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Quarta-feira, 20/1/2010
Comentários
Leitores

Rumo à estação Finlândia
Não entendi esta parte! "É certo que Marx e o marxismo acabaram fora de moda neste século: o primeiro foi excomungado na era do capitalismo redivivo e o segundo - já uma massa disforme de ideias no tempo do próprio Karl -, terminou como cacoete ideológico de quem ainda não acredita em coisas como globalização." A filosofia Marxista continua mais viva do que nunca e cumprindo seu fado tão bem vislumbrado ou visionado por seu autor.

[Sobre "Poeta das mercadorias"]

por Dilamar Santos
20/1/2010 às
21h16

Amigos do Vandré
Agradeço aos amigos que me mandaram notícias do Vandré. Um abraço a todos.

[Sobre "Geraldo Vandré, 70 anos"]

por maria aparecida
20/1/2010 às
19h19

Brasil Fenômeno
O Brasil é um fenômeno da estatística: os indicadores econômicos, sociais etc. melhoram, mas quando a inferência é a olhos vistos... não dá para ter a mesma certeza. [Niterói - RJ]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Paulo Resende
20/1/2010 às
09h01

Pergunta a Denise Paraná
Meu palpite e minha esperança é que alteremos o curso do nosso ambiente político para longe dos desmandos, escândalos, e roubalheiras acintosos dos últimos oito anos. Aliás, tenho uma pergunta básica para Denise Paraná a respeito do título de sua obra: por que o uso do artigo determinado "O" em vez do artigo indeterminado "UM"? O Brasil tem muitos filhos, e muitos deles trabalham, fazem por merecer e contribuem honestamente para a construção do país. Não seriam esses um melhor modelo para "O filho do Brasil"? Eu sinceramente não entendo como esses outros filhos podem apoiar essa bagunça generalizada e vergonhosa que se instalou em Brasília. Lula certamente não faz por ser "O filho do Brasil", e quando muito UM filho do Brasil, e um do qual a pátria mãe não tem muito do que se orgulhar... A Denise que me perdoe a crítica, mas... perguntar não ofende... Quem sabe se eu for um dos vencedores da promoção o conteúdo da obra me faça compreender o incompreensível... Desculpe pela ignorância do macaco... Obrigado pela oportunidade de comentar. Dr. Claudio Spiguel. [Guaxupé - MG]

[Sobre "Promoção Lula: O Filho do Brasil"]

por Claudio Spiguel
20/1/2010 às
08h34

Progresso fantasioso
O progresso no Brasil é tão fantasioso quanto as aventuras e conversas entre Calvin e Haroldo. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Bruno Borgneth
20/1/2010 às
08h33

Vou lá perder tempo com Lula?
Seu texto é legal, mas as previsões... mais ou menos. Eu não só não sei o nome do protagonista de novelas como não sei os nomes das novelas atuais. A decisão de desligar os canais abertos e ficar só com o cabo (há anos) me fez muito bem. Agora quanto ao filme do Lula... nossa, essa você passou muito longe. Você acha mesmo que com tanto Eça de Queirós que (ainda) tenho pra ler, tanto museu em SP que ainda não visitei... eu lá vou perder meu tempo vendo um filme sobre isso?

[Sobre "Previsões"]

por jose
18/1/2010 às
08h53

Alma da literatura
O ano de 2009 foi um ano difícil em relação a construção de um sonho intelectual, de uma melhoria da leitura, de lançamentos que fossem além das arquiteturas das cidades, ou seja, que extraíssem a alma das cidades como poemas, crônicas e contos, que trouxessem personagens populares, que conseguissem falar da beleza de uma flor entre a arquitetura, que elaborassem um sonho de vários grupos de poetas e escritores do Brasil, com todas as suas dificuldads e sucessos, ou seja, que expressassem as contradições do viver... A literatura tem esse poder de imitar a vida e dizer verdades, o que às vezes falta às reportagens ou notíciais... Sinceramente, faltou isto; e isto é a alma desta nossa realidade chamada literatura.

[Sobre "2009: intolerância e arte"]

por Manoel Messias Perei
18/1/2010 às
08h50

UP: alto desperdício de tempo
Interessantes os casos envolvendo os quadrinhos. Quanto ao filme "UP", não concordo. Perda de tempo, desnecessário. Um viúvo vem de balão para a América do sul, pousa em Salto Angel, na Venezuela, e desperdiça nosso tempo correndo atrás de um pássaro imaginário. Onde estão os nativos da Venezuela? Seus costumes, sua cultura, o intercâmbio? Seria muito bom ver um senhor moralista e conservador, como o criado pelo desenho, ser confrontado em suas crenças por um povo guerreiro, e sofredor, como o latino. Realmente, perderam a oportunidade de fazer um filme que contribuísse não apenas com efeitos especiais para a humanidade. Mais um filme-pipoca irritante e alienante que Tio Sam nos empurra com seus milhões de $... Não assistam.

[Sobre "2009: intolerância e arte"]

por Luciano Pita
18/1/2010 às
08h47

Digerindo os clássicos
A listinha dos clássicos não lidos é um problema. Li "Um retrato do artista quando jovem" há uns dez anos, sem saber que era um "clássico". Achei o pior livro que já tinha lido, interessante apenas para quem tivesse dúvidas atrozes sobre sua religiosidade. Ano passado reli-o e minha opinião melhorou um pouquinho. Lógico que tive que pular aquelas digressões religiosas de dez páginas. Já "Madame Bovary", li e gostei. Li depois um excelente ensaio do Mario Vargas Llosa sobre o livro, o que me motivou a relê-lo, com muito sucesso. Outro clássico - "Tristram Shandy", do Sterne - não consigo passar das páginas iniciais (são mais de quinhentas). O livro é incensado por ser inovador (em 1760) mas por causa dos seguidores, que aproveitaram os caminhos abertos por Sterne, parece "coisa antiga", repetição de textos que já lemos. O prefácio do José Paulo Paes é espetacular (já reli várias vezes) e é o que motiva a minha insistência.

[Sobre "Minha lista possível"]

por José Frid
17/1/2010 às
13h37

Clima épico
Você mencionou "entrar no clima do livro" e eu fiquei tentado a dar meu pitaco sobre ele: apesar das questões sociológicas, psicológicas ou socioeconômicas levantadas, Faulkner vai além, vai para a questão mítica da literatura. É um épico, assim como "Moby Dick" de Melville. Um grupo de pessoas, unido por um objetivo comum que se apresenta quase como um karma, numa missão bizarra. É esse o clima, penso eu. Boa resenha, abraços.

[Sobre "Enquanto agonizo, de William Faulkner"]

por Guga Schultze
17/1/2010 às
10h57

Julio Daio Borges
Editor

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