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Segunda-feira, 9/3/2009
Comentários
Leitores

Amei um cretino
Estou passando por isso, ri bastante do texto. Ao mesmo tempo, me achei um completa idiota por amar esse cretino. Com estas dicas, tenho mais é que deixar a fila andar. Na vida tudo passa!

[Sobre "Como esquecer um grande amor"]

por Eliana
9/3/2009 às
12h01

Amiga do ex
Não concordo em um ponto de seu texto. Ser amiga de seu ex-parceiro, para mim, não é um estereótipo. Eu sou amiga de um ex-namorado e me dou muito bem com ele!!!

[Sobre "Eu + Você = ?"]

por Milene Galvão
8/3/2009 às
19h12

Articulados de plantão
É, Jui, eu devo estar ficando rara também, não? Será por isso que deixei de ser blogueira faz tempo e nunca entrei no Tuíter? Gosto bastante mais da articulação. BJ

[Sobre "Estamos nos desarticulando"]

por ana elisa ribeiro
8/3/2009 às
17h39

Jornalismo e luta de classes
Nenhum jornal busca mais furos, sejamos sinceros... Jornalismo hoje é luta de classes, além de afetações politicamente corretas. As informações não batem com as fontes primárias. A cobertura das eleições americanas foi o triunfo definitivo da mediocridade da grande mídia: de um lado, McCain, fadado ao fracasso, não podendo soltar um pum; do outro, o "messias", Barack Obama, com um passado obscuro que a mídia ocultou até o extremo e que está sendo revelado através da própria internet, através do site Obama Crimes e de documentários, como "Obama Deception". Não é o cidadão "aliendado" que foge dos jornais, é o cidadão cansado de acreditar nas mentiras dos próprios meios de comunicação. Há um forte pressentimento entre o público consumidor de que a mídia oculta determinados dados para justificar interesses de grupos e isto leva a cancelamento de assinaturas, obviamente. Enquanto isso, a minoria "intelectual" decide erroneamente o porquê da crise na imprensa.

[Sobre "O fim (da era) dos jornais, por Paul Starr"]

por bebeto_maya
8/3/2009 às
15h03

Desigualdades intelectuais
Creio que sempre haverá quem busque informação de qualidade, mas temo que sejam cada vez mais raros. Além de desigualdades sociais, nosso futuro/presente está repleto de desigualdades intelectuais. Não acho que seja culpa, apenas, dos veículos, mas do cidadão alienado e hedonista que se reproduz a uma velocidade espantosa.

[Sobre "O fim (da era) dos jornais, por Paul Starr"]

por Fabiula
8/3/2009 às
11h31

Texto não é telegrama
Olá, Julio, ano de questionamentos esse 2009, hein? Pelo jeito, há fortes ligações entre as mudanças que você relata e a disseminação de novas tecnologias por aí. A tão ansiada mobilidade, obtida com o wifi, os netbooks e o celular, talvez nos leve a circular mais e a ter menos tempo para aprofundamento de leitura e comentário. Mas minha sensação é a de que os 140 caracteres não bastam para muitos de nós - e portanto o Twitter ocupa um espaço que não é o da blogagem. Certo, talvez alivie uma compulsão imediata por expressão e contato. Mas nunca cobre a necessidade de uma produção mais articulada. Coincidentemente, estou há quase um mês sem blogar (e também sem twittar). A que será que isso se deve? Para mim, parece mais existencial que progmático.

[Sobre "Estamos nos desarticulando"]

por Lilian Starobinas
7/3/2009 às
10h23

Borges, inspirações e orgasmos
Cada um de nós conta e procura multiplicar as nossas vidas em contos. Uns aplicam o conto como vigaristas, outros contam um ponto como matemático, outros contam lágrimas, e há os que apenas se inspiram nas estrelas e fazem o céu sentir-se em pleno Natal. Borges é um dos contistas e poetas, que pôe a paixão nas letras, e inspiram as palavras a terem orgasmos múltiplos.

[Sobre "O Outro, um conto de Jorge Luis Borges"]

por Manoel Messias Perei
7/3/2009 à
00h31

Hiponga, thank God!
Graças a Deus tenho ranço de hiponguice encrustado e quando vi a capa do filme, fui direto nele. Depois que fui ver que era do Sean Penn. Fiquei embasbacada. Muito forte, muito bom. E aconteceu uma gracinha, ainda: enquanto eu o via, quis me fotografar e o fiz. Tirei um autoretrato pela primeira vez assim: vendo um filme. De tão mexida que fiquei. A hiponguice de novo "gritou", achei lindo!

[Sobre "Na Natureza Selvagem, de Sean Penn"]

por Gabriela Galvão
7/3/2009 à
00h07

A natureza é um mito
Belíssismo filme... Mas me parece que a "lição" é dizer que não existe possibilidade de retorno à natureza, pois o mito da pureza dela é destruído quando ele é envenenado pela própria natureza ao comer uma planta, que, sem as informações dos livros (domínio da ciência sobre a natureza), se tornou fatal para ele. A natureza é um mito. E é um perigo, pois cria e destrói na mesma medida. O que é da natureza o homem não come.

[Sobre "Na Natureza Selvagem, de Sean Penn"]

por jardel dias
6/3/2009 às
16h25

Jornais com os dias contados
Os jornais tradicionais que cumpriram o seu papel de jornalismo e informação durante a era de Gutemberg (seria primo do Undenberg?) estão com seus dias contados. A era digital veio introduzir uma nova maneira de ver e traduzir as notícias. A decodificação dos assuntos globalizados em produtos de consumo instantâneo... Como dizia o velho baiano Gilberto Gil, "...falam tanto de uma nova era... que esquecem do eterno é... só você poder me ouvir agora... já significa que da pé..." (belos versos). Ainda não sabemos bem para onde vamos, mas sabemos que estamos indo... Abraços, Clovis Ribeiro

[Sobre "O fim (da era) dos jornais, por Paul Starr"]

por Clovis Ribeiro
6/3/2009 às
11h00

Julio Daio Borges
Editor

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