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Sábado, 16/8/2008
Comentários
Leitores

Razão e Sensibilidade
Luis Eduardo, meu caro, você se diz emocionado ao ler o livro. Não precisa dizer mais nada em favor da obra reputada por sub-literária. Quem engana o sentimento? Quem pode ser louco de querer forçar emotividades na solidão de um livro? Há apenas você e a luz do quarto. E o oceano. Precisamos de teorias literárias? Um homem que gosta muito de ler, um letrado, se emocionou. Que mais falar? Qual teoria literária pode desdourar o sentimento de um sujeito sincero que ama a leitura? Que decodificação a um símbolo, que tropo de um tropo, que hermenêutica metafórica, pode desdenhar espontânea emoção, quanto mais de alguém provido de refinamento estético? A razão, no entanto, pode ser manipulada...

[Sobre "As duas divas da moderna literatura romântica"]

por mauro judice
16/8/2008 às
11h16

Sobre uma entrevista agradável
Legal conhecer a Ana Elisa através da entrevista. Só achei um ponto falho: demoraram 5 anos para entrevistá-la? Tsc, tsc, tsc. A Ana conseguiu mostrar em suas respostas aspectos comuns a todos os q lêem, escrevem ou blogam (oq acho ser uma mistura dos dois anteriores mais um toque peculiar). Em vários trechos parecia aquela vozinha que volta e meia fala comigo lá de dentro de minha cabeça. Totalmente sinistro! É legal saber q existem pessoas como ela, dispostas a mostrar os seus gostos sem medo e talvez até ajudar outros a fazer o mesmo. Eu, leitor esporádico do site, quero ver se apareço mais vezes por aqui para ler as crônicas da Ana Elisa ou encontrar outras pérolas iguais ela. Parabéns, Ana Elisa, continue brilhando. 1 abraço.

[Sobre "Ana Elisa Ribeiro"]

por JLM
15/8/2008 às
15h54

Informação boa tem que correr
Acabo de escrever um texto sobre você em meu blog. Escrevi rápido, após ler sua entrevista, portanto talvez você diga que eu me encaixo nestes que escrevem sem pensar. Mas já pensei muito tempo, sem escrever. Hoje ainda penso, mas a possibilidade de ser lida, de fazer alguma diferença para alguém, de repassar algo de bom, algo de útil, me é tão cara, tão preciosa, que não me arrependo de às vezes escrever na pressa, sem um conhecimento aprofundado do assunto. As notícias ruins já chegam muito depressa até nós. Notícias boas - como foi para mim a sua entrevista - às vezes também precisam correr na velocidade do vento.

[Sobre "Uísque ruim, degustador incompetente"]

por Juliana Dacoregio
15/8/2008 às
08h56

Idéialândia
Uma boa idéia bem aplicada, se não der barato, pelo menos trará uma grande chance de cura. Quem é viciado em boas idéias, precisa de doses cada vez maiores... Enquanto a cura não vem, somos ávidos do que vocês têm de sobra. Vocês são uma "ideialândia", digamos assim, onde vamos buscar um prazer fugaz. Depois voltamos ao normal, e precisaremos de mais e mais... Aí, sempre somos compelidos a voltar... Vida longa a vocês e a todos de boa vontade e grandes idéias. Parabéns!

[Sobre "Cronópios"]

por Guto Maia
14/8/2008 às
12h15

Esperança: o tempero da vida
A esperança é o tempero da vida. Sem ela, ficamos sem qualquer ânimo para enfrentar esta vida cheia de falcatruas e mentiras. Mas quem somos nós para consertar o mundo? O que nos resta é tentar ser cidadãos honestos, escolhendo nossos candidatos conforme nossas consciências. Minha filha não tirou o título neste ano em que completou dezessete, disse que iria pensar mais. Não questionei, simplesmente disse a ela que pensasse bem, pois voto é compromisso. O mar é feito de vários grãos de areia juntos e, mesmo sendo um grãozinho apenas, faço a diferença.

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por Solange Boy
13/8/2008 às
17h13

Amor em gotinhas
Que lindinho! Adorei. O amor é o mandamento mais importante da Bíblia, sem o amor, nada somos. Uma gotinha deste amor já traria grandes transformações a esta humanidade corrupta e sem coração. Vocé foi sensível o bastante para fazer uma gotinha deste amor brotar em meus olhos. Parabéns.

[Sobre "O amor que choveu"]

por Solange Boy
13/8/2008 às
15h54

Fã incondicional
Olá! Não tem um texto seu que eu não goste! Abs

[Sobre "O artista em três gerações"]

por Karyn
13/8/2008 às
09h43

É a minha história!
Parabéns pelo texto. Perfeito. Foi direto como um soco no meu estômago. Minha história narrada por alguém que não me conhece, mas entende muito bem o que se passa na cabeça de um abduzido (ou seria abobado) no amor. Parece que andaram vigiando meu passos e resolveram publicar. Demais!!!

[Sobre "Como esquecer um grande amor"]

por Fernando
13/8/2008 à
00h26

Caótica surpresa
Não só este texto, mas o site como um todo foi uma caótica surpresa. Eu estava procurando trabalhos de Alan Moore e olha onde cheguei... Muito bom!

[Sobre "A teoria do caos"]

por marcos
12/8/2008 às
16h20

Completa desesperança
Posso entender seu ponto, Diogo, se não fizer parte de certas pessoas que alimentaram por anos a esperança num candidato carismático, dito popular, fincado em flamejante discurso igualitário. Quando este herói subiu ao poder e traiu a nação, o idealismo deste romântico eleitor caiu por terra. Teve que engolir a evidência de ter sido ingênuo e manipulado durante anos, erro logo apontado por seu círculo de amizades, a quem ele atormentou no passado como entusiasta do político traidor. Quis morrer quando vieram lhe dizer: não falamos, bobo, acreditou num salvador da pátria. Não avisamos que nunca existiu um candidato muito bom, apenas um melhorzinho. Daí, tentando recolher os cacos de seu ego em frangalhos, em vez de recolher-se à sã humildade, acha uma resposta aos orgulhosos detratores. Passa a dizer, ainda presa de seu espírito radical e vaidoso, que nenhum candidato é bom, ninguém presta, e assume uma postura de completa desesperança diante de todo, e lento, avanço da humanidade.

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por mauro judice
12/8/2008 às
13h49

Julio Daio Borges
Editor

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