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Terça-feira, 2/6/2009
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Leitores

O velório do jornal
Apesar de toda paixão que carrego no peito pelo jornal impresso devido às experiências que adquiri na área, tenho que admitir que preciso me preparar para este funeral. Mas creio que, devido a sua sustenção histórica e especialmente seu cunho documental, os jornais impressos ainda vão iluminar cabeças pensantes por um bom tempo. A sentença final certamente será quando essas mentes se abrirem para o fato de que o jornal que recebemos hoje e carrega a notícia escrita ontem, sobre o fato que aconteceu anteontem, poderá ter seus textos bem substituídos pelas revistas semanais, que fazem uma análise profunda sobre os assuntos com uma ótica voltada para crítica construtiva da formação de opinião... Com isso, vestiremos nosso pretinho para o velório do jornal de ontem, com notícias de anteontem.

[Sobre "Jornal: o cadáver impresso"]

por jaqueline
2/6/2009 às
12h02

Não é o primeiro nem o último
Diogo, infelizmente a sociedade é hipócrita e aceita as bobagens que a TV passa, mas condena os quadrinhos como se fosse o mal encarnado! Quanto à secretária de educação, esse problema com o álbum não é o primeiro e nem será o último! É só lembrar dos dois paraguais, que, segundo o Serra, foi um erro simples! Imagina se fosse complexo, né? Quanto ao quadrinhos, da minha parte, vou continuar a usar, mesmo que ele tenha passado para o lado negro da força!!! :) Parabéns pelo texto e Sucesso!!!

[Sobre "10 palavrões 1 livro didático e ninguém no governo"]

por Cláudia Dans
2/6/2009 às
11h39

Não existe amor proibido
Se é amor, tudo é legal e permitido. [Jacareí - SP]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Eduardo Maximiliano
2/6/2009 às
10h48

Com um padre
Sim, conheço uma amiga que viveu um amor com um padre, mas a fidelidade religiosa falou mais alto. [Vila Velha - ES]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por sandra do carmo
2/6/2009 às
10h26

Com minha enteada
Sim. Já vivi! Este amor proibido nada mais foi do com a filha da minha companheira. Foi uma paixão enlouquecedora. Ardente e profunda. Parecí­amos que éramos duas pessoas em um só corpo. Mas infelizmente teve seu fim trágico. Creio que, de tanto amor, um dia seu coração parou. Mas mesmo assim meu amor continuará. Coisas da vida.

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Luiz Marangoni
2/6/2009 às
10h25

Eu e minha poupança
Eu vivo um amor proibido: eu e minha conta poupança. [Itabuna - BA]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Layane Patrí­cia
2/6/2009 às
10h25

Tórrido caso de amor
Uma amiga, em viagem profissional à Europa, apaixonou-se por um técnico (casado) de sua equipe de trabalho e os dois viveram um tórrido caso de amor (lá e cá). Ele só não se mudou para o Brasil porque tem um filho (na época, um garotinho de três anos). Hoje, minha amiga casou-se com um brasileiro e está muito feliz, aqui no Brasil... [Porto Alegre - RS]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Kátia Soares
2/6/2009 às
10h24

Umberto Eco é genial
Chame-me do que quiser, mas adorei "O nome da rosa". Achei genial. Apesar da sua "simpática" crítica, voltarei a ler livros do senhor, pois tenho certeza que é muito melhor do que você o pinta. Este é provavelmente (ainda não li o "Baudolino") um dos casos para se aplicar a seguinte frase de Oscar Wilde: "quando li o crítico odiei o livro, quando li o livro odiei o crítico".

[Sobre "A mentira crítica e literária de Umberto Eco"]

por Catarina Garcia
1/6/2009 às
21h41

Para o próximo ano letivo
Não sei não, mas na dúvida gostaria de sugerir "Druuna" para o próximo ano letivo. Grande abraço.

[Sobre "A polêmica dos quadrinhos"]

por dilamar Santos
1/6/2009 às
21h07

Silêncio nas janelas
Um vetusto sábio aconselha: o que é proibido, é proibido; seja seu ou de outrem. Há silêncio nas janelas. [Cascavel - PR]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Tere Tavares
1/6/2009 às
16h01

Julio Daio Borges
Editor

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