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Sexta-feira, 14/11/2008
Comentários
Leitores

A essência de Juno
Excelente resenha! Você não focou na belíssima atuação dos atores, coisa que se nota em todas as outras resenhas, apenas captou a essência do filme, o que fez toda a diferença! Parabéns!

[Sobre "Uma defesa de Juno"]

por Rachel
14/11/2008 às
16h00

Já destruí­ bolo de casamento
Destruí o bolo de casamento da minha irmã, esbarrei na mesa e o bolo tombou todo pra um lado só... Ficou horrí­vel! Minha irmã só sabia chorar, até hoje me sinto uma criminosa por isso. Tento esquecer, mas me vêm na memória os rostos de mais de 300 pessoas, com aquele olhar de desaprovação... Que coisa chata e desconfortante. Esse é o meu maior pecado, o resto não passa nem perto. [Nova Iguaçu - RJ]

[Sobre "Promoção Satã: uma biografia"]

por Eliane Oliveira
14/11/2008 às
13h26

Criança ao mar
Já vivi várias: estar com uma criança pequena no braço e ver outra criança sendo levada pelas ondas, e não ter um lugar seguro para deixar a primeira e ir salvar a segunda. [Feira de Santana - BA]

[Sobre "Promoção André de Leones"]

por Altamirando Martins
14/11/2008 às
12h06

Vesga de fome
Eu não me lembro bem quantos anos eu tinha, mas eu estava na fila da merenda da escola quando virei e falei para a menina que estava atrás de mim: "Estou vesga de fome". Adivinhem? A menina era vesga... Tentei mudar a frase para verde mas não deu... Fiquei com a cara no chão [Taubaté - SP]

[Sobre "Promoção Contos Indiscretos"]

por Sandra Esposty
14/11/2008 às
12h02

Eu compro seu aval!
Seu aval vale muito. Os "caçadores da resposta perdida" precisam de uma forcinha, de vez quando, pra seguir em frente. Precisam saber que não estão sós e que tem mais gente angustiada por não entender o que está acontecendo. Não é nada fácil entender um processo quando se está no meio dele... Ah, se eu pudesse pular uns 500 anos de história e então olhar pra trás, pro ano de 2008, e ver tudo claramente, com aquela nitidez que só o distanciamento permite...

[Sobre "Vendo aval no vendaval"]

por Giovana
14/11/2008 às
11h25

Ser gaúcho é...
Ser gaúcho é mais que nascer no Rio Grande do Sul, é trazer uma postura íntegra, é uma postura de respeito para com as pessoas, de ouvir em uma roda de chimarrão, de se divertir com a vida em um fandango, de respeitar e proteger os "piá" e as "prenda"... É muito mais que a maioria do nossos líderes pode fornecer. Qualquer brasileiro pode ser gaúcho, basta levar estes valores no coração. Que as nossas façanhas sirvam de modelo para toda a Terra!

[Sobre "Breve reflexão cultural sobre gaúchos e lagostas"]

por ronaldo lamp
13/11/2008 às
22h59

Um mal irremediável
Ira. Cometi e contimuo cometendo, pois até hoje eu nutro um ódio por uma certa pessoa que me fez um mal irremediável. Um estrago muito grande em minha vida. [Bom Jesus do Norte - ES]

[Sobre "Promoção Satã: uma biografia"]

por Eunice Oliveira
13/11/2008 às
18h39

Ficando entre primos
Ficar com meu primo, porque ele é irresistí­vel. [Florianópolis - SC]

[Sobre "Promoção Satã: uma biografia"]

por Vanessa Bastos
13/11/2008 às
17h02

Não matarás aula
"Como a tua mochila foi parar no banheiro?" - perguntou-me o diretor. Última semana de aula, que estudo que nada! Cadeiras voando pela janela e... fugi da classe!!! Assim que desci para o pátio, avistei o guarda, ou melhor, ele me avistou. Fugi para o banheiro e ele me seguiu. O barulho da descarga foi meu álibi. Voltei para a aula, mas tive que deixar minhas coisas. Não é que o guardinha desgraçado fez uma busca no local?

"- Não sei como foi parar lá.
- Senta, guri! Onde está tua cadeira?
- Nunca teve cadeira aqui."

Meu maior pecado foi não seguir o quinto mandamento daquele colégio de padres: Não matarás... aula. O ano letivo foi até sexta-feira. O meu acabou naquela segunda. [Porto Alegre - RS]

[Sobre "Promoção Satã: uma biografia"]

por Thiago Reck
13/11/2008 às
16h30

Dispensada por e-mail
Acredito que minha maior indiscrição foi "armar o barraco", por e-mail, com meu namorado, porque ele me dispensou também por e-mail, o que classifiquei como deselegante, cruel e de uma tremenda covardia. Eu escrevi, talvez, por meia hora seguida, desabafando e até exagerando, já que sentia o meu amor ferido e despedaçado. Acredito que ele nunca mais fará isso com outra mulher. Achei feia e indiscreta minha atitude, mas não me arrependi. Ser dispensada por e-mail é a coisa mais fria que existe, por isso fiz questão de feri-lo também, do mesmo modo que ele fez comigo: virtualmente. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Contos Indiscretos"]

por Marcia Oliveira
13/11/2008 às
15h50

Julio Daio Borges
Editor

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