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Sexta-feira, 12/9/2008
Comentários
Leitores

Nem melhor nem pior
Crer ou não crer... Essa questão tem dividido a humanidade desde sempre. Assim como desde sempre os homens buscam no divino as respostas para suas dúvidas, medos, angústias e para tudo aquilo que fuja à sua compreensão... Certa vez assisti a um filme onde um padre passando por uma fase de crise de fé ajoelhou-se aos pés da imagem de Jesus dizendo que não era justo que a igreja pedisse a todos a fé absoluta em seus dogmas. Não tenho posição fixa sobre religiões em geral, mas certamente não acredito que o fato de não crer em Deus - nos moldes em que ele nos é "embalado e vendido" - torna alguém pior ou melhor... Segundo meu parco conhecimento do mundo, existem calhordas e seres vis em todas as esferas do pensamento...

[Sobre "Chris Hedges não acredita nos ateus"]

por Marilia
12/9/2008 às
17h05

Retorno à democracia?
Caro Luis Eduardo, você situa 1982 como o ano do retorno à democracia no Brasil. Ressalta o prodígio da formação do Parlamento brasileiro em 1823. Contudo, por meio de um breve repasse pela nossa história, fica tão claro que o Brasil é um país tão pouco voltado às práticas democráticas. O Brasil-Império ainda é uma nação voltada aos interesses da Corte portuguesa! Em seguida, nossa República nada mais foi que um acordo firmado entre generais, coronéis e fazendeiros; culminando na Ditadura Vargas! Finda a II Guerra Mundial e após as acomodações das nações no cenário mundial, o Brasil mergulha numa longa ditadura militar. Nesse sentido, como falar de retorno da democracia no Brasil? Desafortunadamente, a nossa história não permite tal assertiva!

[Sobre "A evolução da nova democracia brasileira"]

por Sílvio Medeiros
12/9/2008 às
17h01

Onde onde onde
Penso muito na relação da minha escrita com a música. Gostei especialmente das comparações que fez com as canciones populares. Agora, como vive um homem que só vive de escrever sem aparecer? Vive no Brasil mesmo?

[Sobre "Do maior e do melhor"]

por Gabriel Pardal
12/9/2008 às
12h27

Escrita e pronúncia
A reforma ortográfica facilita a escrita, mas dificulta a pronúncia. Ainda mais num paí­s onde a maioria das pessoas lêem pouco e não entendem muito de concordância. [Itapetininga - SP]

[Sobre "Promoção Cartas de Antônio Vieira"]

por Adriana Palma
12/9/2008 às
10h12

Carioca escreveria Braziu?
Esse Shultzês não daria certo, porque é totalmente artificial, mais artificial ainda que o Esperanto. Sem falar que iria abolir a origem das palavras. Só tem dificuldade em escrever as palavras portuguesas com s, sc, ss, x etc. quem nunca teve familiaridade com o Latim. Um pouco do antigo Latim que era ministrado antigamente nas escolas não faria mal a ninguém! E ajudaria uma barbaridade na análise sintática. A propósito: carioca escreveria Braziu? Braziuziuziuziuziuziu!!!

[Sobre "Contra reforma ortográfica"]

por Félix Maier
12/9/2008 às
09h45

Democracia é liberdade?
Se for, então, estamos no caminho errado. A lei eleitoral, "rigorosíssima", acabou por tirar aquele certo brilho de eleições passadas. Acabou com o brilho, não com as falcaturas de alguns candidatos, que ainda insistem em transformar a votação em um balcão de negócios, e quem acaba pagando o pato é sempre o eleitor, culpado pelos descalabros. Interessante, que, quem julga e condena o eleitor, são os "céticos", pessoas que se dizem politizadas o bastante para rejeitar o processo eleitoral brasileiro (parece que têm saudade dos áureos tempos da ditatura militar), tentando convencer os menos politizados a desisitir de votar, com o discurso de que a política é coisa "de" e "para" bandidos. Se não sei em quem votar, por que não assistir ao horário gratuito eleitoral, apesar da quantidade enorme de bobagens? Sim, preciso assisti-lo para comparar "quem é quem" no jogo eleitoral. Não há nenhum demérito nisso. O país mudou, porque a nossa democria mudou - e para melhor.

[Sobre "A evolução da nova democracia brasileira"]

por Américo Leal Viana
12/9/2008 às
09h29

Ainda o País de Leitores
O bom seria que fôssemos um país de leitores. É claro, que não alcançaríamos a totalidade. Mas, que tal 70% da população? Isso! Certamente nos daria "visões" desse tipo: um ônibus com metade da lotação, lendo; um trem, um navio ou um avião repletos de pessoas com um livros nas mãos; nos bares e restaurantes, as mesas cheias de gente se deliciando com uma boa história; nos escritórios ou em consultórios, bancos e cadeiras com clientes esperando, enquanto lêem; enfim. Mas, enquanto não atingimos "metas" como essas, não percamos a esperança, sem desconsiderar também aqueles, que, por razões diversas, preferem a "hora da química, da física ou da biologia" à "hora do conto", sem, contudo, rejeitarem por completo a literatura. Apenas, dedicam menos tempo (e dinheiro, é claro) a ela.

[Sobre "Literatura é coisa para jovem?"]

por Américo Leal Viana
12/9/2008 às
08h27

Triste, triste
Infelizmente, o que fez "crescer" nossa classe média foi seu rebaixamento. Classe média até certo tempo atrás não significava equilibrar-se precariamente à beira da pobreza. No entanto, a nossa sociedade em termos culturais até que é solidária; pois a "elite" cultural do país também não é lá essas coisas. Pelo menos, enquanto estrato social, pessoas cultas e consumidoras de cultura, que realmente frequentam museus, teatros e lêem e quantidade e qualidade, representam um traço estatístico - honrosas exceções. E, surpreendentemente, estes casos nem sempre são determinados por sua classe sócio-econômica. Triste, triste. Pois se nossos desafios econômicos e sociais são imensos, é desalentador reconhecer que, cada vez mais, nos falta uma elite visionária e realizadora - ou uma classe média ambiciosa e questionadora. Parecemos presos a um circulo vicioso de mediocridade, autocomplacência e acomodação.

[Sobre "Nossa classe média é culturalmente pobre"]

por Werner
12/9/2008 às
02h28

A prioridade é o celular
Primeiro: descobriram que a Terra é redonda. Segundo: duvido que alguém, passando por uma loja de celulares agora mesmo, não vá encontrar a mesma abarrotada de gente. Pra porcaria o brasileiro tem grana. Só não gasta com livro porque não quer.

[Sobre "Nossa classe média é culturalmente pobre"]

por Barbara Pollac
11/9/2008 às
19h35

Filosofando o facultativo
... então filosofemos um tiquinho: por mais desfavorecida que seja uma porção da sociedade, a mesma é dotada de uma consciência, pois todos nós nascemos com uma, tenhamos ou não passado por uma escola ou qualquer que seja a forma de instrução. Costumo dizer que os seres humanos vivem numa simbiose, trocando atitudes uns com os outros. Os dez anos vividos em cidade pequena e trabalhando em serviço público municipal me deram a noção de que nada é diferente dentro das sociedades, pois todas são movidas pela política. As pessoas menos favorecidas têm a noção exata do que estão fazendo ao trocarem seus votos por favores, sim. E até a mais favorecida faz o mesmo, tirando proveito nas épocas das eleições. Como tudo evolui, o Brasil, que é um jovem país, ainda passará para a fase do voto facultativo, sim; ainda chegará lá, e por que não?! Poderá (ou não) ter efeitos negativos, como deixar as decisões nas mãos dos menos informados, mas tudo é transitório...

[Sobre "Pelo direito (e não o dever) de votar"]

por maria josé trindade
11/9/2008 às
18h35

Julio Daio Borges
Editor

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