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Quinta-feira, 17/12/2009
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Leitores

Viver sem literatura
Gostaria de compartilhar que, já há algum tempo, retirei esta pergunta do meu caderninho. Rabisquei-a com alguma raiva por ter uma resposta, mas uma resposta que não me satisfazia, como se esperasse que alguma mágica saísse dela e me fizesse melhor. Aprendi na pós-graduação (pois, por alguma razão, não acreditaria nisso se não fosse através das vozes de doutores): literatura não serve para nada! A literatura é um fim em si mesmo; você pode até ler para "ser uma pessoa melhor", para "aprender com a vivência de outros", "para sonhar" etc., mas tudo isso pode ser obtido também através de outros meios, como sugerido (o cinema, uma boa conversa com o pai, ou remédios tarja preta). Mas, ao saber que a literatura é só literatura, vim a descobrir que é importante por si mesma, passei a vê-la como algo maior. Cada filme, cada peça de teatro, cada graphic novel... veio através da literatura, ou foi construída através dela. A literatura é grande, um ser autônomo deste mundo, sem a qual vivo, mas pior.

[Sobre "Literatura para quê?"]

por Albarus Andreos
17/12/2009 às
09h21

A mulher pública
A mulher, em todo o seu contexto histórico, apresenta mudanças sociais e culturais. Levando em consideração o termo "mulher pública", no passado era atrelado às mulheres da vida promíscua: prostitutas, sem perspectiva de vida socialmente aceitável. Hoje, esse termo ganha outro significado: a mulher mostra sua cara ao mundo, ela interage com a sociedade de uma forma mais positiva. O machismo, como na definição do dicionário, trata de dominação, relação de poder. E o homem vê a mulher como "sua", para dominá-la, adestrá-la, consertá-la, deixá-la ao seu gosto. Ela não é um ser igual a ele: É um objeto de afeto. Um objeto para ele dominar numa relação de cima para baixo (AFRODITE, 2008). Entretanto, muitas conquistas foram percebidas por parte das mulheres. Elas entraram no mundo cultural, do negócio e da política; conquistaram o direito à  vida, direito esse tão negado historicamente e, em alguns casos, atualmente. A mulher, que era um ser invisível, hoje mostra ao mundo sua competitividade e qualidade no mercado de trabalho. [Jaraguá do Sul - SC]

[Sobre "Promoção Mulheres, trabalho e arte do savoir faire"]

por Helton Abreu
17/12/2009 às
08h59

A força da mulher...
A mulher despertou no homem o sentido da concorrência sexual, onde o homem, pela sua formação machista, não admite perder grandes cargos. Elas são mais ágeis, mais inteligentes e têm grande poder de decisão. Apesar de que, ainda, em pequena escala... É, porém, através da força da mulher... que está mudando a forma de se viver no planeta, e para bem melhor! [Crato - CE]

[Sobre "Promoção Mulheres, trabalho e arte do savoir faire"]

por Jackson de Oliveira
17/12/2009 às
08h57

Graça ético
Pensar Graciliano é também entender a responsabilidade social de um escritor, que colocava o processo ético em seu trabalho e na sua práxis de vida.

[Sobre "Graciliano Ramos, o gigante"]

por Manoel Messias Perei
16/12/2009 às
21h09

O quebranto da Forbes
O problema para ele é que essas revistas comerciais têm uma tremenda duma mufa. Quem aparece na capa tem que ir na benzedeira para tirar a catiça. Vamos virar uma cachaça para tirar esse quebranto que a Forbes pôs nele.

[Sobre "Steve Jobs, o CEO da década, segundo a Forbes"]

por Felipe Pait
16/12/2009 às
19h01

O Adnet
Gosto bastante do Adnet, e penso que, no futuro, o "Pânico da TV" e o "Hermes e Renato" serão lembrados com a mesma importância que se dá à "TV Pirata". Os que vieram do stand-up foram para a televisão e creio que perderam muito da graça; eu podia gargalhar com o Seu Merda, do "Terça Insana", no YouTube; mas a sua versão politicamente correta, o Seu Banana, não consegue nem um sorriso amarelo. Nas tirinhas, penso que o Angeli é o maior, agora que o Laerte assumiu uma postura mais reflexiva e/ou absurda. No humor escrito, não conheço ninguém que se compare ao Verissimo, com exceção do Alexandre Soares Silva. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Espiões"]

por Duanne Ribeiro
16/12/2009 às
12h18

Meu bom vendedor baiano...
Ué... Mas eu pensava também que livraria era lugar de se folhear livros! Ou alguém compra algo sem ver do que se trata? Aliás, sim, compro livro sem ver, pela internet, mas só porque é mais barato. Agora, se não puder folhear na livraria, vou comprar lá por quê? E, não! Antes que você já me rotule de "pessoa que dá piti com vendedor", eu não sou violento (abraços so Dr. Sívio de Medeiros, grande saudade do Leia Livro e de sua gentileza sempre presente!!)! Livro de criança, com encarte e figurinha de dinossauro dentro, tem até razão para se manter lacrado, mas deve existir sempre um reservado, já aberto, para o cliente que quiser ver as tais figurinhas. E ninguém é obrigado a comprar qualquer produto que seja, se não quiser. Se você tem um emprego numa livraria é para atender o comprador, sim! Você só está lá porque existe uma vaga para a função que diz que você deve fazer isso. Agora, se você não quer ter "trabalho" de abrir o livro... Meu, se mata.

[Sobre "História (não só) de livraria"]

por Albarus Andreos
16/12/2009 às
10h10

Leandro Hassum: revelação
Leandro Hassum, porque ele não precisa de um texto para ser engraçado, ele tem piadas na ponta da língua: tudo ou quase tudo se transforma em humor com Leandro Hassum. Ele é uma revelação no humor brasileiro nos últimos tempos. [Londrina - PR]

[Sobre "Promoção Espiões"]

por Geisa da Silva
16/12/2009 às
08h29

Bruno Mazzeo
Ele parece entender o quanto a vida cotidiana da classe média é medíocre e, por isso, bizarra. [Maringá - PR]

[Sobre "Promoção Espiões"]

por Wilame Prado
16/12/2009 às
08h28

Tristes seres esses
Esse é um animal que eu odeio: Cliente. Trabalhei durante anos em uma grande rede de supermercados, e posso dizer que saí de lá descrente na humanidade, tamanha a falta de educação e civilidade desse bicho, o cliente. Acho que são pessoas solitárias, que na falta de habilidade social, e no desconhecimento das regras mais básicas da assertividade, tentam chamar alguma atenção para as suas tristes existências dessa maneira ridícula, incomodando quem vier pela frente.

[Sobre "História (não só) de livraria"]

por Helton
15/12/2009 às
22h26

Julio Daio Borges
Editor

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