busca | avançada
54465 visitas/dia
2,0 milhão/mês
Domingo, 3/5/2009
Comentários
Leitores

Clube dos Divisores de Águas
O Clube da Esquina (Lô Borges, Beto Guedes e o Bituca, entre outros) marcou e deixou em suas canções um gosto indelével do trem azul da história. Foram divisores de águas e quem não conhece deveria conhecer o Clube da Esquina, para ver a importância e a qualidade da obra. É um disco que deveria estar na prateleira de quem gosta e de quem conhece a boa música. É isso, Julio. Beijo.

[Sobre "Coração Americano, 35 anos do Clube da Esquina"]

por Adriana Godoy
3/5/2009 às
14h39

Sem pudores...
Bravo, Ana Elisa! Adoro os seus textos! Que gostoso ler um texto sem pudores em relação a algo que revolucionou o nosso cotidiano, nossos relacionamentos, nossas formas de leitura e escrita, enfim, mudou a nossa sensibilidade, além de nos aproximar cada vez mais! abs do Sílvio Medeiros. Campinas, é outono de 2009.

[Sobre "Cupido era o nickname dele"]

por Sílvio Medeiros
3/5/2009 às
12h48

Carro-mensagem
Da mesma maneira que você afirma ter preconceito social na internet, você está fazendo demagogia na internet. Gostei mais de quando você falou do carro-mensagem.

[Sobre "O Orkut, o Twitter e o Existir"]

por Raquel
3/5/2009 às
12h42

Amada Sampa!
Querida Elisa, muito obrigado pela flânerie que o seu texto me proporcionou. Que delícia, numa bela manhã de domingo, ler um texto tão encantador, sobretudo por descrever a minha amada SAMPA! bjs do Sílvio Medeiros. Campinas, é outono de 2009.

[Sobre "A profundidade aparente do concreto"]

por Sílvio Medeiros
3/5/2009 às
12h34

Falta o verde...
Ter os olhos nas pedras do concreto, sem o mergulho das relvas orvalhadas de um jardim... Não apreciar o canto dos pássaros, não entender das doces manhãs nas quais podemos saborear os nossos frutos frescos, os nossos chás de hortelãs e camomila, e saber que há um acompanhamento do som de viola, sabendo que este é o cenário de beleza que começa a faltar também no interior do Estado. E vai ficando nostálgico, falta a alegria da natureza pra enfeitar o concreto. Duro, frio, triste e amargo - obviamente num sentido figurado...

[Sobre "A profundidade aparente do concreto"]

por Manoel Messias Perei
3/5/2009 às
10h22

Twitteiros repórteres
Como as coisas estão indo rápido! Até ontem eu confundia Twitter com o passarinho do desenho do Frajola... E agora todo mundo mundo vira uma espécie de repórter lá!

[Sobre "A gripe suína no Twitter"]

por Raquel
3/5/2009 às
02h54

Me indifiquei
Como me identifiquei com este texto! É isso aí, Pilar.

[Sobre "É a mãe!"]

por Dalila
3/5/2009 à
01h58

Democradura
A venezuela é - a contar com a mídia - governada por um ditador eleito. Lá, o voto é livre. Aqui - dizem - é democracia plena, e o voto é obrigatório. Mudei eu ou mudaram as definições de democracia, democradura e ditadura?

[Sobre "A evolução da nova democracia brasileira"]

por irado
2/5/2009 às
22h09

Milton e seus caminhos únicos
Embora o "Clube da Esquina" seja o trabalho mais famoso do Milton, não se pode negar que ele teve outros que o consagraram, pela voz, como Único. Quando Edu Lobo e Chico Buarque finalmente formaram uma parceria, em "O grande circo místico", Edu já trocara o violão pelo piano na confecção de melodias, saindo do limitado violão, que apenas baseava as limitações da sua voz, e encontrando outras alternativas mais ousadas, que porém fugiam do alcance tonal. Foi o que ocorreu com "Beatriz". Quem poderia cantá-la, nos moldes da partitura original, que apresentava, num fragmento, uma cascata de notas musicais ao longo de oitavas abaixo, do Soprano ao Barítono? Algumas cantoras tenores e sopranos também tentaram cantá-la, mas só ele conseguiu ligar o Céu, da nota musical mais alta, ao Chão, da mais baixa na composição - coisas de Edu e Chico - sustentando os tons nas durações de tempo previstas pelo Edu. Milton tinha o seu social "Clube da Esquina", mas também tinha lá seus caminhos únicos.

[Sobre "Coração Americano, 35 anos do Clube da Esquina"]

por Dalton
2/5/2009 às
08h17

Se o país é democrático...
"Se o país é democrático, por que sou obrigado a votar"? Com o voto livre, se eu achar que nenhum deles merece meu voto, eu não saio de casa, vou tratar de algo que me interesse. Foi assim, nesta última eleição: olhei, não acreditei em nenhum candidato(a) e... fiquei em casa. Melhor pagar a multa do que me irritar no trânsito SEM O MENOR SENTIDO, só pra votar nulo.

[Sobre "Pelo direito (e não o dever) de votar"]

por jorge carvalho pinto
1/5/2009 às
22h04

Julio Daio Borges
Editor

busca | avançada
54465 visitas/dia
2,0 milhão/mês