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Segunda-feira, 6/4/2009
Comentários
Leitores

You're by your own fellow
A visão da autora tem como tema recorrente no livro a constante idéia de esfacelamento não da autoridade dos pais, mas de ausência de laços familiares. Mas não é a vitória do individualismo, é a ausência de alternaativa senão no coletivo. O Grande Irmão venceu. O que não se esperava claramente é que pessoas iriam querer isso. Queremos câmaras nas ruas, nos shoppings, em condomínios etc. Queremos TVs ligadas 24 horas para "educar" filhos, que mandam nos pais e no consumo, pois ambos trabalham fora; e/ou quando se volta da trabalho, melhor deixar a TV ligada, ou a internet, afinal a escola educa, ou não?

[Sobre "Era uma vez o conto de fadas"]

por Jarbas Machioni
6/4/2009 às
08h04

Coisas assim ninguém descobre
O Secretário de Cultura de Porto Franco é conhecido meu, e ele não tem conhecimento porque não se preocupa com cultura escrita, ele gosta é de carnaval, ubanda e reizado. Só tem afinidade com história quem gosta de ler... Além do mais, as perfeitas atitudes ninguém descobre, como a Mafia Italiana: vá até a Sicília e pergunte por Tommaso Buscetta e veja se alguém lhe dá notícias...

[Sobre "O nome da morte"]

por Wilson Gomes de Melo
5/4/2009 às
13h27

Tudo em perigo
Parece que muito do nosso passado, não somente a literatura, está em perigo. Infelizmente, a nossa sociedade não valoriza a literatura como antes.

[Sobre "A literatura em perigo"]

por James
5/4/2009 às
11h50

Gerundismo versus neologismo
Não podemos acabar com o gerúndio em qualquer parte que nos caiba deste latifúndio. Acima do gerundismo está o neologismo. Qual é o maior dos males? Como se referir a um pobre homem como "Coitado", quando se sabe que o termo deriva de Coito e não de Pobreza? O que pensar dos "Princípios Básicos", ou mesmo das "Estruturas Fundamentais", ou dos, até piores, "Princípios Básicos das Estruturas Fundamentais", quando se sabe que princípio, base, estrutura e fundamento são sinônimos? Partindo da base lógica, qualquer Coisa Desconhecida não possui sequer um Conceito. Qualquer palavra dita sobre a Coisa é uma Suposição. Se a suposição antecede ao conceito, vira sinônimo de Pré Conceito. Uma vez Conhecida, ganha a chance de adquirir o Conceito. Portanto, quando Reconhecida, a Coisa eleva ao estado de Pós Conceito. Visto tudo isso a respeito da Coisa, o que fazemos com o termo Pré Suposto? Alguém se arrisca a partir do Pressuposto? Eu não ousaria, mas invejo quem o faça.

[Sobre "Para você estar passando adiante"]

por Dalton
3/4/2009 às
19h55

Tiazinha do Rubens Paiva?
Não estou certa, mas acredito que o pífio seriado da Tiazinha tenha sido roteirizado por, ninguém mais, ninguém menos, que Marcelo Rubens Paiva.

[Sobre "Em defesa dos roteiristas de quadrinhos"]

por Crix
3/4/2009 às
19h45

Devolva minha alma, por favor!
Amo muito aquela mulher que um dia sem piedade levou minh'alma. Ela não se importa se sofro, se choro ou se morro. Afinal, quem a ama sou eu. Quero, tento, mas não consigo esquecê-la. Já tive outro corpo em mim, mas minha alma se nega a esquecer aquela que habita nela. O amor pode ser impiedoso, e o é. Não acredito que um verdadeiro amor se acabe. Ameniza, mas a marca é para sempre. Um amor não substitui outro em hipótese alguma. Terei que me acostumar com o que sinto e viver minha vida sem você.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Ana Maria
3/4/2009 às
15h54

Os mensalistas da cultura
A polêmica sobre as mudanças propostas na Lei Rouanet tem revelado de maneira cristalina o que está em jogo. O grito "A Lei Rouanet é Nossa!" expõe o desespero existencial de uma classe em extinção - a classe dos "consultores", "especialistas", "gerentes de projetos", os "diretores de marketing", os "captadores de recursos", os "advogados" unicamente especializados nas leis de incentivo fiscais. Eles são os mensalistas da cultura, vivendo nas costas do artista, ganhando indevidamente dinheiro público. Este período é um momento traumático para eles. Eles lutam com todas as forças para manter o status quo que favoreceu tanto a eles. Um status quo tomado por uma política cultural sem rumo, sem direção e sem visão, uma política movida pelo dinheiro e interesses financeiros. O investimento na cultura deste país é determinado por diretores de marketing, na maioria das vezes sem mínimo conhecimento de cultura.

[Sobre "O problema da Lei Rouanet"]

por Benjamin Baumann
3/4/2009 às
15h43

Às vezes perco tempo
Trabalhando, estudando e às vezes perdendo tempo... [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Click"]

por Vanderlei Santos
3/4/2009 às
10h29

Agora é tudo on-line!
Tudo. Abdiquei dos jornais, abdiquei da TV, abdiquei do telefone. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Click"]

por Thiago Azevedo
3/4/2009 às
10h28

Full time on-line
Eu escrevo minhas matérias, pesquiso muito para editá-las e daí que navego por muitos e muitos sites das mais diferentes áreas da cultura e da arte. E ainda falo com amigos pelo MSN, respondo e-mails... o que me deixa quase full time na frente da tela. [Campinas - SP]

[Sobre "Promoção Click"]

por Ana Lúcia
3/4/2009 às
10h28

Julio Daio Borges
Editor

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