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Segunda-feira, 1/9/2008
Comentários
Leitores

Proposta utópica
Caro Leo, a demagogia política está transformando jovens idealistas em adultos céticos, descrentes - e não reacionários, como você colocou. Reacionários são os ideólogos (tanto à esquerda quanto à direita) que se recusam a aceitar o mundo do jeito que é hoje, onde não há mais lugar para as polarizações de ontem. Quanto à "arnaldojaborear" sem apresentar uma solução concreta, acho que o voto livre - que propus nesta coluna - pode ser considerado uma das soluções palpáveis. Seria um novo início, pelo menos. Sua idéia de concursos públicos para candidatos é até bem intencionada, mas um tanto utópica. Você acha mesmo que um proposta dessas passaria pelo congresso? Fora isso, você ainda enfretaria a fúria dos politicamente corretos de plantão, seria taxado de "elitista" e "preconceituoso"... dariam o exemplo do Lula e blá, blá, blá... (todo mundo já conhece o discurso).

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por Diogo Salles
1/9/2008 às
20h04

Chico Buarque não quis Roberto
A bossa nova é o clássico brasileiro. Lástima que Roberto Carlos, que sempre foi da jovem guarda e criticava a bossa nova, tanha sido convidado para cantar bossa com Caetano. Bem fez Chico Buarque, que não aceitou cantar ao lado de Roberto...

[Sobre "50 anos de Bossa Nova"]

por Vinicius Branco
1/9/2008 às
19h58

Arnaldojaboreando
A demagogia política consegue aos poucos transformar jovens idealistas em adultos reacionários. O sonho se transforma "nisso que está aí e não vai mudar mesmo". E passamos a "arnaldojaborear" as coisas: aos muxoxos, num pessimismo cúmplice, sem nunca apresentar uma solução concreta. Acredito que há uma solução que aproveita a senilidade institucional ao nosso favor. Se um cidadão brasileiro quite com as suas obrigações pretende prestar concurso público, ele precisa passar num exame de conhecimentos que vão de Português a disciplinas mais específicas ao cargo escolhido. Ou seja, para ter um cargo público, É PRECISO MOSTRAR QUE ESTÁ APTO a EXERCÊ-LO. Aplicando essa forma de avaliação aos futuros candidatos políticos, só quem provasse alguma aptidão poderia concorrer. O que é bom, pois ele passou numa peneira que separa... o joio? Não. A brita do trigo; teríamos uma democracia à prova de idiotas, alguma administração pública de qualidade e quem sabe um pouco da dignidade como eleitores.

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por Leo Cabral
1/9/2008 às
19h23

Não estou entendendo
Na Dinamarca, Noruega e Suécia, por exemplo, temos um excelente IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Todos sabemos que lá existe democracia há muitas décadas. Sendo assim, alguém poderia me mostrar um país sob outro regime político que tenha um grau ao menos razoável do conceituado índice? Ou devemos acreditar que a evolução da Escandinávia se deu pela circunstância de viver no local uma raça superior?

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por mauro judice
1/9/2008 às
15h55

Sonho com novos políticos
Embora o voto nulo seja o efeito do descrédito, acho uma forma perigosa de expressão. Meu medo é que o nulo, juntamente com a desobrigatoriedade do voto, aqui no país em que (nem) todos os homens têm um preço, o povo se transforme em espectador de algum governo totalitário. (Onda que, ao que parece, tomou conta da América Latina.) Talvez eu seja a última crédula, mas acredito nos novos políticos. Digo, nos realmente novos, não os do círculo fechado das "velhas raposas", os dos velhos vícios, onde só entram "camaradas", e só saem aqueles "entregarem" o "esquema". Sinto até uma euforia, em pensar que as "velhas raposas" não viverão para sempre. E os novos políticos (?!)... os da geração que ouvem, desde criança, o conceito explícito, e até agora imutável, da políca suja, corrupta... esses não (não?) poderão permanecer inertes e aceitar o círculo, os vícios. Sim, sou sonhadora, acredito no voto e também que ainda existe(?) um político íntegro, fazendo o que deve ser feito!!!

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por Edi Kersting
1/9/2008 às
14h10

O Conceito de Democracia
Caros leitores, do meu ponto de vista, creio que a discussão sobre voto obrigatório ou nulo, na atual circunstância política, é de pouca valia diante da disseminação da politicagem local e mundial. Aprendi com Hannah Arendt que devemos refletir sobre as questões urgentes do nosso tempo. Atualmente, dentre elas, o próprio conceito de democracia que, desafortunadamente, no panorama político atual, se confunde com uma espécie de totalitarismo das próprias massas (?!), espúrias politicagens etc. etc. Abraços do Sílvio Medeiros.

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por Sílvio Medeiros
1/9/2008 às
10h41

estou disposto a aprender
hoje percebi o quanto que eu não sei escrever, porém estou disposto a aprender... essa arte que se chama escrita.

[Sobre "Como escrever bem — parte 1"]

por Michel
1/9/2008 às
10h38

Voto comprado
Este debate eh muito importante para todos brasileiros, sempre achei que o voto facultativo deveria ser implantado em nosso pais, mas mudei de ideia ao saber que em cidades pequenas como a minha os candidados compram votos de seus cabos eletorais, contratam muita gente para participar da campanha oferecendo R$50,00, sendo que R$ 25,00 antes e mais R$25,00 se for eleito, contratam em sua maioria jovens de apartir dos 16 anos com titulo de eleitor. Acredito que esta pratica exista em todo o pais. Se o voto for facultativo só vota quem receber algo em troca, e de imediato, sem ver as consequencias de seu ato no futuro... Acho que não deve ser tão facil e barato comprar todo o eleitorado brasileiro, então o voto obrigatorio diminui esta safadeza.

[Sobre "Voto obrigatório, voto útil... voto nulo"]

por juarez galindo
1/9/2008 às
10h17

Livro ou CD do Calcinha Preta?
Luis, concordo contigo, mas ainda há algo, no mercado de livros, que impede as pessoas de terem um acesso maior ao livro: o preço. Sim, ele mesmo - e sempre. É claro que, na maioria dos casos, ele (o preço) não se faz impedimento, porque ainda há uma quantidade enorme de pessoas, que - mesmo com pouco dinheiro - prefere comprar um cd do "Calcinha Preta" a comprar um livro. Esta semana visitei um grande livraria de Belém e pude constatar isso. Eu havia adquirido um livro no "sebo" por dez reais e o mesmo livro, na livraria, custava 45 reais (e o livro que comprei estava novinho!). E olha que eu posso comprar um livro por 45 reais, mas quantos não podem fazer o isso? Mesmo nos "sebos", às vezes, eu ainda acho o preço de alguns livros altos demais! Acho que vou mandar a livraria baixar o preço do meu livro. Parabéns, pela boa reflexão.

[Sobre "A juventude nas livrarias"]

por Américo Leal Viana
1/9/2008 às
09h23

Amizade pela internet
Acredite: não há distância para uma forte amizade. Aproximadamente 9 anos de contato e aprendizagem. Não teclávamos, conversávamos. Ele no Canadá e eu no Brasil. Foi meu dedicado professor de Inglês. Taduzi todos os capitulos de seu livro que seria publicado este ano. Recebi, dia 22 de agosto de 2008, um chamada telefônica de sua filha, informando que um "Heart attack" o levara. Ele 80 anos; eu, 65. Há ainda muitas lágrimas em minha família, pois todos o amávamos...

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por Di
31/8/2008 às
23h46

Julio Daio Borges
Editor

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