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Sábado, 14/11/2009
Comentários
Leitores

O Free, de Chris Anderson
Olá, Julio. Honestamente, só posso dizer que, nos últimos tempos, graças a textos desse naipe que têm, como dizer, milagrosamente caído nas minhas mãos, o Grande Sem Sentido, sobre os mais diversos assuntos, começa a ganhar algum sentido. Escritor é intermediário... e também tradutor: é quem fornece a explicação sobre o que parece inexplicável, ou até mesmo acerca de um estágio anterior a esse. Texto impecável. Abraços.

[Sobre "O Free, de Chris Anderson"]

por bernard
14/11/2009 às
20h57

Concisão e Italo Calvino
Querida Marta, adorei o seu texto. Eu também detesto esta "rapidez" do tempo capitalista de não ter tempo pra nada! É algo diabólico! Penso que o seu texto/depoimento em muito contribui para que possamos escrever de uma forma coletiva a última proposta para o próximo milênio de Italo Calvino; desafortunadamente, a morte do referido autor nos privou de conhecer "Concisão" (sexta proposta) do brilhante poeta/escritor/narrador cubano-italiano. Abs do Sílvio. Campinas, é quase verão de 2009.

[Sobre "Impressões"]

por Sílvio Medeiros
14/11/2009 às
14h36

Podemos mudar o mundo
Julio, ótima cobertura! Vou voltar sempre! Mas não deixei de ser um sonhador! Lógico que podemos mudar o mundo! Abs.

[Sobre "No InterCon 2009 I"]

por Gil Giardelli
14/11/2009 às
09h58

O exercício de ser o outro
Não concordo. É preciso aprender a respeitar o direito e vontade do outro. Precisamos entender que nem tudo pode, ou deve, ser comercializado. Nesse caso: se houve uma declaração expressa do autor falecido, de que não desejaria a exposição do seu trabalho inacabado, cabe a cada um de nós fazer algo simples: o exercício de se colocar no lugar do outro. [Salvador - BA]

[Sobre "Promoção: O original de Laura"]

por Daniel M. Lopes
13/11/2009 às
14h43

Simonal vive!
Fabuloso! O Livro, o Simonal e o teu texto! Já encabeça a minha lista de pedidos ao velho Noel! Dá-lhe! Simonal vive!

[Sobre "A Vida e o Veneno de Wilson Simonal, por Ricardo Alexandre"]

por Adriana
13/11/2009 às
13h26

Morreu, dançou
Mas é claro! Que me desculpem os autores mortos, mas o fato de eles estarem mortos já é uma razão a mais para editar os seus últimos escritos. Nada mais virá de suas lavras, pois então que nos deem seus restos. Se a psicografia tivesse credibilidade e a qualidade do suposto espírito incorporado, ele mesmo poderia terminar sua obra, mas aí já seria bobagem... Antes os restos que nada!!! [Almirante Tamandaré - PR]

[Sobre "Promoção: O original de Laura"]

por Leandro de Almeida
13/11/2009 às
09h13

Obra inacabada não é menor
Eu acredito que o manuscrito deve ser publicado para que possamos conhecer a "incompletude" da obra, cujo fato de estar inacabada não diminui seu valor. Quem disse que tudo precisa ter começo, meio e fim? [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção: O original de Laura"]

por Julio Cesar Collares
13/11/2009 às
09h12

Por que não respeitar?
Não concordo! Se ele expressou a recusa, por que não respeitar? Deve ter tido motivos para não permitir, e merece ser respeitado em sua vontade.

[Sobre "Promoção: O original de Laura"]

por maria alcover
13/11/2009 às
09h11

Se não for mais segredo...
Sim, pois se alguém já o encontrou e leu, não é mais segredo... então pode ser dividido entre todos. [Rio Negrinho - SC]

[Sobre "Promoção: O original de Laura"]

por Elidiane Ferreira
13/11/2009 às
09h10

Independente do autor
Claro que sim: não fosse isso, quantas preciosidades não teríamos perdido? A obra existe independentemente do autor; a partir do momento em que foi escrita, ganha vida própria e responde por si mesma. Há um quê de sublime, quase transcendente, no escrever. Acredito que o autor é simplesmente um meio para realizar algo maior, de modo que a vontade/opinião dele são quase encampadas diante de suas linhas. [Campinas - SP]

[Sobre "Promoção: O original de Laura"]

por Rayssa Ávila
13/11/2009 às
09h05

Julio Daio Borges
Editor

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