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Quinta-feira, 31/12/2009
Comentários
Leitores

Projeto de Prefácio
O poema é: "Projeto de Prefácio". Porque Mario mostra, justamente, a importância do poema e a imortalidade dele, como no trecho: "Um poema não é também quando paras no fim,/ porque um verdadeiro poema continua sempre". Um poema é algo que está dentro da alma, e abrange todo o universo. Como dizia Manuel Bandeira: "Passa ponte/ Passa poste/ Passa pasto/ Passa boi/ Passa boiada/ Passa galho". E, complementando com mais este poema de Mario Quintana, poderiamos dizer: "Passa gente/ Passam nomes/ Mas só os poemas não passarão/ Serão eternos". [Ubirata - PR]

[Sobre "Promoção Haicais de Quintana"]

por José Feldman
31/12/2009 às
08h19

Bilhete hoje
Em dias de celebridades instantâneas, o amor não é artigo a ser partilhado pelos paparazzi. Mas para ser vivido lenta e egoisticamente a sós. [Cuiabá - MT]

[Sobre "Promoção Haicais de Quintana"]

por Marcia Pedralino
31/12/2009 às
08h17

Me empresta o Kindle?
Eu toparia ser editada por você, se escrevesse. Por enquanto, como apenas leio (desenfreadamente) eu toparia receber seu Kindle emprestado por umas horas ou trabalhar pra você!

[Sobre "Lendo no Kindle"]

por Biulismo
30/12/2009 às
22h41

Lista valiosa
Grande lista, Luis. Suas indicações são sempre valiosas. Minhas palmas para confirmar a qualidade dos textos da Livia Garcia-Roza e Ian Mcewan. Colocarei os outros livros na minha fila de leitura. Um ano novo especial para você.

[Sobre "Algumas leituras marcantes de 2009"]

por Ana Cristina Melo
30/12/2009 às
20h59

Kindle e autores independentes
"Por outro lado, para autores independentes - como decidiu ser Paulo Coelho -, o Kindle se revela bastante convidativo. Pois a Amazon paga os mesmos 35% do preço de capa para os pequenos editores e autores independentes." O problema é que a Amazon não vende o livro. Coloquei o "Mulher de Um Homem Só" lá, mas só aparece como disponível para venda nos EUA. Já reclamei várias vezes e a Amazon sempre me responde uma coisa diferente. Tentei colar as respostas deles aqui, mas não coube. Estão nos comentários do meu FAQ do Kindle, que também recomendo aos leitores do Digestivo. :-)

[Sobre "Lendo no Kindle"]

por Alex Castro
30/12/2009 às
19h07

Edição em couro?
Seria genial se a Companhia das Letras editasse uma série com capa de couro, como a Penguin fez.

[Sobre "Clássicos da Penguin pela Companhia das Letras"]

por Weno
30/12/2009 às
18h52

Velhinho com muito orgulho
É impossível comparar um com outro. Falar dos tempos de ditadura lembramos logo de Vandré, Chico Buarque, Caetano e Gil, não sei o que eles fizeram a não ser música que os débeis aquartelados achavam que eram piadinhas de mal gosto e direcionadas a eles. Nunca entendi O Chico, que defendia Fidel armado e era contra a Ditadura brasileira. E Roberto, que eu nunca fui fã, nada tem com isso, ele estava em outra, vivendo outro sonho. E se falarmos das letras, Roberto também fez "piadinhas contra os enverdejados que torturavam e matavam"; talvez tenha sido mais astuto do que os que se expuseram, mas deixou sua marca, a marca de amor e paixão dos jovens namorados lembradas até hoje pelos que você chama de velhinhos. Se é assim, sou velho com muito orgulho.

[Sobre "O Rei Roberto Carlos e a Ditadura"]

por Candido Rubim Rios
30/12/2009 às
17h54

Canção do Amor Imprevisto
Porque ninguém soube descrever de maneira tão simples e tocante a capacidade de o amor aquecer até o mais frio e inabitado coração. [Sao Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Haicais de Quintana"]

por Marcia
30/12/2009 às
12h53

Sobre os ensaios
No meu ponto de vista, a literatura apenas segue uma tendência minimalista mundial. Usam-se computadores para acelerar cálculos, alguns deles, inclusive, usamos sem nem saber como são feitos. A formulação matemática fica para trás em prol da interpretação do resultado. As viagens agora são de avião, e cada vez mais rápidas. Um mesmo livro é facilmente lido por vários indivíduos ao mesmo tempo, uma discussão em torno dele não pressupõe um resumo detalhado, mas pode mesmo acontecer em diálogos que nunca serão escritos em papel, ao contrário de como acontecia no passado, quando além de o encontro físico ser mais difícil, o número de cópias não possibilitava a disseminação do texto. O aumento absurdo da oferta de livros, contos e material literário quase que obriga a existência de uma modalidade catalogatória de escrita. Isso não significa, no entanto, que os resumos e ensaios tenham acabado, mas apenas que não seguiram o mesmo ritmo de crescimento que a internet.

[Sobre "Entre o jornalismo e a academia"]

por Miguel Lannes Fernan
30/12/2009 às
11h42

Função da crítica
Ronaldo, se a crítica não tem mais poder de destruir um livro, ainda teria o de promovê-lo? Ou nem isso? Ainda há críticos que conseguem olhar na multidão os diferenciados e apostarem nas promessas?

[Sobre "Entre o jornalismo e a academia"]

por Renato Lima
30/12/2009 às
10h57

Julio Daio Borges
Editor

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