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Quinta-feira, 4/2/2010
Comentários
Leitores

Micuim, o chato do chato!
O chato de galocha declarado: Eu escrevia sem pretensão de ser escritor, mas, certa vez, apareceu um chato em minha casa e, remexendo em meus rascunhos, este amigo, chato ou não, disse que eu tinha o dom da criatividade e passou a me incentivar a dar continuidade à obra! Como na época eu não dispunha de muito tempo, passei a comentar e importunar outros amigos pedindo sugestões; mas não parei por aí: após terminar a obra passei a importunar as editoras para fazerem uma avaliação dela, e depois de muito custo, chatices e engodos, meu primeiro livro foi publicado, então voltei a importunar meus amigos, vizinhos e conhecidos para comprá-lo! Até que, há poucos dias, recebi um e-mail do Digestivo Cultural; divulgando o sorteio de livro: e como sou um escritor chato com mania de leitura, pretendo concorrer ao livro, e oferecer uma de minhas obras para sorteio, caso consigam conviver com tamanha chatice! Mas depois de toda esta chatice, aproveito para deixar meu exemplo de paciência.

[Sobre "Edmund Wilson e os chatos da literatura"]

por João Cirinio Gomes
4/2/2010 às
06h44

O que tem valor
Hehehe, gostei desse texto. Eu não gosto de chatos literários na medida em que não gosto de pentelhar quem quer que seja. Quando percebo que estou chateando alguém, começo a me sentir péssimo - e sumo! O que tem valor não precisa ser forçado, empurrado. Irá prevalecer de um jeito ou de outro. Que o diga o baú do Fernando Pessoa... Abração!

[Sobre "Edmund Wilson e os chatos da literatura"]

por yuri vieira
4/2/2010 às
04h03

A Littera atura
Mas os literatos nem sempre. Tem chato de galocha em todo lugar. Especialmente aqueles que se chateiam. Chato também é aquele que chateia outro chato. E chato é prá de chateação! Lembro-me de dois chatos da década de 80/90, que a todos chateavam por não serem considerados literatos. Ambos passaram mais de cinco anos chateando, e nesta chatice eu citaria Paulo Coelho e Mônica Buonfiglio como exemplos. Paulo conseguiu sua primeira edição que tocou o Alquimista Collor de Melo, que declarou estar lendo tal livro, ele, o presidente. Céus, foi uma bomba, para acionar o mago marqueteiro, os resultados os chatos já conhecem. Com Mônica Buonfiglio, os chatos não perdoaram e ela montou com seu pai a própria editora para a chateação de muitos chatos. E este chato que vos chateia, precisou de muito mais, para não ser chateado, mas continuar a ser um chato aos chateadores tão chateados. Pois é, a littera atura o que para muitos é apenas chatice. Não é fácil ser um Bonsai, eles gostam de brilhar.

[Sobre "Edmund Wilson e os chatos da literatura"]

por Celito Medeiros
3/2/2010 às
15h26

Klester Cavalcanti
Porque, além da linguagem correta, consegue atingir diferentes faixas etárias com um texto realista, que faz parte do vocabulário contemporâneo. E faz isso de forma atraente. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção: ABC da Língua Culta"]

por Débora de Oliveira
3/2/2010 às
12h46

A Estrada, de McCarthy
Já li vários, mas atualmente leio o livro do americano Cormac McCarthy, "A Estrada". É uma história forte, sobre o apocalipse, onde mostra a luta pela sobrevivência, entre pai e filho, onde a vida e o amor superam todas as dificuldades. Estou gostando muito. [Rio de Janeiro - RJ]

[Sobre "Promoção: O Véu"]

por Leandro Gomes
3/2/2010 às
12h45

O mistério da vida
Existem muitos mistérios que me inquietam a mente, respostas vagas pra problemas complexos. Sombras ainda encobrem o grande mistério da vida, afinal, pouco se sabe de nós, do início ao fim da vida. Aliás, muito além do fim da vida os mistérios nos corroem, bloqueando nossa visão do momento agora. Sei bem, há tantas coisas importantes e relevantes a serem descobertas... Mas como eu queria saber se Capitu traiu ou não Bentinho! [Americana - SP]

[Sobre "Promoção: Segredos de O Símbolo Perdido"]

por Isabela Muniz
3/2/2010 às
12h42

Depende para quem...
Para o capitalismo e a globalização, o país vai bem... pros brasileiros, não muito. [Osório - RS]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Guilherme Lagemann
3/2/2010 às
08h44

A falta de labuta
Nem tanto progresso, se formos para a área social: é uma lástima, não há progesso; a saúde pública é o setor mais importante e o que vemos diariamente? O governo confunde as bolsas distribuídas com programa social, não acho que seja, tudo é dado, fomentando a falta de labuta; é um claro sinal de que a classe trabalhadora tem mesmo é que lutar de sol a sol para bancar pessoas que recebem sem ter que dar nada em troca; isso não se chama investir no social, tem outro nome, impublicável... [São Gonçalo - RJ]

[Sobre "Promoção: Deu Tilt no Progresso Científico"]

por Candido Rubim Rios
3/2/2010 às
08h39

Ratoeira, de Christie
"A Ratoeira", grande e surpreendente peça teatral de Agatha Christie. Estava no terceiro ano do Ensino Médio quando comecei a ler, mas não consegui parar. A obra me agarrou de uma forma incrível. Só consegui largar quando terminei. Recomendo. Excelente leitura. [Paulista - PE]

[Sobre "Promoção: O Véu"]

por Severino Rodrigues
2/2/2010 às
14h01

A Grande Arte
Thriller? Não sei dizer, porque thriller eu prefiro assistir, mas, para mim, que gosto muito do Rubem Fonseca - não sei se faz parte da categoria "thriller", mas enfim... - para mim, de memória, assim, à queima-roupa, "A Grande Arte". [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção: O Véu"]

por dora nascimento
2/2/2010 às
14h00

Julio Daio Borges
Editor

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