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Sexta-feira, 21/11/2008
Comentários
Leitores

O País dos Petralhas
Caro Luís, resenhar é indicar uma obra, para ser lida ou para não ser lida. Para estimular ou desestimular uma leitura. Daí, eu pedir para que, se ainda não o fez, ler o "O País dos Petralhas", do jornalista Reinaldo Azevedo. Uma crônica das mais saborosas e verdadeiras do sub-jornalismo e da política rasteira que se praticam, hoje, pelo Brasil todo, sobretudo, após o início da Era Lula. Acho que vale a pena indicar a Obra, o Brasil só terá a ganhar. Obrigado, Luís. Abraços. JP.

[Sobre "Algumas leituras marcantes de 2008"]

por José Pereira
21/11/2008 às
10h19

a precisão ortográfica atual
Caro Marcelo: Meu primo Pereba, se por algum extraordinário poder do acaso lesse o seu artigo, iria tirar o baseado dos beiços queimados, cuspir de lado e escrever para você: "E a gente que não temo nada com isso, achamo tudo muito porralouca". Então teríamos que dar a ele os sinceros parabéns - escrevera a palavra "porralouca" com a máxima precisão ortográfica dos novos tempos. Um abraço.

[Sobre "Ideia acordou sem acento!"]

por João Athayde
21/11/2008 às
07h07

Olhando da janela
Com freqüência, vemos acirradas polêmicas entre as pessoas. Uns nem admitem ouvir que o mundo esteja melhorando. Outros, ao contrário, dizem que está melhor a olhos vistos, em comparação aos tempos passados. Nunca se chega a um acordo. Os argumentos de lado a lado são contundentes. Os pessimistas apontam para as guerras infindáveis, as catástrofes climáticas provocadas pela interferência danosa do homem na natureza, o contingente de miseráveis largados à própria sorte em todo o planeta, o advento de novas doenças incuráveis, os crimes hediondos em profusão... Os otimistas afirmam que tudo isto ainda é menos incidente, comparado ao que ocorria há um século, que dirá séculos... Uma moça plantou um oiti no lugar da árvore derrubada.

[Sobre "Oiti"]

por mauro judice
20/11/2008 às
18h55

Minha mensagem é outra
No momento não interesso-me por críticos, mercado, posição social etc... Até gostaria de esconder-me no Nepal. Estou criando, minha mensagem é outra. Mas aproveito para deixar uma dica.

[Sobre "Arte Brasileira Hoje: um arquipélago"]

por Cristina Motta
20/11/2008 às
17h01

Nunca diga nunca
Shirley (#3), sempre achei que os fanáticos soubessem absolutamente tudo sobre seus ídolos, já que eles sempre adoram cercear e corrigir cada palavra que blasfemam contra seus "deuses". Acho que eu estava errado, mas tudo bem - o Deacon é um cara recluso e deve ter falado poucas vezes sobre o George Michael. Enfim, aqui vamos nós... Jornal da Tarde, dia 5/10/2008: "Não é à toa que John Deacon, baixista da primeira formação do grupo e compositor de sucessos como 'Another One Bites the Dust' e 'I Want to Break Free', não deu as caras no projeto. Deacon só aceitaria o retorno da banda com George Michael nos vocais". Tive o cuidado de checar essa informação com o jornalista, autor a matéria, e ele me confirmou que leu essa declaração numa entrevista do Deacon a uma revista gringa. Você pode discordar à vontade de mim. Só tome cuidado com o "NUNCA" e o "JAMAIS". São palavras perigosíssimas - principalmente quando usadas assim, em letras garrafais.

[Sobre "Necrófilos da vanguarda roqueira"]

por Diogo Salles
20/11/2008 às
16h15

bom senso pra viver bem
Você não tem que ser rico pra se vestir bem. Você não tem que ser culto pra ter bom gosto. Você não tem que ser magro pra ser bonito. Mas você tem que ter bom senso pra viver bem.

[Sobre "Michelle Obama, ma belle"]

por Barbara Pollac
20/11/2008 às
12h51

o meu pé de cupuaçu
Não há como não associar árvores a pessoas e vice-versa. Assim como essas, aquelas também possuem suas histórias. Lendo teu texto de hoje, Elisa, lembrei-me de um pé de cupuaçu, que houve no quintal de minha casa. A muda, eu a trouxe de uma cidade vizinha, e a plantei logo que nos mudamos para a casa. Ela cresceu, mas, preguiçosa, só nos deu um fruto ao longo dos anos de sua existência. Por causa disso (eu até escrevi uma crônica sobre esse cupuzeiro), minha esposa passou a implicar com ele, e eu acabei mandando-o derrubar (e isso gerou um outro texto). Duro e triste golpe para mim, que amava o meu pé de cupuaçu, fruta tão gostosa, e que - entre tantas outros tipos de "comida", dá um "vinho" maravilhoso. Mas é assim mesmo, assim como as pessoas, as árvores - frutíferas ou não, também têm o seu momento de derrota. Um abraço e parabéns pelo teu texto.

[Sobre "Oiti"]

por Américo Leal Viana
20/11/2008 às
09h36

George Michael: The Voice
A voz de George Michael é bem vinda em qualquer banda, até no Queen.

[Sobre "Necrófilos da vanguarda roqueira"]

por mere dos santos
19/11/2008 às
22h10

Não posso deixar de perder!
Caro Diogo, adorei seu texto. Sobre ouvir o CD ou ver o show desta nova formação do Queen, adoto uma antiga frase de um amigo meu: "Não posso deixar de perder!". Constrangedor, melancólico... São apenas alguns adjetivos que me vêm à cabeça sobre este assunto. Triste é ver dois músicos históricos se prestarem a este papel. Abraços!

[Sobre "Necrófilos da vanguarda roqueira"]

por Luiz Augusto Lima
19/11/2008 às
21h45

Olga e o comunismo BR
Gostei muito do filme pois retrata bem a história de Olga e do comunismo no Brasil, o resumo é esclarecedor e bem elaborado.

[Sobre "Olga e a história que não deve ser esquecida"]

por silmara
19/11/2008 às
14h33

Julio Daio Borges
Editor

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