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Terça-feira, 26/8/2008
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Amores paulistanos
O amor tem dessas coisas. Como disse Itamar Assunção: "Venha até São Paulo ver o que é bom pra tosse! Venha até São Paulo dance e pule o rock and rush. Venha até São Paulo viver à beira do stress. Fuligem catarro assaltos no dia dez". São Paulo produz filhos que a renegam. O orgulho de ser paulistano é instável como a própria cidade. Após cada inalação, volto a amá-la. Qual o perfil do verdadeiro paulistano? Quem vive nos Jardins, no Brás ou na periferia? No Bom Retiro, quem não lê coreano, sente-se estrangeiro diante das placas das lojas. Uma cidade que é de todos, não é de ninguém. Ser filho de quem não é de ninguém, é perturbador. Sabemos cada defeito da nossa mãe, mas quando a ofendem viramos bichos. Mas, amanhã tudo recomeça, e a luta pela sobrevivência volta a nivelar a todos por baixo da poluição. E, no trânsito, blasfemaremos num coro de insensatos alérgicos. Os que lutam com palavras, procurarão fazer justiça com as próprias mãos... O amor tem dessas coisas.

[Sobre "Trauma paulistano"]

por Guto Maia
26/8/2008 à
01h41

Levei um pé na bunda
Acabei de levar um pé na bunda... haha (só rindo e entendendo!)... ri demais com o seu texto... Por enquanto, só tenho a lhe agradecer: obrigada, Pilar.

[Sobre "Como esquecer um grande amor"]

por Chica
25/8/2008 às
23h15

Ganhei o dia!
Pô, Julio, ganhei o dia!

[Sobre "La même chose"]

por Cláudia Flores
25/8/2008 às
21h31

Feia, mas ai de quem concordar
É, São Paulo é feia que dói. Preciso dizer isso porque o primeiro passo é a aceitação. Mas não sei se saberia viver em outro lugar...

[Sobre "Trauma paulistano"]

por Kelly
25/8/2008 às
21h09

De bulas a blogs
Cara Pilar, notei em seu artigo uma velada sugestão para que os candidatos a escritores façam o curso de Letras. Permita-me uma opinião: se alguém quiser ficar íntimo das palavras, leia. Leia tudo: histórias em quadrinhos, romances da Barbara Cotland, sacrifique-se com os textos de Guimarães Rosa, penetre no cipoal dos escritos de James Joyce - leia de bula de remédio aos blogueiros juvenis. Com o tempo será capaz de separar o joio do trigo. Se quiser ser um professor, faça a faculdade de Letras - quem sabe um dia possa ocupar a cadeira do mestre...

[Sobre "Então, você quer escrever um livro..."]

por João Athayde
25/8/2008 às
16h44

Desumana, charmosa e peculiar
São Paulo é feia e desumana para quem não a conhece! São Paulo tem um charme que nenhuma outra cidade tem! Ela é totalmente peculiar!

[Sobre "Trauma paulistano"]

por Adriana Heluy Ribeir
25/8/2008 às
16h06

Pela alegria da leitura!
Oi, Luís, bom lê-lo de novo! Mais uma vez, seu texto reflete o imenso prazer que você sente na leitura. É um bom (e feliz) leitor, e isso o habilita a extrair, até de "gêneros menores", diversão e reflexão (binômio com que fecha o texto). Não conheço as autoras que você citou, mas concordo que seja possível fazer boas leituras de textos menos pretensiosos. E muito mais que isso, acho que a leitura deve, sempre, ser fonte de prazer, de descoberta, deve despertar aquele gosto pela vida, pelo outro, pelo novo. Foi gostoso "bater papo" por meio do seu texto, parabéns.

[Sobre "As duas divas da moderna literatura romântica"]

por Roberta Resende
25/8/2008 às
15h32

O silêncio e a feiúra
Gostei muito da forma como falou de São Paulo. Também sou paulistano e acho que todos compartilhamos, mesmo que em silêncio, da feiúra dessa linda cidade. Abraços

[Sobre "Trauma paulistano"]

por Valter Pereira
25/8/2008 às
13h19

São Paulo dá de dez!
Qualquer desavisado que sobrevoe o Rio de Janeiro ficará encantado com a sua geografia. Depois, via aterro do Flamengo, encantar-se-á com o jardim magnífico, os monumentos, a Baía, o Pão de Açucar etc. etc. etc. Não vai perceber, lá do outro lado, as favelas penduradas em Niterói. É longe, parece urbanismo de ilha grega. Se vier pelo Galeão, bem, aí dá para notar a verdadeira "alma da cidade". Sujeira, favela, vagabundagem e vadiagem por todo lado. Mas estar no Rio é tentar exercitar a tal "alegria carioca" e o desavisado segue delirando para a zona sul. Não vai notar os cortiços do Catete, a escuridão das ruas de Laranjeiras, a vulgaridade de Copacabana, o Pavão/Pavãozinho, e a infinidade de denominações das "comunidades". Ainda enlouquecido, passa sem notar a Rocinha e toda a porcaria que enfeia a cidade. Chega à Barra e pensa que está em Miami... Sem essa de que São Paulo é feia. São Paulo tem seu charme, qualidade e dá de dez no resto de Pindorama.

[Sobre "Trauma paulistano"]

por Raul Almeida
25/8/2008 às
12h33

Em busca da identidade
Bravo, Verônica Manbrini! Você está cheia de razão! No Brasil busca-se o "Salvador da Pátria" até mesmo na Literatura! Na verdade, trata-se de uma insana e inútil busca de identidade nacional (isso existe?) em todas as áreas: na música, na fórmula 1, no futebol etc. etc., gerando os mais medonhos fanatismos. Abraços do Sílvio Medeiros.

[Sobre "Mitofagia: Machado ao molho pardo"]

por Sílvio Medeiros
25/8/2008 às
09h49

Julio Daio Borges
Editor

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