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Domingo, 2/8/2009
Comentários
Leitores

Querem voltar ao feudalismo!
Ana Elisa, como sempre, você escreve sobre o cotidiano de um jeito que atinge a gente em cheio. Não sei como você poderia explicar para o Dudu, mas além de virar bicho algumas pessoas hoje querem morar na jaula e virar prisioneiras de outras. No bairro onde moro há 30 anos, em Nova Lima, estamos sendo prcessados na justiça por alguns vizinhos porque não concordamos em virar condomínio, desprezar o poder público e colocar uma milícia para tomar conta das nossas casas. Querem nos obrigar a voltar ao feudalismo! Apesar da "violência" sei que poderíamos viver melhor e com mais segurança se as mentalidades fossem mais amigas e voltadas para a comunidade em vez do individualismo. Abraços com muita saudade.

[Sobre "Poeirópolis (como no início do século XX)"]

por Áurea Thomazi
2/8/2009 às
18h22

Somos todos Holden Caulfield?
Um romance intrigante, um narrador personagem que nos deixa perplexos como se ao final da leitura precisássemos decifrar um enigma. Envolvente, dá para ler direto, um narrador muito estranho, meio enigmático. Holden é enxerido, metido a besta, sempre fazendo umas porras dumas gracinhas, às vezes engraçado, deprimente e chato. Conta uma droga duma história, da expulsão do colégio, dos amigos, da família, de passeios pelo Central Park e cafés de NY. A linguagem dinâmica, pulando rapidamente de um assunto para outro, o humor negro, as observações a respeito da condição humana através de comentários criativos e sarcásticos.

[Sobre "O apanhador no campo de centeio"]

por José Adolfo Welter
2/8/2009 às
11h07

Germinal é genial!
Eu acho que você não entendeu nada! "Germinal" é um dos melhores livros da literatura universal!

[Sobre "Um conselho: não leia Germinal"]

por Goulart Gomes
2/8/2009 às
09h23

O texto depois do parto
Caro, delícia de leitura! Essas doses de sensatez me servem também de acalanto, já que (e pedindo desculpas pelo lugar-comum) todo parto natural é doloroso e sabemos bem da delicadeza da gestação - os homens também já ouviram falar. Não existe possibilidade de o texto nascer sem passar pelo parto. As melhores inspirações pra você!

[Sobre "O prazer de ter escrito"]

por Marcia Silva
1/8/2009 às
20h23

Percebendo mudanças
Amei o livro! Realmente, temos que perceber a mudança nos moldes humanos, em relacionamentos, que muitas vezes não compreendemos mas temos que assimilar, pois as mudanças estão aí, visíveis a todo aquele que se importa e tem os seus olhos abertos. Reconhecer a situação nos auxilia nas mudanças e adaptações. Recomendo a leitura.

[Sobre "A fragilidade dos laços humanos"]

por margaret
1/8/2009 às
13h18

Escrever também é cortar
No meu caso, a tal crise da meia-idade (antecipada uns 5 anos) surgiu por eu ter me desviado dessa paixão e seguido outra carreira. Mas acostumada a cem tarefas em paralelo, estou de volta. E prestando muita atenção nas faíscas que chegam nos lugares mais inusitados. Acrescento mais uma dica: escrever é cortar. Parabéns pelo texto, Marta.

[Sobre "Escrever pode ser uma aventura"]

por Ana Cristina Melo
1/8/2009 às
07h33

Feiura psicológica
A suposta "feiura" de SP é totalmente de cunho psicológico. SP tem parcos 23km2 de favelas e quase 50km2 de parques. As áreas naturais, Cantareira, Jaraguá, Serra do Mar, Guarapiranga-Billings tem inacreditáveis 500km2. Nossa extensa área nobre tem quase o tamanho de Salvador, e fora dela há dezenas de distritos de classe média super agradáveis como Santana, Horto, Tatuapé, Penha, S. Domingos, Sacomã, Ipiranga e tantos outros. Lugares feios, pobres e degradados não chegam à 1/3 da cidade. Concluimos, assim, que SP não é feia. Outra coisa - Não dá para comparar um país emergente com um desenvolvido, portanto, por que depreciar SP comparando com NY? Mais uma coisa - Eu conheço o Rio, e a "cidade-maravilhosa" resume-se à Zona Sul/Barra que constitui apenas 20% da cidade do Rio, o restante (80%) é muito, muuuuito pior que SP...

[Sobre "Trauma paulistano"]

por Paulo
31/7/2009 às
23h15

Somos o que somos
Muitos que passaram por este mundo trouxeram contribuições e partiram pra outros horizontes, longe das verdades científicas. Foram chamados de marginais, ou coisas assim, mas o importante é que deixaram para nós uma reflexão: somos o que somos e podemos mudar o mundo a partir do que pensamos ou agimos. A arte transcende as nossas podres ilusões terrenas e pouca gente identifica ou tende a entender isto.

[Sobre "Para sempre teu, Caio F., por Paula Dip"]

por manoel Messias Perei
31/7/2009 às
23h03

Apresentei o Caio F. à Hilda
O texto da sobre a Paula Dip tem um leve erro: eu fui a primeira apresentadora do embrião do "Metropólis", que se chamava "Semanário das Artes", nome, aliás, super convencional que mudou depois para "Em Cartaz". Portanto, ela deve ter sido apresentadora do "Em Cartaz", não me lembro, mas isso deve estar nos arquivos da TV Cultura. Bom, esta é a história do Metrópolis, porque há um "Panorama" atualmente na TV Cultura. No mais, queria dizer que conheci o Caio na Abril e o apresentei para a Hilda Hilst, de quem já era amiga e sobre quem estou terminando um livro. Este comentário na verdade me ocorreu porque, quando cliquei nos comentários, tinha mais gente falando da Hilda do que do Caio... Assim, sugiro a leitura de um ensaio que fiz sobre ela e que é o embrião do meu livro...

[Sobre "Hilda Hilst (1930-2004)"]

por Ana L.Vasconcelos
31/7/2009 às
14h56

SP e Santa Catarina
Seria uma cidade com toda a tecnologia e infraestrutura que existe em São Paulo e com a tranquilidade, ar puro e verde que existe em uma cidade como Corupá, em Santa Catarina. Vou-me embora pra Pasárgada! [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Poemas de Bandeira"]

por Bruna Mayara
31/7/2009 às
14h11

Julio Daio Borges
Editor

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