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Sábado, 29/11/2008
Comentários
Leitores

a 89 não acabou...
A Rádio ñ ficou tão ruim assim... Só acho q de vez em quando deveriam tocar um rock, p/ lembrar daquela época boa! Se os ex-ouvintes ñ estão gostando, paciência, né.

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por Luzia de Sousa Matos
29/11/2008 às
15h39

A tristeza era mais bela
É desordenado e sem valor o comentário de Edmilson Moreira sobre a Bossa Nova. Será que o tal cantor, de quem nunca ouvi qualquer referência, graças a Deus, não sabe até hoje quem é Noel Rosa, Mário Reis, Araci de Almeida, Marília Batista, Silvia Teles, Dick Farney e Johnny Alf? Ah! Quem foi que disse que Orlando Silva tinha "vozeirão"? E Tito Madi e Lúcio Alves? Todos com maestria envolvente contribuíram para a Bossa Nova. Concordo com a professora de canto Maria Borges que afirma que "Sussurrar é muito difícil". Aconselho a ele que, se não gostar de BN, que ouça Julie London e Chet Baker. Ah! Até Ari Barroso cantava de forma suave. Berrar não é cantar. O "dó de peito" sempre foi sinal de mal gosto. Deve preferir os insuportáveis Cauby Peixoto, Ivon Cury, Aguinado Rayol e Aguinaldo Timóteo. Que tristeza! Viva a Bossa Nova e seus seguidores. Viva o bom gosto e a autêntica cultura musical na MPB.

[Sobre "50 anos de Bossa Nova"]

por José Luiz Montenegro
28/11/2008 às
23h59

Melhor continuarem na música
Chico e Caetano cronistas? Não me convenceram. É melhor que continuem com suas músicas.

[Sobre "As Cem Melhores Crônicas Brasileiras"]

por Gilda Jorge Corrêa
28/11/2008 às
23h46

Guga: bárbaro e divertido
Acesso o link do Julio e vejo que tem um artigo do Guga e não resisto: sei que terei motivo pra sorrir muito, bem do jeito que preciso, depois de um dia chato... E não dá outra, rapaz, você é adorável. Beijo ;-)

[Sobre "Dia do lixeiro passar"]

por Gisele Lemper
28/11/2008 às
20h24

A magia dos livros vs. filmes
Ótima resenha, Marcelo. Não havia lido esse livro do Roth, e seu texto já fez aumentar minha lista de "pendências para comprar". Deveríamos ter um incentivo do governo para comprar livros :) Haja buraco no orçamento! O filme também já entrou na lista, só que dos DVDs (para quando sair). É que me recuso a assistir um filme antes de ler o livro. Acho que me rouba toda a emoção que as palavras transmitem. Não gosto de perder essa surpresa que só um bom livro traz. Aconteceu com "Reparação". Estou com o DVD (que ainda não assisti), mas antes me obriguei a ler o livro. E o texto é fantástico. Recomendo também aos seus leitores (o livro e o filme).

[Sobre "Fatal: o livro e o filme"]

por Ana Cristina Melo
28/11/2008 às
19h35

digital, demasiado digital
Concordo com o Maurício quando ele fala da experiência do contato físico - pelo menos com mídias impressas. Até porque o contato com o computador, pelo menos pra mim, se relaciona mais com o trabalho do que com diversão. Pegar um livro para ler, folhear uma revista, escrever uma dedicatória, apesar de parecer romancear demais, não são hábitos que se perdem facilmente. Até porque são eles que nos fazem mais humanos.

[Sobre "O fim das mídias físicas"]

por Laíza
28/11/2008 às
18h54

Depois conversamos mais
Parabéns pelo trabalho, Diogo, e pelo texto, que está ótimo. Vamos conversar mais sobre isso. Abçs - Edu

[Sobre "Solidariedade é ação social"]

por Eduardo
28/11/2008 às
18h24

Fiquei fã do Dudu!
Fantástico, Ana! Fiquei fã do Dudu, esse menino é um gênio!!! :)

[Sobre "Coisa de menino"]

por Dayse Vilas Boas
28/11/2008 às
18h01

Parabéns pelo casório
Lembremos que a relação a dois só é suportável quando as pessoas também o são. :)

[Sobre "O Blog da Noiva"]

por Blogueiro
28/11/2008 às
12h39

Brincadeira de mau gosto
Concordo com o seu texto, mas acho que essa volta do smile com nome de QUEEN nâo é apenas uma turnê caça-níquel, representa também uma frustaçâo do brian may que sempre soube que o coraçâo e a alma do QUEEN era o FREDDIE, e por isso todos os holofotes estavam direcionados a ele. brian may na certa quer ser reconhecido como o "novo líder" do QUEEN... Ou seria smile? Ou cover do QUEEN? Para mim o QUEEN é uma banda única, que sempre vai ser reconhecida pela sua sonoridade inconfundível e, principalmente, pelo talento e carisma de seu extraordinário vocalista (original).

[Sobre "Necrófilos da vanguarda roqueira"]

por Fred Adriâo
28/11/2008 às
03h48

Julio Daio Borges
Editor

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