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Terça-feira, 17/6/2008
Comentários
Leitores

a arte sob o véu da insensatez
Prezado Luis Eduardo Matta: Já tinha te escrito antes pelo teu site. Sou seu leitor de longa data, desde a publicação de "Ira Implacável" e leio sempre seus ótimos ensaios no Digestivo Cultural. Esse último que você publicou falando da arte contemporânea é, sem dúvida, um dos melhores. Aliás, você escreveu um dos melhores textos que já li sobre o tema. O Affonso Romano de Sant'Anna é outro que tem atacado essa ditadura da mediocridade na arte e acho que você e ele são as duas vozes mais respeitáveis nesse campo das idéias aqui no Brasil hoje. Como seu leitor, estou aguardando com ansiedade a publicação do "Véu". O diálogo que você colocou no artigo e a maneira como você descreveu o tema já dão uma boa pista de que o livro é fantástico. Você é um dos melhores contadores de histórias do Brasil hoje. Continue e os leitores agradecem.

[Sobre "A arte contemporânea refém da insensatez"]

por Marcelo Rezende
17/6/2008 às
20h53

Bela matéria!
Gostei muito da entrevista. O cara realmente é fascinante, principalmente pelo fato de ser um forte apoiador da arte de rua, do graffiti, que é algo tão especial e tão discriminado nos dias de hoje. Parabéns ao repórter também; seu comentário sobre o Baudelaire com certeza foi essencial para a naturalidade da entrevista. Abs

[Sobre "Bate-papo com Eric Maréchal"]

por Murilo de Souza
17/6/2008 às
19h08

Leitora induzida
Como sempre, suas resenhas fazem mais que informar. Induzem (no bom sentido) a ler o referido livro. Muito interessante o verme narrador. O tema é mais que atual e discutível. Entra para a lista. Parabéns! Quanto ao fotógrafo, difícil separar a curiosidade mórbida sensacionalista da arte de fotografar o sentimento. Beijo.

[Sobre "Cenas de um país machista"]

por Dai
17/6/2008 às
19h07

Seja feliz para amar
Sim. Amor e Felicidade não são coisas concretas para entrar em conflito com a lei da fí­sica que impede dois corpos ocuparem o mesmo espaço. Dois sentimentos estanques, podem fazer parte de uma só vida. Ligar o Amor à Felicidade é querer sofrer, e aí­ está o erro crasso da humanidade. Seja feliz para amar, em vez de procurar amar para ser feliz. [Curitiba - PR]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por Olinto Alves
17/6/2008 às
18h04

Amo Christian Louboutin
Claro que sim! Eu posso amar os meus sapatos Christian Louboutin e ser feliz usando eles mesmo que eu quase caia com eles. [São José dos Pinhais - PR]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por Vanessa Aparecida
17/6/2008 às
18h04

feliz amando ou não
É possí­vel ser feliz, amando ou não. A felicidade nos aparece no momento em que menos pensamos em consegui-la. Porque a felicidade é própria, é só nossa, e só aparecerá quando atender às nossas próprias necessidades. [Ipatinga - MG]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por Gabriel Lacerda
17/6/2008 às
17h07

só as mães são felizes
Muitos dizem que o sí­mbolo do amor puro está no amor de mãe, que é o maior de todos. E se "só as mães são felizes", como diz a canção, não restam dúvidas: amar e ser feliz ao mesmo tempo vai além das possibilidades - pertece ao reino das inevitabilidades. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por Vanessa Barbosa
17/6/2008 às
16h21

enfrentando as batalhas
Obviamente que sim, pois a verdadeira felicidade só é conquistada se o amor estiver presente. Reveses fazem parte da nossa caminhada, inclusive no amor. A conquista da felicidade e do amor e a manutenção dos mesmos depende de nossos esforços. Só é realmente feliz quem enfrenta suas batalhas, com amor. [Florianópolis - SC]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por Flávio José Polaco
17/6/2008 às
14h15

Se está amando...
Só o fato de estar amando é motivo de grande felicidade. Não acredito que os dois caminhem separadamente. Não existe "ou você ama ou você é feliz". Não. Se você está amando você pode estar certo que é feliz. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por claudio schamis
17/6/2008 às
13h13

O amor é imperfeito
Não. O amor não me convence. Ele é sádico. Frio. O amor é imperfeito, isso sim. Ele busca as diferenças mais estranhas nas entranhas. O amor comeu minhas receitas médicas, meu peso e a cor dos meus olhos. João Cabral foi feliz, talvez. A infelicidade é a companheira do amor. Ou você algum dia se viu amando e satisfeito? Impossí­vel. Não dá. Ele quer mais e mais. Não tem fim. O amor é um buraco negro que ninguém conhece. Amar e ser feliz, uma velha utopia. [Vitória de Santo Antão - PE]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por Pablo Viní­cius
17/6/2008 às
13h12

Julio Daio Borges
Editor

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