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Sexta-feira, 31/5/2002
Comentários
Leitores

Zogo Suzo!
Caro Alexandre, o seu excelente texto foi balsâmico para o meu espírito ferido, inquieto e revoltado. Como se já não bastassem as hipocrisias rubras, será que também precisamos engolir as hipocrisias amarelas? Não! Basta de grotescos pets tomagoshis, de lixo tecnológico e das invasões predatórias em nossas florestas. Basta de ver japoneses fantasiados de biólogos matando centenas de baleias (sob pretexto de pesquisa científica, ha ha ha!) e enfurnando-se na Amazônia para esburacar a terra e arrancar nossas raízes com propriedades medicinais. Não são apenas as raízes; são as folhas, flores, frutos, caules, borboletas, taturanas, cipós, pequenas aves raras... tudo eles metem em barricas, lacram e despacham para a Terra do Sol Nascente. E tais furtos são praticados sob as barbas do Governo Federal, que nunca soube proteger nossas riquezas, sejam elas naturais ou artificiais. Nunca soube proteger nada que fosse nosso, eis a triste verdade! Estou "por aqui" com esses sorrisinhos e mesuras asiáticos, que só fazem disfarçar secretas gargalhadas de escárnio. De quem estão rindo? Claro que de nós, os idiotas saqueados, que ainda compram todo aquele tecnolixo, aqueles aparelhos eletrônicos fabricados com prazo exato para quebrar e nunca mais funcionar! Zogo Suzo! Muita Suzeila! Muita Patifalia! Alexandre, obrigado pelo texto.

[Sobre "Psiquiatra declara Japão Oficialmente Maluco"]

por Dennis
31/5/2002 à
00h31

...
Primeiro nunca afirmei fazer parte da elite intectual do país, seria muita presunção. Sou apenas uma pessoa que gosta de um bom livro, boa música, bons filmes, de viajar e conhecer novas culturas. Segundo, erros de digitação podem ocorrer. Isto talvez não aconteça com quem tem o hábito de repassar o texto algumas vezes antes de publicá-lo.

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Yara Romero
30/5/2002 às
22h24

O colecionador de insultos
Muito obrigado, Karla, por tentar descer de sua superior condição intelectual para se fazer entender por mim. Mas na minha terra a gente concorda verbo e usa vírgula adequadamente. Tente de novo. Se precisar, posso te emprestar a gramática que usamos aqui. Nós escrevemos em Português.
E não precisa concordar comigo, não. Fique à vontade: talvez mais do que receber elogios de quem admiro, acumular insultos de quem desprezo me anima a continuar escrevendo.
Acho divertidíssimo acompanhar a lucidez do raciocínio de vocês. É engraçadíssimo ler alguém me chamando de Mongol, de machinho encalhado, de pseudo-intelectual americanizado, de picareta falsificador de mensagens, de crítico incompetente, de fascista adolescente. Realmente, Karla, não recebi nenhuma agressão pessoal. Eu é que não sei interpretar texto. Nem escrever. Não na língua de vocês. Repito: eu me comunico em Português - não numa língua em que alguém que se considera elite, tentando me explicar quem são as "mentes femininas pensantes" do seu país, conjuga o presente do verbo "assistir" na terceira pessoa do singular como "assisti".
Nada poderia justificar mais a validade do meu texto do que os comentários de vocês. Muito obrigado a todos! Beijos e abraços,
Eduardo

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Eduardo
30/5/2002 às
20h45

Cadeia com eles!
É, meu caro Maurício, às vezes a verdade dói pra muitos. Sempre achei que essa arte contemporânea é, em parte, embromação, coisa de quem não foi ou é capaz de absorver aqueles conhecimentos e a técnica necessários a uma boa e sincera produção artística. Mas, nem todos embromam, é preciso que se faça justiça. Quem, em sã consciência poderia nivelar toda essa produção por baixo, sem pesar isso ou aquilo, levando em conta as características de cada um? Por certo que algo necessita ser feito em prol da arte do passado, a figurativa, face à campanha insidiosa de alguns marchands abomináveis, de mãos dadas com alguns críticos horrendos, experts em produzir gênios da arte a partir de cabeças ocas e, o que é pior, lançando a confusão e a dúvida no público pouco esclarecido a respeito do que seja Arte, com "A" maiúsculo. Como você bem o disse, levaremos tempo para consertar toda essa bagunça produzida por eles.Críticos de arte? Marchands? Muitos deveriam enfrentar a barra do tribunal, por serem criminosos, em sua prática persuassiva de que lixo é (também) Arte! Cadeia com eles!

[Sobre "Crítica à arte contemporânea"]

por Afonso Barreto
30/5/2002 às
20h26

...
Isso não é humano ...

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Ricardo
30/5/2002 às
20h20

Concorde comig e direi quem és
Ah, então opinião boas e sérias são aquelas que concordam com vc? Sinto muito... E português correto, qual é? Vc não entendeu o espírito da coisa: tive que baixar o nível pra poderes acompanhar. Posso me considerar de uma elite sim, pois tive oportunidades que infelizmente poucas pessoas no Brasil tem e, assim como vc Sue, também sou professora em 02 Universidades, participo de vários grupos de estudo e os 02 livros que leio não são por ano (se este é o seu hábito, Eduardo, desculpe mas não é o meu!). Concordo que isto não significa inteligência nem intelecualidade, nem tão pouco estou aqui pra defender esta ou aquela apresentadora. Apenas não concordo com o escrito no "texto" e sou livre pra expressar a minha opinião. Agora, ele é tão inseguro sobre o que escreve e ainda está tão preso a adolescência (fase pela qual eu já passei há alguns muitos anos), que responde mensagem a mensagem como se fosse uma agressão pessoal. O bom crítico tem que ter cacife pra aguentar as concordâncias e as discordâncias... E dizer que Rita Lee não é inteligente ou que não é um dos grandes expoentes da nossa música é lamentável! É a inteligência rebolante sobressaindo-se sobre a inteligência pensante... e que infantilidade ficar aqui discutindo sobre isto...

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Karla Albuquerque
30/5/2002 às
19h49

gostei da pagina


[Sobre "Dois palmos de céu"]

por joão
30/5/2002 às
18h06

tbm não torcerei pelo brasil
Bem, aqui em casa as marcas dominantes são Olympikus, Dumont, Gradiente. Mas não foram escolhidas por questão de patriotismo. Eu não vou torcer para o Brasil na copa por outros motivos. Analisando pelo ano em que estamos vivendo, um ano de eleições, um ano onde as pessoas deveriam estar prestando atenção aos atos dos candidatos à cadeira de presidente da república em vez de ficarem preocupados com a seleção de futebol. Agora nos dias de jogos do Brasil, o governo decretou ponto facultativo em todas as repartições públicas no periodo da manhã. Realmente, os feriados durante o ano são muito poucos. Espero que a seleção volte o mais rápido possível pra casa. O Brasil precisa de gente trabalhando e não de mais 7 meios feriados.

[Sobre "Torço para quem eu quiser"]

por Yara Romero
30/5/2002 às
15h32

Um ponto...
De novo você traz assuntos tirados da cartola! Que maravilha! Só quero colocar um ponto: assisti essa semana há um documentário sobre quadrinhos e desenhos japoneses. MUITO interesante, não lembro o canal.. GNT, P+A ou algo assim... O que importa é que mostraram que as mulheres são sempre com ar de menininhas novinhas pois antigamente (acho que ainda é?) era proibido mostrar pelos pubianos nos desenhos... daí virou essa tradição. Explicaram muitas outras coisas no documentário, show de bola. Mas você está certo, são todos uns doidos. Seria bom que fizessem o mesmo estudo com outros países, como o Brasil, a França, a Itália, o Paraguai, etc... Abcs!

[Sobre "Psiquiatra declara Japão Oficialmente Maluco"]

por Juliano Maesano
30/5/2002 às
14h32

Atirar no escuro
Pois é, meu caro Rafael (não vou aqui te chamar pelo apelido, porque pode tornar-se incômodo). Olha a ironia, olha a ironia! A seu convite apareci para saborear a sua primeira coluna gastronômica e posso te dizer que o seu futuro, meu amigo, o seu futuro é o infinito! Brilhante coluna, como aquelas que se espargem. É como naqueles pequeníssimos vasilhames de perfume francês, que borrifados alcançam séculos de história da arte dos odores. Escrever é atirar a esmo, já dizia um amigo meu. E eu, naqueles tenros anos de zona colegial e frustração intelectual, a tentar e tentar tornar-me um verdadeiro "sniper", ilhado no bairro da Glória ou, agora, aqui em São Conrado. Aguardo ansiosamente por nossa ida à "Vênus de Milo". Espero poder quebrar alguns pratos, embora minha consciência de ocidental boboca ainda me traga alguns pesares pela culpa do vandalismo inexistente. Se não me segurarem, acabo por quebrar Versalhes no dia seguinte. Ou pelo menos o Palácio do Itamaraty, que fica aqui mais perto. Abraços!

[Sobre "Quebrar pratos com Afrodite"]

por Homer
30/5/2002 às
10h46

Julio Daio Borges
Editor

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