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Quinta-feira, 10/4/2008
Comentários
Leitores

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Sim, concordo e entendo você.

[Sobre "Porque assim é São Paulo"]

por evelyn
10/4/2008 às
11h06

A verdadeira escola já acabou
O modelo de escola eficiente, que prepara o cidadão para exercer um papel relevante e destacado na sociedade, não existe mais. O triste é quando o sujeito desta fascinante lapidação - o aluno, moldado no comportamento atual de muitas facilidades, tecnologia, de superficialidade cultural e massificada, imediatista - demonstra desinteresse e completa apatia para aprender, a despeito de todo o esforço e dinamismo do docente. Esse é o resultado de décadas de declínio na educação. E que me fez hoje ouvir, em plena aula de graduação, um aluno (jovem e adulto) declarar de boca cheia: "Mas, para ser um profissional (e aqui cabe qualquer área, engenharia, arquitetura, design - a minha em questão), não preciso saber desenhar." É como não precisar conhecer fisiologia para clinicar, não precisar conhecer leis para advogar etc. É, meus caros, a verdadeira escola já acabou, e há tempos!

[Sobre "A escola está acabando"]

por Adalberto Camargo
9/4/2008 às
22h23

fundamental para o crítico
achei muito interessante o que aprendi neste comentário: sobre a crítica e seus pricínpios, na abordagem dos assuntos.

[Sobre "O que é crítica, afinal?"]

por wanderley
9/4/2008 às
15h48

?
Que idiotice...

[Sobre "tem aí um negócio"]

por Fernando Harley
9/4/2008 às
15h14

com 40 ou mais alunos?
Concordo com você, mas, justamente para o ensino funcionar e ser mais humano, seria preciso menos alunos por sala de aula. Como é possível o professor conhecer seus alunos, aplicar suas técnicas pedagógicas com qualidade, em uma sala com 40 ou mais alunos? Abraços, Alessandra Leles

[Sobre "A escola está acabando"]

por Alessandra Leles
9/4/2008 às
14h58

Câmara Cascudo em SP
A dica foi preciosa... principalmente por valorizar a NOSSA literatura, um alívio... afinal... escutei certo dia que Câmara Cascudo tinha nascido em SP... e a minha Natal ficou como símbolo de Papai Noel...! rsss

[Sobre "Voz de um passado presente"]

por Geórgia Lorena
9/4/2008 às
13h06

Andar ao sol é preciso
Não conhecia quase nada sobre Lourenço Mutarelli. Já tinha feito um contato com você, através do filme: "O Cheiro do Ralo". Não me surpreendi, pois a solidão do personagem me lembra muito o tom que você usa para descrever sua vida. Tudo isso é muito triste, me parece que você está se escondendo da vida. A vida tem que ser compartilhada, esse é o maior desafio que o Criador nos deixou. O desafio nosso de cada dia é atravessar essas muralhas todas de concreto e tocar, sentir, compartilhar... Até onde sei, a única oportunidade que temos é esta vida. É agora que temos que criar os laços que irão nos servir de passaporte para a eternidade. Tem que ser hoje. Vá ver o sol, as estrelas, está difícil, eu sei, mas é possível. É preciso. Fale com seu vizinho, saiba quem ele é, o que ele deseja. Torça pelo seu time, por sua cidade, por seu País, pela humanidade. Volte, isso vai te fazer chorar, sentir raiva, mas vai trazer muitos risos e afeto. Vai dar mais cor a sua vida. Vai te deixar mais humano.

[Sobre "Porque assim é São Paulo"]

por Ethel Joyce Borges
9/4/2008 às
11h48

Canta, mas não leva
Ela tem direito de andar em paz sem ter que ouvir os comentários toscos dos homens. Essa lógica de que "tá pedindo" (a mesma usada para justificar o estupro, por sinal) é bem brasileira, infelizmente. Como se o homem não tivesse vontade própria, como se apenas reagisse a um fator externo. Se essa regra de que "mostrou é porque quer que falem", a macharada deveria aproveitar para elogiar o que a moça está mostrando aqui, que é o texto. Tenho até uma sugestão: "êita, texto gostoso. Esse eu lia até o caroço". A propósito, a revista TPM trata deste assunto na edição de março e colocou um vídeo no site, mostrando como os homens reagem quando são eles que recebem cantadas idiotas. Já adianto: eles gostam.

[Sobre "Segurando o Tchan"]

por Adriana
9/4/2008 às
11h16

Autor e leitor em famí­lia
Acho que o leitor, ao ter contacto com o escritor, se sente mais familiarizado com sua obra, com mais vontade de ler tudo o que ele escreveu. [São Paulo/SP]

[Sobre "Promoção Rir ou Chorar"]

por vera carvalho
9/4/2008 às
09h42

o papel ficará na lembrança
O novo substituirá o velho! Tudo se transforma, nada se cria, e isso já dizia o Lavoisier, o cientista morto pelo louco, o esquizofrênico Robespierre. Há pouco mais de 120 anos, temos a luz elétrica, antes era só candeeiro, era um atraso danado! Há menos de 20 anos poucos conseguiam escrever em máquinas de escrever (isso não é redundância, é a pura verdade). Agora já escrevemos no computador e ficamos todos metidos e profetas. Tudo muda, e o jornalismo mudará também para a Internet, o jornal de papel ficará na lembrança, mas as empresas jornalísticas aumentarão a divulgação na rede e ficarão mais ricas. Entretanto, aniquilarão com 99% dos bloguinhos de hoje. Blog não é jornalismo, muito menos editor da boa literatura. Também passará. E o livros de papel nunca terão fim; ler na tela deixa cego, vesgo, bobo e beocizado; é só ver o que se escreve por aí, pensando que são escritores... Nada como ler um livro, folha por folha, sossegado, embaixo de uma árvore frondosa, sem neura digital.

[Sobre "Blog precisa ser jornalismo?"]

por I. Boris Vinha
9/4/2008 às
09h25

Julio Daio Borges
Editor

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