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Sexta-feira, 11/9/2009
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Leitores

A ditadura dos críticos
Realmente este debate é bem extenso e este texto é ótimo! Existe arte contemporânea de extremo bom gosto e, como no passado, também aconteceram repúdio a grandes mestres consagrados hoje. O que assusta é a ditadura dos críticos, curadores e a mídia em geral.... Pois sufocam, retalham, destróem para na semana seguinte construir outro mito, e o vazio se instala, nada quer dizer nada e as pessoas continuam sem sentido. Pode se fazer arte contemporânea e exprimir o sentido pictórico, como muitos o fazem de maneira bem original, o que não pode é associar "Arte" com a futilidade inconstante da "moda".

[Sobre "Crítica à arte contemporânea"]

por Kelson Frost
11/9/2009 às
10h48

Magnólia, de Anderson
"Magnólia", com direção e roteiro de Paul Thomas Anderson. O filme tem uma série de histórias separadas que se entrelaçam, cada uma delas com personagens de personalidades complexas. A história seria intrincada e interessante apenas por isso, mas o filme permite uma grande variedade de leituras, seja adicionando referências à Bí­blia (o que leva a um tipo de interpretação), seja pela premissa inicial não-vinculada diretamente a nenhuma das histórias (o que leva a outra), seja pelo absurdo (que dificulta a análise de tudo e faz com que pensemos de novo e de novo). Então, você tem uma premissa frenética, a apresentação de vidas complicadas e aí­... chovem sapos. Sério. É um roteiro, um filme, que persiste na mente depois que acaba. Por muito tempo. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Duanne Ribeiro
11/9/2009 às
08h29

Mum and Dad
"Mum and Dad", um filme em parceria com empresas e com direção de novos diretores no mercado. Apesar do filme não ser conhecido mundialmente (eu creio), ele traz tudo que um filme de terror-cult-trash precisa demonstrar ao telespectador: um sentimento de nojo, de terror. De todos os filmes do gênero, este último que assisti foi o que mais me passou desconforto e demonstrou como os humanos podem ser bizarros. [Guaí­ra - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Ana Paula Ferreira
11/9/2009 às
08h28

LEM: gentileza e honestidade
Adorei a entrevista e a oportunidade de, mais uma vez, ouvir o LEM. Sua trajetória, bem como sua visão da leitura, da literatura e da sociedade são interessantíssimas, e refletem a gentileza e a honestidade de princípios que o caracterizam. Parabéns ao editor, parabéns ao entrevistado.

[Sobre "Luis Eduardo Matta"]

por Roberta Resende
10/9/2009 às
16h33

O Grande Lebowski
Dentre meus filmes favoritos, o que tem o melhor roteiro é "O Grande Lebowski", dos Irmãos Cohen. O roteiro, além de apresentar personagens inesquecí­veis e comédia com timing perfeito, tem tantas reviravoltas surpreendentes tão bem intrincadas, que é praticamente impossí­vel, ao final do filme, lembrar dos acontecimentos de forma cronológica. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Ulisses da Veiga
10/9/2009 às
14h27

Adaptação
Pelas referências cruzadas, com espacialidade e temporalidade tratados com maestria. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Ligia Prezia
10/9/2009 às
14h26

O Procurado
Eu gosto bastante do roteiro de "O Procurado", a ideia que o filme passa sobre os conceitos de lealdade e origem é apaixonante. [Diadema - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Alex de Miranda
10/9/2009 às
14h24

O Show de Truman
Porque a história é uma metáfora brilhante da sociedade de espetáculo contemporânea. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Daniel Malaguti
10/9/2009 às
14h24

O Poderoso Chefão
"O Poderoso Chefão", pois trata-se de um épico que exigiu do roteirista uma incrí­vel capacidade de lidar não somente com a complexidade psí­quica das personagens, mas também a complexidade dos nexos necessários entre os filmes e entre as cenas. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Evandro Alves
10/9/2009 às
14h24

Lavoura Arcaica
Gosto de "Lavoura Arcaica", porque o roteirista (e diretor) Luiz Fernando Carvalho conseguiu ser fiel ao livro de Raduan Nassar, com pouquí­ssimas adaptações, mesmo em uma narrativa baseada mais em sentimentos e sensações dos personagens e menos em ações (o que dificulta a transposição da linguagem literária para a cinematográfica). A unidade entre livro, roteiro e filme é pouco vista no cinema, e não compromete a alta qualidade da obra original. [Belo Horizonte - MG]

[Sobre "Promoção Manual de Roteiro"]

por Álvaro Starling
10/9/2009 às
14h23

Julio Daio Borges
Editor

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