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Terça-feira, 17/2/2009
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Leitores

Viva o Tom Zé!
Moderno Tom, sobretudo Zé. Macunaí­mico. Em "Jogos de armar", jogou, armou e previu, poeta-profeta, a queda dos EUA e da Europa. Quem mais acerta o pé no Brasil? Golaço! Viva o Tom Zé! [Campos dos Goytacazes - RJ]

[Sobre "Promoção Dentes do Dragão"]

por Paulo Moura
17/2/2009 às
09h36

Polemistas solitários
Clamam sozinhos no deserto! [Goiania - GO]

[Sobre "Promoção Dentes do Dragão"]

por Marcelo Sousa
17/2/2009 às
09h32

Falta polêmica
Acho que os polemistas do Brasil de hoje deveriam polemizar mais. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Dentes do Dragão"]

por Sarag Germano
17/2/2009 às
09h32

Drummond na Casa das Rosas
Se os vestibulares andam afastando os futuros leitores adultos de Drummond, quem sabe as artes plásticas não os resgatem? Coloquei um texto hoje no Blog da Cultura sobre a mostra que a Casa das Rosas está organizando inspirada na obra e vida de Drummond. Aliás, o Waldo Bravo - curador da mostra - fala exatamente sobre esse casamento entre a Literatura e as Artes. Vale a visita :)

[Sobre "Antologia poética, de Carlos Drummond de Andrade"]

por Kelly
16/2/2009 às
21h31

O mapa do tesouro
Sempre admirei Millôr. Era a primeira página a ser lida, na revista que ele escrevia. Muito bom ter uma indicação de quem o acompanha. Obrigada pelo mapa do tesouro.

[Sobre "Millôr Fernandes, o gênio do caos"]

por Anna (Anny)
16/2/2009 às
20h21

Desejo anotado...
Ana, adoro ler estes livros da L&PM. Já comprei muitos deles. Mas não vi estes por aqui nas araras de supermercados e nem nas livrarias daqui. Mas o mome está anotado. Minha próxima compra.

[Sobre "Trinca de livros e um bate-papo"]

por Anna (Anny)
16/2/2009 às
19h12

Acompanhando o Millôr
Acompanho o Millôr há muito tempo, desde quando o tempo era mais dilatado, passava mais devagar. Isso era bom porque a gente tinha mais tempo de apreciar textos e desenhos e passava as páginas das revistas e jornais mais vagarosamente. Mas acompanhar o Millôr é só maneira de dizer. Ninguém acompanha o Millôr, porque ele se mantém permanentemente à frente e costuma dispensar seguidores. Dá uma colher de chá, aqui e ali, para os mais atrasadinhos, mas o homem é um corisco. Num meio cultural cada vez mais juvenil e, por isso mesmo, cada vez mais pueril, Millôr representa, talvez, aquele tipo de sabedoria que civilizações um pouco mais dignas que a nossa cultivaram ou apreciaram, num grau que, hoje, é quase incompreensível. Talvez essa seja sua maior piada. Millôr tem a idade que quiser e poderia (metaforicamente, metaforicamente!) ser pai de todo mundo. Mas a maioria não tem sequer pré-requisitos para ser seu filho, neto ou bisneto, sei lá. É isso aí, Diogo.

[Sobre "Millôr Fernandes, o gênio do caos"]

por Guga Schultze
16/2/2009 às
16h21

Texto claro e objetivo
Marcela, adorei o seu texto: objetivo e disciplinado, claro e conciso, sem o pedantismo das cátedras e sem o ego dos que se pretendem filósofos, sociólogos etc.

[Sobre "Genialidades múltiplas"]

por Carlos E F Oliveira
16/2/2009 às
14h22

Até que enfim alguém explicou!
Finalmente alguém conseguiu me explicar essa função de maneira mais convicente!

[Sobre "Pra que serve um crítico musical"]

por Mônica
16/2/2009 às
10h32

Polemistas extintos
Estão em extinção. [Diamantina - MG]

[Sobre "Promoção Dentes do Dragão"]

por Ana Ribeiro Barbosa
16/2/2009 às
09h27

Julio Daio Borges
Editor

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