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Segunda-feira, 23/2/2009
Comentários
Leitores

Não despreze o Dorian Gray
O seu texto é realmente muito bom, mas não despreze Dorian Gray, ele faz parte de um dos romances mais lindos que já tive a oportunidade de ler até agora. Sobre o seu texto, comento com a frase de um cantor italiano, Caparezza: "trovo molto interessante la mia parte intolerante che mi rende rivoltante tutta questa bella gente", que traduzido significa "acho muito interessante a minha parte intolerante, que me rende lamentável toda essa bela gente".

[Sobre "Outsider: quem não se enquadra"]

por ananda
23/2/2009 às
07h56

Irmãos brigões
O Brasil e a Argentina são, na verdade, como dois irmãos que brigam, brigam muito, mas que na verdade não conseguem viver um sem o outro.

[Sobre "Brasil e Argentina: uma História Comparada"]

por Vanderlei Gomes
22/2/2009 às
14h52

Uma aula de história e música!
Simplesmente... ótimo! Uma aula, que professores de história poderiam aproveitar muito bem! Valeu mesmo!

[Sobre "Chico Buarque falou por nós"]

por Sérgio Luiz Gadini
21/2/2009 às
12h24

Os jornais não vão sobreviver
É muito cedo, Sílvio, para uma avaliação em caráter definitivo sobre a internet, que recém está engatinhando, tal como o cinema há cem anos. Não creio na sobrevivência dos jornais, pelo menos a longo prazo.

[Sobre "A Morte dos Jornais, na Time"]

por César Dorneles
20/2/2009 às
23h25

A Roda Viva de Chico
O marco zero da ruptura de Chico Buarque com seu propalado "bom-mocismo" foi a peça "Roda Viva". Ali Chico Buarque se expressava de uma forma que não dava espaço para que outros falassem por ele ou interpretassem o que Chico "pretendia dizer". Alguém se saiu com uma frase, acho que foi o José Celso Martinez, na época, sugerindo uma imagem forte: "Roda Viva são os olhos verdes de Chico Buarque boiando sobre um pedaço de fígado cru".

[Sobre "Chico Buarque falou por nós"]

por rené ferri
20/2/2009 às
19h44

De tão humana, uma obra divina
Chico é intemporal e universal. A beleza lhe era cativa, e ele a colocou em tudo o que fez. Não sei se por obra de Deus ou da natureza, os olhos de Chico viam a essência das coisas: a mulher além da emancipação, o homem além do machismo, a puta além da pornografia, o mundo além dos interesses. Na essência tudo é simples, verdadeiro e harmonioso quer seja aqui, ou lá, na vida do pobre, do bacana, do amado, do largado, tudo se iguala. Acredito que foram a visão e a consciência da importância da beleza, e também que a determinação de ser e se sentir livre, independente do redor, que culminaram na criação perfeita de sua obra, a qual cada vez que estudo me pergunto: como sempre senti e não pude exprimir isso? Chico Buarque sabe falar por mim, até hoje, sobre as coisas que sei; e até sobre coisas que ainda não sei...

[Sobre "Chico Buarque falou por nós"]

por Eliana de Freitas
20/2/2009 às
13h36

O Fim do Carnaval
Penso que o Oscar é uma festinha americana. Gramado, que é do Brasil, a gente já nem fala mais. Quanto à folia, pouco a pouco vai virando uma festinha de Axé qualquer. Estamos conseguindo matar o nosso carnaval. A cidade que resido tem quatrocentos e cinquenta mil habitantes e, este ano, o carnaval popular resume-se a um bailinho contratado pela prefeitura. Conseguimos acabar com o Carnaval que mantinha inclusive uma verba oficial da secretaria do Turismo.

[Sobre "Entre a folia e o Oscar"]

por Manoel Messias Perei
20/2/2009 às
08h39

Criando na crise
É preciso esquecer a crise e criar, sem tempo pra interomper o processo de criação.

[Sobre "A Criação em tempos de Crise"]

por manoel messias perei
20/2/2009 às
08h27

Vitória e Callas
Guilherme, eu também adoro biografias. Duas dicas: 1) "Maria Callas: a mulher por trás do mito", por Ariana Stassinopoulos Hutchinson. Cia das Letras ("um arraso"!); 2) "Rainha Vitória", por Lytton Strachey. Record (IMPERDÍVEL!) abraços do Sílvio. Campinas, é verão de 2009.

[Sobre "A vida dos outros"]

por Sílvio Medeiros
20/2/2009 à
00h06

Quiçá, quiçá, quiçá
Como notavelmente já afirmara Walter Benjamin (em 1933!), a humanidade, de uma forma bárbara, abandonou as peças do patrimônio cultural pela moeda míúda do "atual". Quiçá, Marcelo, diante da crise econômica, a humanidade se prepara para sobreviver à cultura. Abraços do Sílvio. Campinas, é verão de 2009.

[Sobre "A Criação em tempos de Crise"]

por Sílvio Medeiros
19/2/2009 às
23h39

Julio Daio Borges
Editor

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