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Segunda-feira, 15/6/2009
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Leitores

Amor nunca é proibido
Nenhum amor, em si, pode ser proibido, pois, segundo Hannah Arendt, no interior do ser humano, no seu pensamento, no seu sentimento, é o único lugar onde podemos ser realmente livres. A proibição sempre é extrí­nseca, não intrí­nseca. Portanto, não é o amor que é proibido, mas sua consumação. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Olegario Schmitt
15/6/2009 às
10h04

O Vermelho e o Negro, sempre
"O Vermelho e o Negro", de Stendhal, por retratar como ninguém os meandros da sociedade rural francesa do século XIX. Não obstante isso, a leitura é deliciosa. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Agamêmnom"]

por Olegario Schmitt
15/6/2009 às
10h04

Arthur da Tavola!
Vivo ou morto? Vamos lá...: Arthur da Tavola [Maringá - PR]

[Sobre "Promoção Sábado dos Meus Amores"]

por elizabeth siqueira
15/6/2009 às
10h03

Paulo Barreto
Paulo Barreto, mais conhecido como João do Rio, por ter consolidado o gênero "crônica" no Brasil e, através deste, apresentado as belezas que uma cidade pode apresentar. [Salvador - BA]

[Sobre "Promoção Sábado dos Meus Amores"]

por Adalton Santos
15/6/2009 às
10h02

Gozação e autogozação
João Ubaldo Ribeiro é o maior cronista brasileiro, fácil. Imbatíveis a ironia, a gozação, a autogozação, a qualidade do texto, o não-conformismo, o ritmo, a profundidade não-aparente, e mais um monte de qualidades. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Sábado dos Meus Amores"]

por José Bueno Franco
15/6/2009 às
10h02

Nelson provocador
Nelson Rodrigues. Pois ele era um cronista da melhor qualidade. Enxergava o óbvio e, como ele mesmo dizia, só os profetas exegam o óbvio. Era observador, astuto, sabia como escrever as coisas. Era mestre em retratar a realidade brasileira, fosse ela polí­tica, social, esportiva ou cultural. Ele vivia também de polêmica. Era um cronista eficiente e, como tal, gostava de provocar. [Niterói - RJ]

[Sobre "Promoção Sábado dos Meus Amores"]

por Sara Gobbi
15/6/2009 às
10h01

Coragem e malí­cia
João Ubaldo Ribeiro, porque tem coragem, malí­cia e um português extraordinário. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Sábado dos Meus Amores"]

por Tatiana de Toledo
15/6/2009 às
10h01

Rubem Alves
Atualmente, Rubem Alves, porque versa sobre assuntos cotidianos com profundidade. [Campinas - SP]

[Sobre "Promoção Sábado dos Meus Amores"]

por Mariangela Marini
15/6/2009 às
10h01

Dos vivos, Jabor
Dos vivos, Arnaldo Jabor, pela riqueza das abordagens e inventividade, ainda que nem sempre concorde com ele. Dos que já nos deixaram, Rubem Braga e Drummond, pela beleza dos textos e pontos de vista. [Porto Alegre - RS]

[Sobre "Promoção Sábado dos Meus Amores"]

por Mario Madureira
15/6/2009 às
10h00

Aforismos, Mencken e Nietzsche
Outra do Mencken: "Eu bebo pra tornar os outros interessantes". Li o livro na época do seu lançamento - não tenho mais, se perdeu na poeira do tempo, me arrependo de não ter anotado as frases mais interessantes. A meu ver, porém, no texto, essa é a frase que melhor o define: "soa hoje mais inteligente e engraçado do que literário e profundo". Tenho uma certa prevenção com aforismos, sentenças curtas que, fechadas em si mesmas, parecem querer pretensiosamente assumir a condição de verdades absolutas. Como demonstra o próprio Nietzsche, quando escreve essa pérola da arrogância: "O aforismo, a sentença, nos quais pela primeira vez sou mestre entre os alemães, são formas de 'eternidade'; a minha ambição é dizer em dez frases o que outro qualquer diz num livro - ou que o outro qualquer não diz nem em um livro inteiro".

[Sobre "O Livro dos Insultos, de H.L. Mencken"]

por Armando
14/6/2009 às
16h01

Julio Daio Borges
Editor

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