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Terça-feira, 7/7/2009
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Leitores

Comunidade virtual?
Tenho a impressão que 2 coisas motivaram inicialmente a correria pela internet: o fator novidade é a primeira, tudo que é novo, pouco usual, nos atrai, e assim fomos nós. O segundo fator é a necessidade inata de pertencermos a um grupo. As comunidades virtuais preencheram um vazio que existe na cidade grande. As pessoas não se aproximam, as pessoas não se conhecem, e assim lá fomos nós para a internet, onde essa carência pôde ser suprida. Porém, o que era novidade já não é mais, e ter um blog ou pertencer a uma comunidade já não é mais um diferencial, e por isso perde a graça. Além disso, o "pertencer a uma comunidade" é relativo, e racionalizando percebe-se o quanto é artificial e vazia a comunidade virtual justamente porque expõe o quanto essa nossa necessidade é um instinto básico, ou uma simples carência de pertencer a um grupo de pessoas e ser reconhecido, e não um conjunto de valores que merece verdadeira admiração.

[Sobre "A graça da coisa"]

por Aluizio Machado
7/7/2009 às
11h14

De saco cheio da Web também
Pilar, parabéns! Você é uma mulher de bom senso! Há muito não comento nada por aqui; aliás, não comento nada em lugar nenhum na internet. Também estou de "saco cheio" das idiotices de blogs - Twitter, então..., que coisinha mais besta que inventaram; só gente que não tem o que fazer o utiliza, é o Poço das Vaidades. E o Orkut? É de uma bestialidade sem fim! Gente querendo se mostrar (até demais!). Por que essa gente não arruma alguma coisa pra fazer? Penso mesmo que a internet se tornará, em breve, só um meio para se enviar e-mail e para programas de TV digital; não servirá para mais nada. Já experimentou ler livros, por exemplo, pela internet? Que cáca! Livro e jornal são de papel mesmo, e não importa se reciclado ou não. E o Michael fará falta mesmo! Chega de blogs e comentários inócuos, como alguns que querem aparecer como inteligentes; alguns escrevem até em inglês! Deus nos livre! Abraços. Respeito você! I. Boris Vinha

[Sobre "A graça da coisa"]

por I. Boris Vinha
7/7/2009 às
10h40

Eterna mudança de energia
Sim. Porque não acredito na morte, mas sim na eterna mudança de energia e matéria. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção 7 Vidas"]

por Fabiano de Oliveira
7/7/2009 às
10h03

O Orkut dos nerds
Olá, Marcelo. Li agora há pouco sua matéria (um pouco antiga) sobre o "Quanto vale o seu lattes". Fiquei muito feliz por lê-la, pois compartilho minha opinião com você. Em minha espera por concursos públicos, uma vaga para a tal sonhada carreira universitária, o lattes é nosso companheiro fiel, nosso "Orkut dos nerds", como disse um amigo meu. No entanto, sempre me deparo com as estatísticas desestimuladoras do Lattes. Mas tudo bem, sem lamentações. Agora queria te dar uma opinião: por que você não faz outra matéria sobre tudo que tem surgido no mundo acadêmico para se publicar um artigo (o que é requisito primordial para aprovação em concurso público)? Bom... mas acho que, sobre isso, sinceramente, ninguém prefere falar. Um abraço, Rosane.

[Sobre "Quanto custa rechear seu Currículo Lattes"]

por Rosane Soares
7/7/2009 às
09h48

Parabéns pelo podcast!
Muito bom o material. Mas um tanto cruel saber que quem vai ao seu site por conteúdo é o que menos rende (clica!). Parabéns pelo podcast e pela discussão!

[Sobre "Internet e Monetização"]

por Renato Lima
7/7/2009 às
09h24

Cada calafrio e dor
Este realmente retrata esta infeliz situação com todas as letras. Nunca havia lido algo tão profundo que nos faz refletir sobre nós mesmos a ponto de sentir o toque de cada palavra no coração. Estou nesta situação extremamente horrível e com muito medo de não acreditar mais no amor. Parabéns, você transformou em palavras cada calafrio e dor vazia que senti.

[Sobre "Receita para se esquecer um grande amor"]

por Areke
7/7/2009 às
07h46

!
interessante!

[Sobre "Troquei meus feeds RSS pelo Twitter"]

por Josué de Maria
7/7/2009 às
02h42

O prazer de escrever
Escrever é quase que masturbar-se: a gente fica em solidão, mas tem muito prazer. É um vício.

[Sobre "Um estranho incidente literário"]

por Manoel Messias Perei
6/7/2009 às
21h02

As plateias vão desaparecer
Essa coisa da plateia vai ter que se dissolver um dia. Estas outras coisas chamadas críticos culturais não fazem mais o menor sentido. Todas as obras, culturais que sejam, persistem em alguma teimosia semântica (in)contemporânea. Sobre a beleza doutras épocas, nesse uníssono de referência não há consenso estético. Dentre manifestações típicas ao 6° sentido, terceiro olho, telepatia, clarividência, telecinese e tantos outros, estaria a internet como mais um elemento extrassensorial?

[Sobre "Existe público, sim"]

por pabblo
6/7/2009 às
19h18

Excepcional texto, Daniel
É claro que existe público! Talvez não por muito tempo (tudo depende da visão pessimista ou otimista em relação ao futuro), mas ainda existe. Basta que se procurem aqueles que fogem do estigma do homem-massa de Ortega y Gasset, autor tão controverso quanto incompreendido. Procurem estes seres pensantes principalmente naqueles que não culpam o que está fora, mas o que está dentro, ou seja, não é o "sistema" ou o "neoliberalismo" ou o que quer que seja, mas o próprio homem que fabrica seus próprios detratores. Não se põe a vender nada que não haja quem compre. Então, a culpa é de quem vende ou de quem compra?... É só colocar a mão na consciência.

[Sobre "Existe público, sim"]

por Paulo Mauad
6/7/2009 às
17h44

Julio Daio Borges
Editor

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