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Sexta-feira, 10/10/2008
Comentários
Leitores

Uma verdadeira obra de arte!
Olá, Marcelo! Deixa eu te contar o que aconteceu aqui em casa: não só minha filha (10 anos) se apaixonou pelo livro (e suas ilustrações - nem tão minorizadas assim, porque a qualidade suplanta a quantidade e a ausência de cores), como ainda o indicou a suas amigas. A uma delas demos como presente de aniversário: ela adorou! Particularmente, eu achei o livro uma verdadeira obra de arte do ponto de vista gráfico, capaz de agradar desde o público em formação quanto o mais crítico. LP conseguiu um difícil equilíbrio no âmbito da literatura: conquistar um público de todas as idades. Quanto à questão das imagens e da aplicação de ilustrações na literatura infantil, concordo quanto ao abuso e ao mascaramento (textos porcarias com ilustras nota dez). Não concordo quanto à competição: ainda se insiste nessa bobagem de que o verbo é superior à imagem? O ilustrador não tem culpa quando o texto não está a sua altura... Beijão pra vc.

[Sobre "Livros, brinquedos, bichos de estimação e imagens"]

por paula mastroberti
10/10/2008 às
19h51

Calcinha não é luxo, não
Calcinha não é luxo, não. Infelizmente, sem ela nossas calças iam viver molhadinhas de secreções femininas. E eu gosto das bem grandes.

[Sobre "calcinha"]

por Thati
10/10/2008 às
19h22

revisor: tradutor disfarçado
Depois "reclamas" que vivo a te elogiar. Mas como deixar de fazê-lo a pessoa que tão bem escreve? Coincidência ou não, estive "ocupado" com a leitura de "Ensaio sobre a lucidez", de José Saramago, que, dessa vez, quase passo batido (o que faria o revisor sádico diante dessa expressão, hem?) Mas, sobre a revisão de textos, digo que o trabalho de alguém isento, independente, colabora muito com o do escritor, porque o bom revisor não necessita apenas de "conhecer a gramática", mas ser sensível à arte da escrita. O revisor é um tradutor, digamos, disfarçado (no bom sentido, é claro), mas, quando escrevo, procuro sempre facilitar o trabalho do revisor. Prefiro, portanto, "pecar" por excesso a por omissão. Um abraço.

[Sobre "Trocar ponto por pinto pode ser um desastre"]

por Américo Leal Viana
10/10/2008 às
16h58

Voto por uma vida melhor
Pra transformar não basta votar, mas estabelecer no voto um conjunto de valores que vão desde a ética, o respeito, até a arte de sentir as dores do mundo e a ciência de fazer com que as dores do mundo se transformem em felicidade. Votar não deve ser um copo de cerveja, mas ser um copo de responsabilidade, de uma busca capaz de dinamizar a estrutura de viver.

[Sobre "Eleição local, disputa nacional?"]

por Manoel Messias Perei
9/10/2008 às
17h39

Dez razões depressivas
Dez razões para se ler um livro deprimente:
1 - O leitor infeliz se identifica com o escritor infeliz.
2 - O leitor vê que sempre há alguém mais infeliz que ele.
3 - O leitor nota que, embora infeliz, é inteligente, porque o livro é considerado difícil (na verdade, difícil de agüentar).
4 - O leitor se acha muito humano, por sentir a dor do mundo.
5 - O leitor sente inebriado pela auto-piedade.
6 - O leitor sai dizendo que leu um livro para poucos e se considera um eleito.
7 - Se o livro tiver qualidade, acentuam-se as vantagens acima.
8 - Se o livro não tiver qualidade, o livro vira cult, o leitor vira fã e abre um fã clube.
9 - O leitor aprende outra língua, para ler no original.
10 - O escritor fica feliz com seus leitores, embora tenha que forçar o tom depressivo em suas obras pelo resto da vida.

[Sobre "A literatura do desgosto"]

por mauro judice
9/10/2008 às
15h44

um texto tão coeso
Ah! acordei agora! Onde estou? Na Terra ou em algum outro planeta da galaxia? Na internet da Terra é difícil encontar um texto tão coeso como este. Parabéns, cara! Demais! clap, clap, clap!!!!!!!

[Sobre "Como parecer culto"]

por E. Land
9/10/2008 às
15h02

Coca Zero com mais gás
Nossa!!! O que posso dizer sobre este texto? Maravilhoso, simplesmente. A forma como você abordou o texto foi incrivelmente única. Adorei, Marcelo! Descobri este site há pouco tempo e agora não largo mais. E ainda divulgo pra todos meus amigos, pois textos como esses DEVEM ser lidos pela própria geração Coca Zero, à qual pertenço. Quem sabe algumas reflexões e mudanças tornem-se evidentes? Sinto que a minha geração precisa de um pouco mais de gás, assim como a Coca Zero. Muito bom mesmo, Marcelo!

[Sobre "Geração Coca Zero"]

por Tamires Mucedola
9/10/2008 às
12h27

Morri de rir
Sem comentários. São muito bons. Morri de rir. Acrescentei no meus favoritos.

[Sobre "Entrevista de Emprego"]

por Stefano
8/10/2008 às
23h56

Será que vimos o mesmo filme?
Puxa, será que nós vimos o mesmo filme? Eu não poderia discordar mais! Achei o filme simplesmente encantador. Despretensioso e inteligente, ele mostra justamente o adolescente dos anos 2000. Aquele que não se encaixa em estereótipos ultrapassados, que não é nem nerd nem atleta, cheerleader gostosona ou feiosa impopular. Ele mostra uma pessoa comum, com tudo de incomum que as pessoas comuns têm! Famílias "desestruturadas", sim, mas nem por isso infelizes ou doentias. Relacionamentos perfeitos por fora, mas podres por dentro. Relacionamentos inviáveis por fora, mas perfeitos por dentro. Pessoas tropeçando e levantando, errando e aprendendo, exatamente como vejo à minha volta todos os dias! Pai e filha também mostram uma sintonia invejável. Mesmo após ela fazer uma baita cagada, nada de histeria ou sermões moralistas e inúteis, mas sim conversas práticas e adultas. Um exemplo de confiança (mostrado com uma naturalidade brilhante neste roteiro) que deveria ser seguido por todas as famílias.

[Sobre "Juno, de Diablo Cody"]

por Giovana
8/10/2008 às
20h03

A evolução(?) do político
Devemos continuar a acreditar na força do voto, que tem a força de um tiro, como disse Lincoln, porque temos exemplos maravilhosos de políticos que mostraram verdadeiros milagres de transmutação de caráter, apesar de saírem da prática dos piores tipos de crimes. Certo pastor de igreja evangélica, a qual conhecidamente explora o povo, se afastou de suas atividades sacerdotais, tornou-se político, tentando se eleger como prefeito de uma cidade brasileira de porte. Sem sucesso, anda envolvido com o crime organizado, segundo informam os jornais. Mesmo assim, todo mundo desce o pau no cara. Ara, mas o que querem este bando de gente curta e inflexível! Que, numa só vida, o sujeito saia do colo do capeta e voe para as nuvens de Jesus? Eu, de mim, fico impressionado com a evolução do sujeito. Tenho que admitir que a fé dos pobres fiéis que o ouviam removeu mesmo montanhas.

[Sobre "Eleição local, disputa nacional?"]

por mauro judice
8/10/2008 às
19h25

Julio Daio Borges
Editor

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