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Terça-feira, 8/9/2009
Comentários
Leitores

Sobre ouvir as críticas...
Qualquer crítica é bem-vinda, sempre. Tanto a sua sobre a deles, quanto a deles sobre o rock. Se todos soubessem ao menos ouvir as críticas...

[Sobre "Blue Man Group: uma crítica bem-humorada ao rock"]

por Érico Salutti
8/9/2009 à
01h54

Ruy Castro: talento e suor
Leio tudo ou quase tudo do Ruy Castro. Este último lançamento, "O leitor apaixonado", eu já devorei - e recomendo. É uma delícia de ler. Fico pensando como ele consegue assimilar tanta informação, tantos detalhes sobre a vida de uma pessoa... Como consegue criar os ambientes de época com tanta riqueza? Com certeza cada texto deve ter muita pesquisa e transpiração, além de muito talento.

[Sobre "O Leitor Apaixonado, livro de Ruy Castro"]

por Stefano kerhart neto
7/9/2009 às
19h36

Janela Indiscreta!
"Janela Indiscreta": o mestre do suspense, Sir Alfred Hitchcock, em mais uma manifestação particular do apogeu cinematográfico. Com a melhor cena - realmente - introdutória do cinema e impecável construção de sentido através do diálogo entre imagens e texto, uma Grace Kelly dos sonhos de qualquer homem quase se torna um objeto de cena (calma, eu disse quase!). [Belo Horizonte - MG]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Ismael Silva
7/9/2009 às
16h22

Adaptação, de Kauffman
"Adaptação", de Charlie Kauffman. Assim como toda a obra prévia do roteirista - e a que veio depois desse também, diga-se de passagem -, Adaptação tem uma sofisticação í­mpar no caminho entre a ideia e o papel e entre o papel e a tela. A metalinguagem proposta pelo autor e sua inventividade apagam as linhas entre ficção e metaficção/realidade e propõem uma nova maneira de encarar a figura do personagem. Charlie Kauffman conta a história de um personagem que podia muito bem ser ele mesmo - como, de fato, é - e ainda cria nuances para o Charlie-persoangem que convencem o telespectador, mesmo sendo ficcionais, como a criação de um irmão gêmeo fictício para o roteirista. Não à toa, Charlie e o irmão gêmeo Donald - que não existe - concorreram ao Oscar em 2002. [Belo Horizonte - MG]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Otavio Oliveira
7/9/2009 às
16h22

Baby Jane?
"O que aconteceu a Baby Jane", filme de 1962, com Bette Davis e Joan Crowford. Além do desempenho incrí­vel das duas atrizes, o roteiro amarra todas as situações temporais e atemporais de forma brilhante. É sempre uma aula assistir a produções daquela época. Roteiristas, atores e diretores tinham definidos seus papéis e os remakes eram rarí­ssimos. [Santo Andre - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Cybele Fiorotti
7/9/2009 às
16h21

Sexo, Mentiras e Videotape
O filme "Sexo, Mentiras e Videotape", do diretor Steven Soderbergh, mostra como uma obra, com baixíssimo orçamento e sem efeitos mirabolantes, mas contando com ótimos atores (James Spader, Andie MacDowell, Peter Gallagher, Laura San Giacomo, Ron Vawter) e um excelente roteiro, pode tornar-se cativante e irresistí­vel... Vale a pena alugar para ver! Abraços! [Porto Alegre - RS]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Kátia Coutinho
7/9/2009 às
16h21

Fanny e Alexander
"Fanny e Alexander", de Ingmar Bergman. É impossí­vel ignorar um diálogo ou uma cena do referido filme, do início ao fim; ponto por ponto, extremamente e zelosamente alinhavado. Sí­lvio Medeiros. [Campinas - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Sí­lvio Medeiros
7/9/2009 às
16h20

Sampa, a pequena notável
Ah, Pilar, que delícia é ler seus textos! São Paulo é isso, São Paulo é aquilo... São Paulo é o "petit a" de Lacan... Loucura encantadora, amo São Paulo! Trata-se de uma cidade cosmopolita, nossa capitalista "pequena notável New York"; nela você encontra de tudo (ah, flanar pelas ruas de Sampa é meu hobby!), e seu texto explorou Sampa de forma mineira, isto é, amorososamente. bjs do Sílvio. Campinas, é quase primavera de 2009.

[Sobre "As urbes e o pichador romântico"]

por Sílvio Medeiros
7/9/2009 às
16h03

Morte em Veneza, de Visconti
"Morte em Veneza", de Visconti. Houve uma feliz adaptação do livro para o cinema, que manteve a atmosfera melancolico-decadentista (fin de siècle) do personagem principal do livro. [Londrina - PR]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por jardel cavalcanti
7/9/2009 às
13h27

Era uma vez na América
Jamais esquecerei o filme "Era uma Vez na América", cujo roteirista é o conhecido Sergio Leone. O filme não me cansa. Já vi mais de 10 vezes. O roteiro é de primeira e não dá para tirar os olhos da tela. A história é instigante, com ares de realidade e muito tocante. O roteirista é dos melhores. [Teresópolis - RJ]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Marcia Algranti
7/9/2009 às
10h42

Julio Daio Borges
Editor

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