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Sexta-feira, 24/7/2009
Comentários
Leitores

Dividindo leituras
Comeci bem cedo na arte da leitura. Existia, algum tempo atrás, aqueles romances "Julia e Sabrina", e eu lia até quando não podia. Mamãe me chamava, eu dizia que estava indo, mas só aparecia para atendê-la quando terminava. Ficava horas pela madrugada e outras no banheiro trancada. Foi uma época muito feliz. Sonhava com tudo o que lia e sentia prazer em ler cada capítulo. Fui na casa de uma vizinha por ocasião do aniversário de sua filha e vi em sua prateleira milhares destes livros e quando perguntei sobre os romances, ela começou a rir e disse que estava emprestando para sua vizinha. Os meus não sei que fim tiveram, creio que mamãe os doou, pois era professora e lia bantante também. Tenho três filhos, mas somente uma gosta de ler e somos parceiras nas leituras. Quando escrevo minhas poesias e contos, divido este prazer com ela.

[Sobre "Projetando um leitor"]

por Solange Boy
24/7/2009 às
13h57

Veritas quae sera tamem
Cinco anos depois, Chomsky ainda tem seguidores econômicos...

[Sobre "Economistas"]

por celso pinheiro
24/7/2009 às
13h43

Jornalistas: abaixo com eles?
À primeira vista fiquei transtornada por meus amigos que têm se "matado" pra entrar na faculdade e conseguir alcançar o diploma, mas agora, especialmente depois de ter lido esse artigo, vi que a culpada foi a net. Felizmente a net me poupa de sair e pegar o jornal lá fora, ou de não ler com mais atenção a notícia. A net me ajuda a economizar. Paradoxo, pois a lida do jornal traz o conteúdo de uma forma mais bem colocada e analisada. Posso investir 2 horas pra ler o jornal inteiro, mas posso usar essas mesmas 2 horas na net depois de ter "passeado" em vários "lugares". Bem, fico triste por amigos, e constrangida com pessoas que escrevem ou falam e acham "sinceramente" que são jornalistas. O mundo caminha, e tempos atrás ser poetas, trovadores, era maravilhsoo, ter um feudo próspero, ser jornalista... uma profissão. Só resta a dúvida.

[Sobre "O fim da obrigatoriedade do diploma no jornalismo"]

por Sambeleleny Chicupo
24/7/2009 às
13h04

O tempo das cartas
Os anônimos são chatos e ser anônimo também é chato quando se precisa divulgar um trabalho para que outras pessoas possam ver e julgar se é de qualidade ou não. Enfim, tudo acaba sendo uma chatice, mesmo. Gosto muito dos teus textos e, mesmo não sendo sua intenção dar um ar de nostalgia às velhas cartas anônimas e não-anônimas, sinto falta desse período em que a pessoalidade trazia um acalento quando o correio ia à porta.

[Sobre "Anonimato: da literatura à internet"]

por Amábile Grillo
24/7/2009 às
10h45

Completos estranhos
É incrível como essas verdades estão estampadas na nossa cara e, mesmo assim, acabamos por nos deixar iludir com elas. Uma coisa que me aterroriza é pensar naquelas pessoas corajosas que conseguem namorar estranhos, sem referência alguma. Não são nem os primos do amigo do vizinho da colega da manicure. Nada, completos estranhos!

[Sobre "Anonimato: da literatura à internet"]

por Kellen Gasque
24/7/2009 às
10h17

Uma legião de autores
O maior autor português de todos os tempos é Fernando Pessoa, o único autor que foi uma legião de autores. [Guaíba - RS]

[Sobre "Promoção Meu Nome é Legião"]

por Camila Couto
24/7/2009 às
09h29

Aquele que mais reverencio
Pela quantidade com alta qualidade; pelo engenho aliado ao empenho no artesanato das letras; pelo inusitado da profusão de outros eus, outras pessoas, outras formas de estar no mundo; pelas palavras que têm voz e que trazem a "Mensagem"; e, não fosse por tudo isso, por sua "Tabacaria" apenas, cito o nome daquele que mais reverencio na literatura portuguesa: Fernando Pessoa. [Brasília - DF]

[Sobre "Promoção Meu Nome é Legião"]

por Antônio Correia
24/7/2009 às
09h29

A elevação poética
O maior autor português de todos os tempos é Sophia de Mello Breyner Andresen, porque consegue dar à poesia o caráter necessário à sua existência, quando todas as palavras estão, por fim, banalizadas, e a voz não significa por si só. Sophia consegue levar o homem comum à elevação poética. Sua poesia sobrevive ao tempo, "Tempo de solidão e de incerteza/ Tempo de medo e tempo de traição...", canta o tempo, conta o tempo e suas variáveis: a vida que, sobre ele, se faz pulsante. Vida que pela poesia se torna efêmera e eterna, como declara, ao homem-corpo finito, "O poema me levará no tempo/ Quando eu já não for eu...". [Cachoeiro de Itapemirim - ES]

[Sobre "Promoção Meu Nome é Legião"]

por Nathanael Araujo
24/7/2009 às
09h28

Não erra quem não escreve...
É interessante analisar um escritor como um "profissional" da literatura, porque sempre se tem a ideia de que sua obra nasce da pura inspiração, de um dom pronto e acabado e não da construção, elaboração e aprimoramento, enfim. Nunca pensamos no autor como alguém falível. Quando lemos uma obra, jamais pensamos nos fracassos e falhas do autor. Isto acaba ficando por conta dos críticos. Eu adoro especular com as palavras, é uma ferramenta e tanto. Obrigada pelas dicas!

[Sobre "Plantar bananeira, assoviar e chupar cana"]

por Melinda Bauer
23/7/2009 às
23h55

Contemporâneo e futurista
Fernando António Nogueira Pessoa. Porque ele escreveu para além do seu tempo. Sua obra é contemporânea e futurista, sempre. Seus temas são universais. Fernando Pessoa tem uma compreensão do humano que surpreende o leitor ao descobrir o que vai no âmago de sua própria alma. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Meu Nome é Legião"]

por Débora Carvalho
23/7/2009 às
15h46

Julio Daio Borges
Editor

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