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Quarta-feira, 24/4/2002
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correção
correção. o site do jornalista Olavo de Carvalho é www.olavodecarvalho.org

[Sobre "Banana Republic"]

por person araujo
24/4/2002 às
02h42

Fontes de informação etc...
Caros Helion e demais debatedores, segue uma lista com algumas jornalistas venezuelanas, cujas colunas/reportagens elucidam muito da situação daquele país. Em uma busca no Google acham-se vários documentos para quase todas elas (inclusive suas biografias). Ei-las: Patricia Poleo, Marianella Salazar, Martha Colomina, Eleonora Bruzual, Ibéyise Pacheco e Maki Arenas. Helion, encontrei os números da pesquisa no site do Carlos Montaner (no artigo "Cháves, o dictador impotente"). // Cháves comprovadamente patrocina ações terroristas mundiais, se não com dinheiro, dando-lhes apoio logístico, seja para participar de Fóruns Sociais Mundiais, ou Fóruns de São Paulo, havendo jornalistas que sustentam que diversos desses grupos realizam reuniões periódicas en una cierta isla del Caribe... Para se aprofundar nestes assuntos, sugiro os seguintes sites: www.olavodecarvalho.com (tem mecanismo de busca particular), www.baguete.com.br (leia a coluna do Janer Cristaldo - tem um extenso arquivo e o site do jornalista Políbio Braga), www.cubadest.org (um ótimo site compilador de notícias oficiais, oficialescas e independentes sobre Cuba e América Latina), www.atlas.org.ar (site argentino com extenso arquivo)... Se eu me lembrar de mais alguns, mandá-lhos-ei (mesócleses, mesócleses...!) depois. // Seguindo suas analogias: se os EUA participaram ativamente do golpe, eles deveriam demitir todo o pessoal da CIA, porque a coisa está feia... É mais um vexame internacional para a coleção do Bush Jr.// Eu estranho as manobras continuístas! Elas são absurdas! O caso reeleição FHC só não é mais escandaloso porque trata-se de dois mandatos de 04 anos. Ressalte-se que a única mudança significativa na correlação dos poderes foi a reeleição. No mais o Executivo permaneceu subordinado ao Legislativo (a teoria é bonita, não?), coisa que não aconteceu na Venezuela, onde a Chávez permitiu-se que ele governasse por decreto. Na reeleição deste, em 2000, o povo protestou com uma taxa de abstenção récorde àquelas eleições. Isso me faz lembrar a sua tese sobre a desestabilização política. Convenhamos, nenhuma desestabilização é possível num país, cuja população apóia seu presidente. Se houve uma máquina por trás do golpe (e as evidências assim o dizem) ela encontrou campo fértil na população. Os protestos de rua não eram de jovens caras-pintadas, como no Brasil em 92; eram de profissionais liberais, da classe média, dos empresários e até dos trabalhadores, a classe para quem Cháves fez promessas e mais promessas... Gente com opinião, enfim.// Não sou um partidário do "big's beautiful". De minha parte acho muito bom que mais gente tenha a chance de entrar no mercado e competir com os grande de igual para igual. Não foi o que aconteceu no caso em questão. Os pequenos pescadores não tinham condições técnicas necessárias para manter o abastecimento e nem absorver a mão-de-obra que se excedeu, isso é um fato. "De nada adiantam as riquezas naturais se não temos riquezas artificiais para geri-las", disse certa vez Roberto Campos; aplica-se ao caso em questão. // Eu não disse em nenhuma linha que os golpistas são confiáveis, eu só disse que Cháves fez por onde. // A luta na Venezuela tem um rosto bem definido: o povo quer a volta da Constituição de 1999 e a correção dos rumos do Sr. Cháves estando ele no poder ou não. A mim parece uma luta justíssima.// Caro Ailson, não me baseio "cegamente" nos artigos que leio. Quando os leio procuro fontes com mais bases históricas e jornalísticas onde um posso nortear a MINHA opinião. Concordo contigo que brigar por posições políticas beira à perda de tempo, mas sustento que não é o caso em questão, pelo menos da minha parte. Quem faz uma nação é o povo em seu dia-a-dia e Cháves "atravancou" tal progresso, portanto, a luta é justíssima. Caba ao povo cuidar que o país não volte aos trilhos elitistas nos moldes latino-americanos historicamente conhecidos. Ach que é só. Abraços!

[Sobre "Banana Republic"]

por person araujo
24/4/2002 à
01h39

Tristeza é senhora...
Dani, adorei sua abordagem. Mesmo sem ter visto o filme, concordo com você. Acredito piamente que a gente deve viver a tristeza, assim como vivemos a alegria, com a mesma boa vontade. É um saco não poder estar triste, não poder curtir uma emoção legítima como outra qualquer. Acho que tristeza é como gripe: não tem muito o que fazer. É se cuidar durante aquele período e esperar passar. Quando a gente tenta se levantar antes do tempo, ela volta mais forte ainda.

[Sobre "Iris, ou por que precisamos da tristeza"]

por Adriana
23/4/2002 às
22h31

Absinto
Caro Eduardo, somente três gerações eu até me dispunha a aguardar, devidamente acomodado numa poltrona e com litros de absinto para fazer companhia. Mas como um amigo disse que a tal bebida lesa o cérebro, mesmo que a geração aparecesse eu, provavelmente, daria as costas e, indignado, trovejaria: "jovens falsários: pensam que vão me enganar? Nananinanão!". Eh! Eh! Grande abraço.

[Sobre "Classificados"]

por Bruno Garschagen
23/4/2002 às
21h54

carta
Faz tempo que procuro o texto integral de "Carta aos nascidos em maio",do Drummond, e não acho. Se você tiver podia me enviar. Obrigado marcos

[Sobre "Apresentação; ou, O prazer foi meu"]

por marcos cesar gouvea
23/4/2002 às
20h42

Nassara
Estava na casa de um amigo que iria jogar várias coisas foras. Entre as coisas achei uma edição antiga do Pasquim, como uma entrevista pra lá de hilariante com o Nássara. Claro que guardei e guardo como uma relíquia. Outro trabalho histórico do Nássara foi a capa que ele fez para o disco "Polêmica" do Roberto Paiva, que traz todos os sambas da famosa polêmica entre Noel Rosa e Wilson Batista.

[Sobre "Coisas nossas"]

por Eduardo Martins
23/4/2002 às
14h36

perfil de um democrata
Caro Person, obrigado pela forma respeitosa de expressar sua discordância. Parece claro que temos visões bem diferentes sobre o processo na Venezuela. Mas vamos tentar aclarar essas diferenças./// A reprovação popular do governo Chávez já foi apresentada como uma das justificativas para o golpe. Serão mesmo verdadeiros esses 80% de reprovação? Medidos por qual critério? Costumo ler online os jornais venezuelanos “El Nacional” (http:\\el-nacional.terra.co.ve) e Venezuela Analitica (www.analitica.com) e ainda não havia me deparado com esse número. Extraído de onde? /// Que o governo de Chávez vinha sendo alvo de esforços de desestabilização acho que é indiscutível, e mesmo pessoas críticas a esse governo (aqui inclusive) já alegaram que os militares tinham mais era que tirar o Chávez mesmo. Os indícios do envolvimento do governo norte-americano no golpe (já leu o “mea culpa” do NY Times a respeito?) para mim deixam claro que havia sim um movimento de desestabilização. /// Chávez mudou a constituição para garantir sua permanência no poder? Bem, até agora não acompanhava esse processo de forma tão próxima, vou me informar melhor. Mas nós aqui não devíamos nem estranhar tanto essas manobras de continuísmo, não acha? Só que não vou justificar as manobras chaveanas com base nas manobras FHCeanas. Se elas existiram, a opinião pública venezuelana deve se contrapor às mesmas./// O Chávez patrocina as FARC? O ETA e o IRA???!!! A AlQaeda????!!!! Desculpe, mas ponho em questão essas certezas. Como já pus a que defendia que o Mossad israelense causara os atentados de setembro 11, ou que a CIA está atrás de toda iniciativa da direita política no Brasil./// A iniciativa em prol dos pequenos pesqueiros: você talvez tenha lido “A retórica da intransigência”, do Hirschmann, que mostra como é estratégia do pensamento de direita hoje hegemônico tentar sempre mostrar que as iniciativas a favor dos mais frágeis acabam por se voltar contra eles. Assim, os direitos trabalhistas seriam contra os trabalhadores, porque desestimulariam os investimentos capitalistas... Olha, enquanto não me for demonstrada a impossibilidade de uma forma de economia popular sustentável, enquanto não me convencerem definitivamente que “big is beautiful”, continuo achando que esse discurso é parcial e não fundamentado./// Tentativa de golpe em 1992: verdade, e por isso mesmo o Chávez não é confiável. Agora, achar que os que fazem golpe contra ele, esses sim são confiáveis, é argumento que francamente... /// Apoio do comunismo mundial: bem, eu não sou comunista e apoio a sua permanência, ou, se for o caso, deposição justificada pelos meios legais. Se o “comunismo mundial” (existe essa instituição?) o apoia, não vem ao caso. Le Pen na França é anti-judeu e nem por isso apoia os palestinos. As coisas não são tão simples assim./// Franco-atiradores: li que houve uma batalha entre manifestantes pró e contra Chávez. E que os mortos resultaram disso. Talvez nunca saibamos exatamente o que ocorreu. Mas se houve responsabilidade da presidência ela deve ser apurada e enfrentada com os meios disponíveis, não com a convocação de empresários para assumir o governo./// Desculpe(m) a longa mensagem, mas acho que as formas leais de debater devem ser incentivadas, e em consideração a elas procurei responder à mensagem do Person. Também acho que num espaço como esse não se deve “expulsar”, com agressões e tentativas de ridicularização, os que divergem. Se fosse o caso, melhor seria abrir uma lista de discussão com seleção prévia dos debatedores. Como acho que não é o caso aqui, dirijo-me a todos.

[Sobre "Banana Republic"]

por Helion
23/4/2002 às
12h27

Comprometidas
Nem com todo dinheiro do mundo, Bruno. Perfeitas as suas exigências, mas você vai ter que esperar mais um pouco: as próximas três gerações já estão comprometidas. Abraço, Eduardo

[Sobre "Classificados"]

por Eduardo Carvalho
23/4/2002 às
11h53

Neumanne e Paz.
É sempre um prazer ler Neumanne, cuja sensibilidade e finura de apreciação se somam ao estilo claro e rico em nuances. Seria ótimo encontra-lo com mais frequencia no Digestivo Cultural. Parabéns!

[Sobre "O prazer, origem e perdição do ser humano"]

por solange campos
23/4/2002 às
11h52

Querida Marli
O grande exercício para descobrirmos o que somos é tentar refazer o caminho de onde viemos. Por isso nossa sociedade anda tão perdida... Lembre-se você também do que você era, e veja que naravilhoso caminho você percorreu até aqui. Examine as coisas que abandonou, e pondere se deveria ter abandonado ou não; tome-as de volta, se quiser. Abandone outras coisas. Seja o SUJEITO de sua existência. Depois disso, todos nós juntos deveríamos fazer o mesmo pela nossa sociedade. Beijo carinhoso da Sue.

[Sobre "Eros, Tânatos e Mnemósina"]

por Assunção Medeiros
23/4/2002 às
06h01

Julio Daio Borges
Editor

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