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Quarta-feira, 9/9/2009
Comentários
Leitores

City Island
Vi recentemente e achei o filme muito bem elaborado. Assuntos divididos, com ótimas tomadas de cena. Nada cansa a atenção do cinéfilo.

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Moacir dos Santos
9/9/2009 às
13h41

E o vento levou...
Todas as cenas, fotografia e cenários foram muito bem produzidos. [Curitiba - PR]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Renata Penka
9/9/2009 às
13h41

Sem perder o humor
"Juno", de Diablo Cody, porque consegue ser uma representação fiel de uma adolescente em um momento de crise, sem perder o humor (e as referências pop) ou recorrer ao sentimentalismo barato. [Bauru - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Luciano Guaraldo
9/9/2009 às
13h39

A não-linearidade
Para mim, o filme de melhor roteiro é "Mulholland Drive", de David Lynch. É um filme que privilegia a não-linearidade, é cheio de surpresas e tem um roteiro rico e inteligente. Seu drama e tantos detalhes não seriam possí­veis sem um roteiro muito bem escrito e dirigido. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Laura
9/9/2009 às
13h39

Conflitos no Oriente Médio
Ao abordarmos os recentes acontecimentos entre israelenses e palestinos, devemos sempre pensar não no conflito no Oriente Médio, mas na atual fase de um conflito milenar. Isto, no entanto, nos levaria a um tratado: basta mencionar que aquela região está conflagrada há milênios. E é interessante de se notar que é uma região árida, sem nenhum atrativo econômico nem atributos naturais - Golda Meir costumava dizer que Moisés tinha feito os judeus caminharem anos pelo deserto para os levar à única parte daquela região que não possui petróleo. Mesmo assim tem exercido imensa atração em diversos povos, sendo sede principal, a Terra Santa, de duas religiões, e secundária de uma outra - não por coincidência as três grandes religiões monoteístas. É claro que devemos pensar na força dos mitos de origem e na relação entre estes e o local geográfico. Mas isto seria um outro artigo. Iniciei por aí porque a maioria das opiniões que tenho lido ou ouvido não levam em conta estes fatos históricos.

[Sobre "O Conflito do Oriente Médio"]

por kauanna
9/9/2009 às
13h23

Cidade dos Sonhos
O melhor roteiro, na minha opinião, foi o de "Cidade dos Sonhos". O enredo é muito bem costurado, e apresentado de uma forma muito artí­stica. A temática do amor que não é mais correspondido é clássica e universal, mas foi vista por um prisma contemporâneo que relacionou-a ao desejo do ser humano de que seus problemas simplesmente desapareçam. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Fernando Freitas
9/9/2009 às
09h31

Brilho eterno...
"Brilho eterno de uma mente sem lembranças". É difí­cil escolher um entre os últimos roteiros de Charlie Kauffman, mas este é muito bem amarrado, tem uma narrativa não convencional de traz-para-frente e combina bem com a temática do filme, que é o esquecimento e a lembrança de quem amamos. [Macaé - RJ]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por João Ferreira
9/9/2009 às
09h30

Nem previsí­vel, nem chato
"O Ilusionista". O roteiro é inteligente, prende a atenção até o final, com surpresas o tempo todo para quem assiste. Não é previsível, nem chato, mas moderno para um tempo antigo. [São João da Boa Vista - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Alex Rodrigues
9/9/2009 às
09h30

Forrest Gump
O roteirista conseguiu encadear, com notável sucesso, os acontecimentos reais do perí­odo abordado pelo filme com a vida do personagem, tornando crí­vel a participação dele naqueles fatos. A forma adotada - conversa descomprometida num ponto de ônibus - também foi muito adequada. A história é tão envolvente que nem se sente as mais de duas horas do filme. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por José Frid
9/9/2009 às
09h29

Se beber, não case
Olha, decidi explorar algo um pouco mais atual. Tenho alguns filmes muito bons na gaveta, mas o melhor roteiro que vi atualmente foi o do filme "Se beber, nÃŁo case". Este roteiro é simplesmente genial. Por ser um filme de comédia, achei que ele iria explorar piadas batidas e um apelo absurdo ao sexo, mas não, e isso me surpreendeu. O filme reúne os elementos mais variados como amizade, relacionamentos, buscas e superações. E, apesar de colocar elementos bizarros à primeira vista (como o tigre no hotel, a falta de um dente, o sumiço de um companheiro e um bebê no armário), o filme não perde seu ritmo nem fica maçante ao tentar explicar cada coisa, e aborda todas. Isso me surpreendeu, principalmente por se tratar de uma comédia, geralmente mais descompromissada. Além disso, é sempre bom ver que alguns roteiristas que criam elementos absurdos, em suas obras, conseguem explicá-los ao longo de seu trabalho... talvez esta seja uma grande escola para Stephen King. rs [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Renan De Simone
9/9/2009 às
09h29

Julio Daio Borges
Editor

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