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Quinta-feira, 9/10/2008
Comentários
Leitores

Dez razões depressivas
Dez razões para se ler um livro deprimente:
1 - O leitor infeliz se identifica com o escritor infeliz.
2 - O leitor vê que sempre há alguém mais infeliz que ele.
3 - O leitor nota que, embora infeliz, é inteligente, porque o livro é considerado difícil (na verdade, difícil de agüentar).
4 - O leitor se acha muito humano, por sentir a dor do mundo.
5 - O leitor sente inebriado pela auto-piedade.
6 - O leitor sai dizendo que leu um livro para poucos e se considera um eleito.
7 - Se o livro tiver qualidade, acentuam-se as vantagens acima.
8 - Se o livro não tiver qualidade, o livro vira cult, o leitor vira fã e abre um fã clube.
9 - O leitor aprende outra língua, para ler no original.
10 - O escritor fica feliz com seus leitores, embora tenha que forçar o tom depressivo em suas obras pelo resto da vida.

[Sobre "A literatura do desgosto"]

por mauro judice
9/10/2008 às
15h44

um texto tão coeso
Ah! acordei agora! Onde estou? Na Terra ou em algum outro planeta da galaxia? Na internet da Terra é difícil encontar um texto tão coeso como este. Parabéns, cara! Demais! clap, clap, clap!!!!!!!

[Sobre "Como parecer culto"]

por E. Land
9/10/2008 às
15h02

Coca Zero com mais gás
Nossa!!! O que posso dizer sobre este texto? Maravilhoso, simplesmente. A forma como você abordou o texto foi incrivelmente única. Adorei, Marcelo! Descobri este site há pouco tempo e agora não largo mais. E ainda divulgo pra todos meus amigos, pois textos como esses DEVEM ser lidos pela própria geração Coca Zero, à qual pertenço. Quem sabe algumas reflexões e mudanças tornem-se evidentes? Sinto que a minha geração precisa de um pouco mais de gás, assim como a Coca Zero. Muito bom mesmo, Marcelo!

[Sobre "Geração Coca Zero"]

por Tamires Mucedola
9/10/2008 às
12h27

Morri de rir
Sem comentários. São muito bons. Morri de rir. Acrescentei no meus favoritos.

[Sobre "Entrevista de Emprego"]

por Stefano
8/10/2008 às
23h56

Será que vimos o mesmo filme?
Puxa, será que nós vimos o mesmo filme? Eu não poderia discordar mais! Achei o filme simplesmente encantador. Despretensioso e inteligente, ele mostra justamente o adolescente dos anos 2000. Aquele que não se encaixa em estereótipos ultrapassados, que não é nem nerd nem atleta, cheerleader gostosona ou feiosa impopular. Ele mostra uma pessoa comum, com tudo de incomum que as pessoas comuns têm! Famílias "desestruturadas", sim, mas nem por isso infelizes ou doentias. Relacionamentos perfeitos por fora, mas podres por dentro. Relacionamentos inviáveis por fora, mas perfeitos por dentro. Pessoas tropeçando e levantando, errando e aprendendo, exatamente como vejo à minha volta todos os dias! Pai e filha também mostram uma sintonia invejável. Mesmo após ela fazer uma baita cagada, nada de histeria ou sermões moralistas e inúteis, mas sim conversas práticas e adultas. Um exemplo de confiança (mostrado com uma naturalidade brilhante neste roteiro) que deveria ser seguido por todas as famílias.

[Sobre "Juno, de Diablo Cody"]

por Giovana
8/10/2008 às
20h03

A evolução(?) do político
Devemos continuar a acreditar na força do voto, que tem a força de um tiro, como disse Lincoln, porque temos exemplos maravilhosos de políticos que mostraram verdadeiros milagres de transmutação de caráter, apesar de saírem da prática dos piores tipos de crimes. Certo pastor de igreja evangélica, a qual conhecidamente explora o povo, se afastou de suas atividades sacerdotais, tornou-se político, tentando se eleger como prefeito de uma cidade brasileira de porte. Sem sucesso, anda envolvido com o crime organizado, segundo informam os jornais. Mesmo assim, todo mundo desce o pau no cara. Ara, mas o que querem este bando de gente curta e inflexível! Que, numa só vida, o sujeito saia do colo do capeta e voe para as nuvens de Jesus? Eu, de mim, fico impressionado com a evolução do sujeito. Tenho que admitir que a fé dos pobres fiéis que o ouviam removeu mesmo montanhas.

[Sobre "Eleição local, disputa nacional?"]

por mauro judice
8/10/2008 às
19h25

Círculo vicioso
... e assim prossegue o círculo vicioso das democracias representativas de massa e de mercado, nas quais a liberdade do cidadão está restrita apenas ao momento do voto. Abraços do Sílvio Medeiros. Campinas, é primavera de 2008.

[Sobre "Eleição local, disputa nacional?"]

por Sílvio Medeiros
8/10/2008 às
11h44

James Joyce dedo-duro
Querida Pilar, excelente texto. Ele me remeteu imediatamente ao "Dublinenses", de James Joyce. O escritor irlandês "dedurou" (rsrs) toda Dublin por meio da escritura. Isto também é válido no que se refere ao "Ulisses". Abraços do Sílvio Medeiros. Campinas, é primavera de 2008.

[Sobre "O escritor está nu"]

por Sílvio Medeiros
8/10/2008 às
11h33

U2 3D e o show no Morumbi
Estive no show do Morumbi e tive o prazer de assistir o show sem nenhum contratempo. Na ocasião me chamou a atenção ver tanta gente junta sem ter presenciado um só empurra-empurra (e fiquei na pista). Apesar da dificuldade pra comprar os ingressos, valeu a pena! O show foi espetacular e o filme, apesar de mostrar angulos e efeitos inéditos, não chega nem perto de causar a emoção do show. Vale lembrar que, na primeira vez que o U2 esteve aqui, a C&A vendeu os ingressos de forma organizada e correta, o tal supermercado é que meteu os pés pelas mãos...

[Sobre "U2 3D"]

por Estela
8/10/2008 às
02h30

As melodias de Camelo
Discordo. Pra mim, "SOU" é melhor que o "4". É um cd muito fechado e bonito, que tem a característica literária de tratar sobre um tema até seu fim (no caso, a solidão e suas correntezas). Ainda é um cd muito bem arranjado e produzido. Camelo, assim como Paul Mcartney, tem o dom de construir melodias como ninguém.

[Sobre "Sou, de Marcelo Camelo"]

por Pardal
8/10/2008 à
00h05

Julio Daio Borges
Editor

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