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Segunda-feira, 6/5/2002
Comentários
Leitores

Demodé, não!
Querido Rogério, certas coisas, coma a Catherine Deneuve, receber flores e homens de bengala nunca perdem sua validade e beleza. Nem palavras como acalanto. Beijo da Sue

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Assunção Medeiros
6/5/2002 às
11h43

Demodé
De onde foi que tirei mesmo "acalanto"? Demodé, não?

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Rogério Macedo
6/5/2002 às
09h57

Segunda-feira mágica
Segunda-feira mágica, começando com sua bela homenagem ao nosso amado Wolfgang, um dos prediletos de God, e ainda citando outro gênio, o Bergman (Fanny & Alexander é uma das mais belas obras do cinema, infelizmente desconsiderada e quase esquecida). Porém, como você tem aquele lado da acídia proustiana (autoconfessado), tinha de citar o Corinthians & Palmeiras (festival da bipolaridade), para empestear a sua coluna com cheiro de churro misturado ao odor azedo da cerveja morna. Vale, em todo caso, pelo efeito de luz e sombra, elevado ao máximo contraste. Enfim, dizem que Mozart arrotava em público, como o faz a galera do futiba bipolar... mas peidar, jamais! Quem rouba a música dos anjos não produz senão perfumes, ainda que pelo escapamento. Ao menos em minha ilusão de admirador embasbacado. Obrigado pelo belo início de semana útil, Fabio! Muita flauta para você também!

[Sobre "a ópera mágica"]

por Dennis
6/5/2002 às
08h56

Três sugestões de defesa
Não, não, Valentim- você tem que gostar de tudo o que eu escrevo. Se não gostou, sugiro que releia uma, duas, quantas vezes for preciso, até atingir um estado de saturação zen e passar a adorar cada linha que eu escrevo. Vai lá, eu espero. Até lá, um abraço... - Enquanto isso: o que vc disse, sobre eu ter atacado pessoas que não estão aqui para se defenderem, me fez pensar. Será verdade? Será covarde da minha parte? Mas depois reli a minha lista de iletrados. Fora Jeca Tatu, que nem sequer existe, são todos ricos. Juntos, poderiam comprar a Biblioteca do Vaticano. Poderiam contratar Harold Bloom, John Updike e Camille Paglia como "personal teachers". Mas não fazem isso. Ter pena dessa gente? Falar mal deles aqui não é falar pelas costas- é um ato público. Para se defenderem, eles podem: 1) Me processar; 2) Usar o espaço aí embaixo, se defendendo com palavras- mas para isso eles teriam que ler o meu texto, ou mandar que alguém leia por eles; e 3) se eles quisessem mesmo se defender da acusação de que são iletrados, eles bem que poderiam (oh, hipótese radical!) abrir um livro de vez em quando, não é? O que acha, Valentim? Um abraço- Alexandre.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Alexandre Soares
6/5/2002 às
04h45

Eurico Miranda in hell
Ricardo: mas a punição para quem não lê é não ler- já basta isso, você não acha? Tento imaginar a vida sem ler- me parece horrível. Seria atravessar a existência no nível mental de um Eurico Miranda... Isso já é punição...Eurico Miranda pode nem perceber, mas depois de morto, vai respirar fundo, e cair em si: "Meu Deus, fui Eurico Miranda...". Isso já não é o inferno? Um abraço, Alexandre.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Alexandre
6/5/2002 às
04h38

Sobre Eddie Campbell
José Carlos: escrevi duas vezes sobre Eddie Campbell aqui no Digestivo Cultural; a mais recente disseca a série From Hell, cuja versão para o cinema estava nas telas quando a coluna foi ao ar. A mais antiga foi ao ar há mais de uma ano atrás e fala sobre Bacchus, a revista (quase) mensal que ele edita. Um abraço e obrigado pela visita.

[Sobre "O Canto de cisne dos Super Heróis"]

por Rafael Lima
5/5/2002 às
23h18

Alan Moore/Eddie Campbell
Rafael, já te cumprimentei pelo artigo,fiz propaganda do meu site e próprio artigo sobre este grande gêneio que é Alan Moore,mas esquecí de perguntar:voce menciona que já escreveu há um ano sobre Eddie Campbell.Onde posso conseguir erte artigo? (sou viciado em textos inteligentes - por isto compro sempre o Caros Amigos).

[Sobre "O Canto de cisne dos Super Heróis"]

por jose carlos neves
5/5/2002 às
19h50

DE QUALQUER FORMA...
Sou um leitor oblomovista: enfio-me na cama com meus livros e não há o que me tire de lá. E que pereça o mundo! Sei que no Juízo Final, os que puderam ler e não o fizeram (ou dedicaram-se à auto ajuda e esoterismo) serão condenados ao lugar com choro e ranger de dentes, enquanto aqueles que não leram porque não tiveram a oportunidade, talvez sejam merecedores de uma segunda chance. Quanto aos operários o intervalo do trabalho: adiantaria colocar Homero nas mãos deles? Schopenhauer? José de Alencar ou Agata Christie pelo menos? Não adianta ... Agora, os que podem ler e não o fazem, esses são condenados por si mesmos à sofrer as consequências da própria inércia.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Ricardo
4/5/2002 às
15h00

Convite
Caro Paulo, parabéns pelo seu belo texto. Sou ator e diretor de teatro no Rio de Janeiro e estou ensaiando o espetáculo "A Guerra Conjugal", encenação de sete contos do livro homônimo do Dalton, com a permissão do próprio. O espetáculo estreará no dia 4 de junho e ficará em temporada até 31 de julho. Depois queremos viajar e claro, o nosso desejo maior é ir a Curitiba. Caso isso aconteça, sua presença na platéia me daria enorme prazer. Um abraço, Leonardo Netto

[Sobre "Deus"]

por Leonardo Netto
4/5/2002 às
02h50

confiança
Temos que aceitar a nossa existência em toda a plenitude possível; tudo, inclusive o inaudito, deve ficar possível dentro dela. No fundo, só essa coragem nos é exigida: a de sermos corajosos em face do estranho, do maravilhoso e do inexplicável que se nos pode defrontar. Por se terem os homens revelado covardes nesse sentido, foi a vida prejudicada imensamente. As experiências a que se dá o nome de "aparecimentos", todo o pretenso mundo "sobrenatural", a morte, todas essas coisas tão próximas de nós têm sido tão excluídas da vida, por uma defensiva cotidiana, que os sentidos com os quais as poderíamos aferrar se atrofiaram. Nem falo de Deus. Mas a ânsia em face do inesclarecível não empobreceu apenas a existência do indivíduo, como também as relações de homem para homem, que, por assim dizer, foram retirados do leito de um rio de possibilidades infindas para ficarem num ermo lugar da praia, fora dos acontecimentos. Não é apenas a preguiça que faz as relações humanas se repetirem num tão indizível monotonia em cada caso; é também o medo de algum acontecimento novo, incalculável, diante do qual não nos sentimos bastante fortes. Somente quem está preparado para tudo, quem não exclui nada, nem mesmo o mais enigmático, poderá viver sua relação com outrem como algo de vivo e ir até o fundo de sua própria existência. (Rainer Maria Rilke, Cartas a um jovem poeta.)

[Sobre "Iris, ou por que precisamos da tristeza"]

por Lucia
4/5/2002 à
00h48

Julio Daio Borges
Editor

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