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Quarta-feira, 27/1/2010
Comentários
Leitores

O discurso de Lula
A estratégia de comunicação do Lula sempre foi o sentimento, desde seus tempos de ABC. A constante de seu discurso é embarcar na emoção de quem vive os problemas, colocar-se ao lado dessas vítimas - como se também fosse uma - e então lançar palavras de motivação baseadas em promessas do tipo "nós não podemos aceitar mais isso para o Brasil!". Com isso, ele joga a responsabilidade dos problemas para alguém que esteve lá antes dele e que sua bandeira maior é defender o povo. Não assisti ao filme ainda, mas também não acredito que a película traga mensagens políticas para o contexto atual. Entretanto, e estou apenas especulando aqui, o histórico político do Presidente me leva a crer que o lançamento do filme exatamente agora foi um ato estratégico, com o intuito de sensibilizar o povo e guardar em suas mentes a imagem do homem simples, com uma vida cheia de sofrimentos e de lutas, mas alguém que venceu a aristocracia sem deixar suas origens humildes.

[Sobre "Lula, o filme"]

por Cássio C. Nogueira
27/1/2010 à
00h58

Continuamos nos gostando
Continuo com ele, quase dois anos de virtualidade... É mágico e chega a ser inacreditável. Mas é verdadeiro, é constante, é pura dedicação e é romance.

[Sobre "A internet e o amor virtual"]

por hassanya
26/1/2010 às
23h22

As tenazes abelhas (m.l.)
Faulkner é maravilhoso, "As i lay dying" é um de seus textos mais "pedregosos", e todos sabem como o aspecto linguístico e formal do Faulkner é extremamente inovador. Fico curiosa em saber quem foi o tradutor que permitiu uma fruição tão agradável em português e deu azo à sua acurada resenha sobre a obra...

[Sobre "Enquanto agonizo, de William Faulkner"]

por denise bottmann
26/1/2010 às
20h45

Tendenciosidade crítica
Concordo com você em todos os pontos, porém acho que seu texto peca pelo mesmo motivo que diz pecar o filme. É tendencioso e acaba por colocar a crítica à arte (ao filme) em segundo plano, ao explicitar as mazelas do sistema político brasileiro.

[Sobre "Lula, o filme"]

por Miguel Lannes
26/1/2010 às
14h56

Os regressos...
Depende em qual aspecto... Economicamente, politicamente, cientificamente e em estrutura para a população: está, sim, é visível. Porém em questão de cultura, segurança, honestidade e saúde só vejo regressos, infelizmente... [Divinópolis - MG]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Giordano Vieira
26/1/2010 às
13h09

Aumento das bolsas
O CAPES e CNPq aumentaram o valor das bolsas de estudos. Creio que isso é um progresso! [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Julio Cesar da Rocha
26/1/2010 às
13h08

Fantástico!
Cara, lembrei de quando estava em Santa Catarina de férias e implorei à minha mãe para ver o AC/DC e o Iron Maiden, tive que arrumar meu quarto e lavar a louça para obter o "alvará" e poder ficar até mais tarde para assistir aos shows! Tinha 8 anos também. E foi meu começo no mundo do Rock and Roll. Abraços, Luiz

[Sobre "25 anos do Rock in Rio"]

por Luiz Schneider
26/1/2010 às
11h46

Livro e filme: Mistificação!
Endosso totalmente o comentário do leitor Sr. Janciron. Também eu não resisti ao ser convidado a participar da Promoção, lançada aqui no Digestivo, do livro mistificador do Lula, ocasião em que destilei meu modesto antídoto contra certos intelectuais e empresários que incompreensivelmente se deixam levar por essa onda demolidora das mais sagradas tradições e instituições nacionais. Tomara que este ciclo da história no Brasil comece, logo, a ter fim, não sem a contribuição dos muitos brasileiros de bom senso que existem, espalhados por todos os cantos (neste Digestivo, inclusive), graças a Deus! Vamos ser realistas!

[Sobre "O filme do Lula e os dois lados da arquibancada"]

por José Pereira
26/1/2010 às
10h57

Imparcialidade não existe
Não sou cineasta, mas a trajetória de Lula sempre me inspirou a ideia de um filme. Eu me perguntava: será que ninguém vai pensar nisso? Bom, o Fábio Barreto pensou. Ponto para ele. Quero muito assistir, ainda não tive tempo. Quanto às questões ideológicas, ora, convenhamos, até uma carta que se escreve a um amigo tem suas tendências e escolhas temáticas. A imparcialidade não existe. Você, como jornalista, sabe disso. Ela é um ideal inalcançável. Autores, editores e cineastas têm suas subjetividades e licenças para criar. Lembro do filme "O que é isso companheiro" - quanta polêmica, meu Deus! E é um bom filme. O de Lula ainda não vi, não posso opinar. Resta-me, então, ficar com a sua opinião. Gostei do artigo.

[Sobre "O filme do Lula e os dois lados da arquibancada"]

por Val
26/1/2010 às
10h41

Falta o sustentável
Sim, porque vemos uma classe média tendo acesso ao consumo de uma nova cesta de bens e serviços. E não, porque é um crescimento míope, baseado num bem-estar de curto prazo. Ainda falta o progresso sustentável, com foco na educação e saúde. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Marcia
26/1/2010 às
08h09

Julio Daio Borges
Editor

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