem
Daniela, se você é blogueira frustrada, crítica gastronômica empanturrada, escritora submersa ou candidata a pesquisadora da NASA, eu não sei. Porém, uma coisa é certa: você é uma excelente articulista e conhece muito da difícil Arte de Não-ser-lido-e-tentar-manter-o-ânimo. Já fui até ameaçado de processo mesmo praticamente anônimo sem conseguir fisgar uns incautozinhos a mais... Por isso, marquei esta página nos meus Favoritos. Se, depois de reler/estudar/engolir este artigo, eu não descobrir a solução para o meu mal, pelo menos tenho um texto excelente para me deliciar. Mulher, mandou bem.

[Sobre "Eu não sei blogar"]

por Adriano Cândido
15/11/2011 às
11h12

Desmembrando Pondé
Excelente resenha. O argumento dos senhores da escravaria parte ao meio a coluna do Pondé e expõe toda a sua (dele) cegueira, parcialidade, irresponsabilidade e leniência intelectual consigo mesmo.

[Sobre "Contra um Mundo Melhor, de Luiz Felipe Pondé"]

por Jair F. dos Santos
7/11/2011 às
13h14

Ideologia (da) técnica
Atualmente, temos o sociólogo Dominique Wolton, na França, desenvolvendo um importante trabalho crítico sobre a inversão do posicionamento das tecnlogias, o que ele chama de 'ideologia técnica' ou 'ideologia da técnica' (trad. UNB). Para ele, o positivismo está vivo e ativo em nosso tempo, manifestado em um neo-tecnicismo, em que a informação, outrora instrumento de lutas pela liberdade e autonomia, passou a ser tirana e a produzir incomunicação. Bom de Wolton é que ele não tem compromisso ideológico, como Marcuse.

[Sobre "O filósofo da contracultura"]

por Elke Streit
7/11/2011 às
12h05

Aconchego para o coração
Um grande amor não se esqueçe. Vêm as boas lembranças sempre que o coração procura por aconchego!

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por SandraMeira
3/11/2011 às
23h21

Seguidora de carteirinha
Esse texto é simplemente fantástico! todos nós ditos "modernos" deveríamos lê-lo e principalmente quem trabalha dentro de hierarquias fechadas. Olha , não a conhecia, serei sua seguidora de carteirinha. E que forma gostosa de escrever! Comecei o dia muito bem. Peço licença para colocá-lo no meu blog.

[Sobre "E você, já disse 'não' hoje?"]

por maria aparecida ribe
27/10/2011 às
12h04

A saia é nossa!
Olá Savina, bom saber da sua experiência. Que bom que você continua usando, mesmo com o frio do clima e dos olhares. A saia é nossa!

[Sobre "Por que as curitibanas não usam saia?"]

por Adriana
26/10/2011 às
18h40

Uso, com moderação, mas uso!
Como boa nordestina que sou, cheguei em Curitiba de posse dos meus shortinhos, saias, vestidinhos e logo senti a hostilidade do povo quando usava. Era incrível, os rapazes obviamente não reclamavam, mas as caras que as meninas faziam! Nossa, era constrangedor. Usar essas roupas aqui é um reflexo de personalidade forte! Como tenho, uso, com moderação, mas uso! Excelente texto!

[Sobre "Por que as curitibanas não usam saia?"]

por Savina Martins
26/10/2011 às
17h24

Sem tirar nem por
Maravilhosa essa critica! No ponto. Sem tirar nem por. Pura filosofia de real pensadora.

[Sobre "Contra um Mundo Melhor, de Luiz Felipe Pondé"]

por Aline Brito
22/10/2011 às
17h50

Dizer que ele matou o mouse...
Dizer que ele matou o mouse ou coisa do tipo é ignorar que uma nova tecnologia não vai necessariamente matar uma antiga, ou que a adoção da nova implicará na parada imediata do uso da anterior. Isso não é percepção, é ser um apocalíptico exagerado que não percebe que uma empresa como a Apple lançar o iPhone não é canibalizar os iMacs, por exemplo.

[Sobre "Steve Jobs (1955-2011)"]

por Alexandre Maia
19/10/2011 às
16h02

Julio Daio Borges
Editor

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